A nova imagem do pai

A nova imagem da França

A nova imagem do pai

O jovem, fotogênico e dinâmico presidente contribui bastante para o rejuvenescimento da imagem do país. Um exemplo: The Economist escolheu a França como o “país do ano 2017”.

De acordo com o jornal britânico, Macron provocou a mudança de mentalidade francesa e a vitória contra o ultra-nacionalismo da extrema direita. O jovem ex-banqueiro colocou um ponto final na França rígida e incapaz de reformar suas instituições.

E mostrou aos eleitores um terceiro caminho evitando a esclerose ou a xenofobia.

Emmanuel Macron

Graças à Emmanuel Macron a França se tornou, em 2017, a segunda colocada na lista de países com as cidades mais atrativas para viver. Logo após New York, Paris se impõe como uma escolha privilegiada e segura para o investidor internacional.

As três nacionalidades mais ricas do mundo, USA, Japão e China, passaram a escolher a França de novo. Os estrangeiros encontram tudo que procuram aqui.

Segurança para a família, excelentes escolas para os filhos, acesso fácil às principais cidades do mundo, oferta de qualidade para prática de esportes variados e ambiente cultural e histórico de alto nível.

Sem nos deixarmos ofuscar pelo charme do novo presidente, lembramos que Macron somente rejuvenesceu a imagem de um país que possui qualidades extraordinárias. A começar pela posição geográfica. Implantada no centro da Europa a França é passagem para os habitantes do norte em direção ao sul e vice versa.

Graças à sua localização, a França possui um verão quente, mas não tanto quanto o italiano ou o espanhol. Um inverno frio, mas sem a terrível falta de luminosidade dos países do norte.

O azul do Mediterrâneo

A França possui Paris, uma das cidades mais bonitas e fáceis do mundo. Mas oferece também outras grandes e belas cidades como Bordeaux e Lyon.  Além de importantes centros urbanos, a França possui um campo riquíssimo e variado. Cerca de 80% da França é campo, quase todo ele deslumbrante e calmo.

Os turistas desembarcam aqui à procura do perfume das lavandas da Provence, da organização rigorosa dos vinhedos da Borgonha e de Bordeaux, das praias ensolaradas da Côte d’Azur, da gastronomia do Périgord Noir, do romantismo das cidadezinhas da Alsácia, da magia do Mont Saint Michel implantado entre a Normandia e a Bretanha…

Uma comparação: na sua imensidão geográfica a diversidade brasileira é normal e compreensível. Mas quando passamos das cidades da Alsácia aos vilarejos da Córsega, de Saint Tropez aos Alpes da Haute Provencenos nos damos conta da incrível diversidade de um país um pouquinho maior que Minas Gerais.

Não é por acaso que a França consegue manter a posição de primeiro país mais visitado do mundo. Em 2017 este país recebeu 89 milhões de turistas. Além de tudo já descrito, a França ainda tem três atrativos da pesada.

Gastronomia francesa

Três atrativos da pesada

. Uma gastronomia reconhecida internacionalmete com especialidades que já se tornaram clichês como os escargots “gosmentos”e os tartares “sangrentos”.

. Vinhos considerados os melhores do mundo. Somente as regiões vinículas atraem cerca de 25 milhões de turistas estrangeiros todos os anos.

. Terceiro fator, a Disneyland. Não foi à toa que a maior empresa de diversão do planeta veio se instalar no quintal de Paris. Com cerca de 15 milhões de visitantes por ano, o parque temático é um dos principais atrativos da Europa.

A França é um destino completo: da Monalisa até o Mickey, da cerveja até o champanhe, do azul do Mediterrâneo até o verde das Gorges du Verdon, do croissant até o éclair este país oferece tudo para todas as idades.

Se o jovem Macron conseguir desatar os nós mais difíceis do sistema francês, meu segundo país será absolutamente perfeito.

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A nova imagem do pai

A nova imagem do pai

A psicologia do século XX atribuía ao pai a função de representar a lei, a autoridade e a seriedade perante os olhos dos seus filhos e, inclusive, da mãe.

Era o transmissor das regras com um papel principal de socializador primário nas crianças. O que estava encarregue de dizer “não” e de castigar se fosse necessário.

A tudo isto há que juntar a função económica, da qual era o único responsável.

Frente a isto, na perspectiva clássica, a mãe aparecia ligada ao lado emocional, da ternura e dos beijos.

No entanto, os tempos mudaram e as famílias também. A mulher passou a fazer parte do mundo laboral, cada vez é mais independente economicamente e passa mais tempo fora de casa. Para além disso, ao conceito tradicional de família juntaram-se muitas outras expectativas como as famílias monoparentais, famílias reconstruídas, etc.

Todas estas alterações motivaram o facto de agora os pais estarem cada vez mais envolvidos não só na educação dos seus filhos, mas também em aspectos do dia-a-dia como nas brincadeiras, no banho e na alimentação, com uma atitude de maior afectividade e ternura perante os filhos.

Influência afectiva e efectiva do pai

Os sociólogos sublinham a importância da figura paterna para as crianças, desde o seu nascimento até à idade adulta, situando-a ao mesmo nível que a materna.

O pai actual está consciente das suas responsabilidades sem deixar de lado a sua capacidade para brincar com as crianças, contar-lhes histórias e implicar-se ao mesmo nível que a mãe sem que isto suponha a perda da sua identidade masculina nem a sua virilidade.

Os especialista referem que o papel paterno é fundamental para o desenvolvimento da criança, transmissor de conhecimentos, de experiência … Os filhos vêem-no como um exemplo a seguir e as filhas procuram, depois da puberdade, um modelo de homem parecido ao seu pai.

Que tipo de pais existem hoje em dia?

Segundo Gema Theus, psicóloga e directora do centro de educação infantil MamaOca, podemos distinguir cinco tipos de “papás”:

– Pais ausentes

A figura do pai ausente continua a existir nos dias de hoje. Os motivos podem ser vários, entre eles, mães que decidiram ter os seus filhos sozinhas ou que sofreram separações muito traumáticas. Nestes casos não há a presença física paterna na vida da criança. Se alguma vez se virem a criança pode reagir com estranheza ou medo. A mãe assume o papel de pai e mãe a 100%.

– Pais “muito ocupados”

Normalmente esses pais estão orgulhosos dos seus filhos, mas delegam na mãe, independentemente de ela trabalhar ou não, a organização dos horários, refeições, actividades … As crianças estão sempre desejosas de verem os seus pais porque quando o fazem habitualmente significa brincadeira e diversão. Em algumas ocasiões mais que brincar, mantêm a distância porque o papá é essa personagem sempre cansado do trabalho com o qual devem portar-se bem. As mães assumem grande parte da figura paterna, pelo menos em termos de presença física.

– Pais comprometidos

São aqueles que tentam comprometer-se com a função de pai.

Gostam de estar envolvidos nas actividades da vida diária dos seus filhos, mas perante as eventualidades importantes recorrem à mãe pois é ela que conhece com detalhe o tema.

As crianças mantêm uma excelente relação com este tipo de pai embora a mãe seja o verdadeiro refúgio e segurança quando algo crítico acontece. Os pais comprometidos são os que realizam actividades em função do tempo disponível.

– Pais a 50%

São aqueles que se organizam com a mulher e coordenam as obrigações e responsabilidades dos seus filhos a 50%. Indistintamente levam ou vão buscar os filhos à escola, ficam com eles tardes ou fins-de-semana, ocupam-se de qualquer actividade da vida dos seus filhos do princípio ao fim, etc. O pai conhece a criança tal como a mãe, já a criança reage de igual modo com ambos.

– Pais a tempo inteiro

Poderiam ser: os viúvos, divorciados ou simplesmente porque decidiram ser pais a toda a custa, desfrutarem dos seus filhos e vê-los crescer. Deixam o seu trabalho e cuidam dos seus filhos com o mesmo esforço que uma mãe clássica. Por vezes o medo que têm de enganar-se torna-os mais perfeccionistas. As crianças nestes casos não deixam dúvidas e sentem nos pais o verdadeiro refúgio.

Não existe um papel mais ou menos adequado, cada pai assume a sua função condicionada pelas circunstâncias afectivas, económicas e laborais. O que de facto é importante é o interesse que têm pelos seus filhos. Um simples sorriso ou um simples abraço podem transmitir muito mais o amor paterno que o facto de passarem todo o dia com eles mas ocupados e pensando noutras coisas.

O que podem fazer para serem bons pais?

Ser um pai do século XXI é muito fácil! Aqui ficam alguns conselhos do Todopapás.

Implicar-se desde o primeiro dia do nascimento, que podem mesmo ser os mais difíceis para a mãe:

– Trocar o bebé

– Dar-lhe o biberão (se esta for a opção escolhida pela mãe)

– Levantar-se durante a noite

– Assistir a todas as visitas ao pediatra ou até mesmo ir sozinho com a criança

– Dar-lhe banho

– Ajudar a manter a ordem em casa (algo bastante complicado … com uma criança)

– Levar a criança a visitar os avós, tios, primos, etc.

– Levar a criança a passear

Quando a criança é mais velha

– Preparar a comida

– Dar de comer

– Dar banho nela

– Dedicar um tempo considerável à brincadeira

– Preparar planos para o fim-de-semana

– Levar ou procurar a criança à escola ou Jardim de Infância

– Assistir às reuniões na escola da criança

– Ensinar a criança a vestir-se, pentear-se, escovar os dentes, estar à mesa, etc.

– Levar a criança a visitar os avós, os tios, etc.

– Ler-lhe histórias antes de ir dormir.

Parece difícil? 

Ao princípio pode custar um pouco, mas não duvides, é uma experiência que vale a pena e … é irrepetível!

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Embarazo saludable
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