Como tratar os ciúmes?

Contents
  1. 5 sintomas de ciúme patológico: Quando sentir ciúme se torna doentio?
  2. Ciúme patológico
  3. Ciúme patológico: Sintomas
  4. 1- Desconfiança
  5. 2- Ressentimento
  6. 3- Situações interpretadas à seu modo
  7. 4- Raiva
  8. 5- Não respeita a privacidade alheia
  9. Tratamento para ciúme doentio
  10. Ciúmes: o que é, quais os sintomas, as causas e tratamentos
  11. O que é o ciúmes?
  12. O que é ciúmes obsessivo?
  13. Ciúmes saudável x obsessivo
  14. Ciúmes obsessivo diagnóstico
  15. Causas do ciúmes
  16. Sintomas do ciúmes
  17. Ciúmes: tratamento
  18. Para vítimas de ciúmes obsessivo
  19. Dicas para não ser tão ciumento
  20. Como controlar os ciúmes: 13 dicas de psicólogos
  21. Afinal, o que é o ciúme?
  22. Dicas de como controlar os ciúmes
  23. 1. Analise a razão dos ciúmes
  24. 2. Deixe as suas intenções claras
  25. 3. Trabalhe a confiança no relacionamento
  26. 4. Mantenha o diálogo em dia
  27. 5. Eleve a sua autoestima
  28. 6. Combata o comportamento controlador
  29. 7. Não viva no passado
  30. 8. Racionalize o sentimento
  31. 9. Aprenda a demonstrar o amor de forma diferente
  32. 10. Não se compare com os ex-companheiros
  33. 11. Mantenha uma vida social ativa
  34. 12. Fortaleça o seu amor próprio
  35. 13. Busque terapia
  36. Ciúmes obsessivo: não se engane é uma doença que tem sintomas, causas e tratamento
  37. No texto de hoje vamos falar sobre os seguintes tópicos:
  38. O que é o ciúmes obsessivo?
  39. Ciúmes saudáveis x ciúmes patológicos
  40. Características
  41. O ciúmes obsessivo, segundo a ciência
  42. Síndrome de Otelo
  43. Sintomas do ciúmes obsessivo
  44. Quais são as causas do ciúme obsessivo?
  45. Personalidade
  46. As consequências do ciúme doentio
  47. Quando se torna perigoso
  48. Tratamento
  49. Controlando o ciúme
  50. Se você for vítima de um ciumento obsessivo
  51. Se você for uma ciumenta obsessiva
  52. Confesse
  53. Extravase sua ansiedade através de outras atividades
  54. Estabeleça limites
  55. Pedir um tempo
  56. Não se engane, ciume obsessivo é uma doença.

5 sintomas de ciúme patológico: Quando sentir ciúme se torna doentio?

Como tratar os ciúmes?

O ciúme exagerado é mais nocivo do que se pensa! Confira aqui os sintomas de ciúme patológico e saiba como agir!

Roberto Carlos já dizia em um dos seus maiores sucessos “Ciúme de Você”: “Entenda que no meu coração tem amor demais, meu bem, e essa é a razão do meu ciúme, ciúme de você”. Sentir ciúme é normal e todo mundo já o sentiu um dia, seja de parceiros(as), familiares ou até mesmo de objetos.

Em níveis normais, o ciúmes não é prejudicial e é uma emoção comum aos seres humanos.

O psicanalista austríaco, Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise, explicou em seu livro “Alguns Mecanismos Neuróticos no Ciúme, na Paranoia e no Homossexualismo” que o ciúme é “ um daqueles estados emocionais, como o luto, que podem ser descritos como normais”.

O medo da perda é a força-motriz do ciúme, e ele pode gerar outros sentimentos como a raiva, irritabilidade, tristeza e obsessão.

A ausência do ciúme, assim como outras emoções consideradas normais, pode ser um sinal de patologia também, assim como o seu excesso: “Se alguém parece não possuí-lo, justifica-se a inferência de que ele experimentou severa repressão e, consequentemente, desempenha um papel ainda maior em sua vida mental inconsciente” (FREUD – 1922). Mas e quando o ciúme vira doença?

Ciúme patológico

Quando o ciúme se torna exagerado e desmedido, pode ser que ele se enquadre no que o MSD chama de “transtorno delirante”, uma série de “delírios divididos entre não bizarros (envolvem situações que poderiam acontecer, tais como ser seguido, envenenado, infectado, amado a distância ou enganado pelo cônjuge ou amante) ou bizarro (envolvem situações implausíveis como acreditar que alguém removeu os órgãos internos sem deixar cicatriz)”.

O transtorno delirante pode ser do tipo “ciúmes”. Esses indivíduos acreditam piamente de que seu cônjuge é infiel baseando-se em crenças vazias, sem provas e sustentadas por fracas evidências — ou nenhuma.

Ciúme patológico: Sintomas

O ciúme excessivo pode ser identificado através de alguns sinais divulgados pelo Manual MSD:

1- Desconfiança

Sair sozinho? Falar no celular à noite? Ir ao happy hour do pessoal do escritório? Nada disso entra na cabeça de quem tem ciúme patológico. A desconfiança faz com que ele esteja sempre em dúvida e à procura de pistas que incriminem o cônjuge. A possessividade vem junto da desconfiança e os ciumentos nunca se sentem bem quando o(a) parceiro(a) tem algum evento independente.

2- Ressentimento

O ciúme está sempre presente na vida do indivíduo com transtorno delirante.

Todas as situações que o fizeram sentir ciúme e os sentimentos subjacentes como raiva, tristeza, impotência e angústia são guardados e trazidos à tona a qualquer momento.

São indivíduos extremamente rancorosos e guardam todos os momentos no seu dossiê emocional da infidelidade que ele julga ter acontecido.

3- Situações interpretadas à seu modo

O Manual MSD aponta a “tendência a ler significados ameaçadores em observações ou eventos benignos” como um dos sinais de ciúme patológico.

Eles enxergam qualquer frase com desconfiança e interpretam-na como uma prova concreta de que o(a) parceiro(a) o está traindo.

Esse comportamento irracional, emocional e repleto de mania de perseguição o faz estar sempre alerta e pronto para se sentir ofendido e traído.

4- Raiva

Qualquer atitude suspeita pode despertar sua fúria, afinal, eles não sabem como controlar o ciúme. Quem sente ciúme de tudo está sempre à flor da pele e acaba estourando com os cônjuges frequentemente. Esse tipo de comportamento pode levar ao desgaste da relação e até à episódios mais graves em que o ciúme pode chega ao ponto da agressão física.

5- Não respeita a privacidade alheia

O indivíduo com transtorno delirante não confia em seu cônjuge e costuma vasculhar os pertences dele(a) em busca de alguma prova que confirme a infidelidade.

Os hábitos mais comuns envolvem checar o celular do(a) parceiro(a), perseguir, seguir, criar perfis fakes nas redes sociais para calcular armadilhas para testar a lealdade do(a) parceiro), entre outros comportamentos extremamente invasivos.

Outros sintomas comuns do transtorno delirante são:

  • Impulsividade;
  • Suspeita de um terceiro no casal sem provas;
  • Possui incapacidade de controlar o ciúmes;
  • Justifica suas suspeitas com explicações infindáveis;
  • Interpreta as situações à seu modo;
  • Interroga e investiga a pessoa de quem sente ciúmes constantemente;
  • É invasivo(a);
  • Ignora os fatos concretos que possam inocentar o outro das suspeitas;
  • Entre outros.

Tratamento para ciúme doentio

O tratamento psicológico para ciúmes é um dos melhores meios para identificar causas e oferecer técnicas para diminuir seus efeitos profundos na vida dos pacientes. Porém, existem casos extremos em que a intervenção medicamentosa se faz necessária.

”Em alguns pacientes a ideia de infidelidade é tão forte, tão recorrente no pensamento, que altera as relações com outras pessoas. Nesses casos, uma medicação pode atenuar a intensidade dessa ideia fixa”, aponta o psiquiatra Walter Ghedin em entrevista à BBC.

É essencial aprender como lidar com o ciúme, seja nos casos patológicos ou normais, pois a saúde psicológica tanto de quem sente o ciúme, ou de quem é afetado por ele, sofre. Caso esteja passando por algo parecido, converse com um de nosso psicólogos. A Telavita pode te ajudar, onde estiver e quando quiser.

Источник: https://www.telavita.com.br/blog/sintomas-de-ciume-patologico/

Ciúmes: o que é, quais os sintomas, as causas e tratamentos

Como tratar os ciúmes?

O ciúmes é um sentimento inerente aos seres humanos e que pode estar presente nas mais diversas relações.

É bem verdade que, em geral, esse sentimento nos provoca mais descontentamentos do que felicidade, mas você sabe classificar o seu ciúmes?

Provavelmente essa não seja uma tarefa tão fácil, por isso, vamos discutir hoje todos os aspectos que estão envolvidos com essa emoção, para que você possa entender o quanto o ciúmes está interferindo na sua vida e nas suas relações.

O que é o ciúmes?

O ciúmes é um sentimento de insegurança que vem do medo de perder uma pessoa, em que o seu maior desejo é preservar e permanecer em uma relação.

Para a psicóloga e especialista do Zenklub, Milena Lhano:

Em uma relação, o ciúme pode estar presente quando existe desconfiança, insegurança, tendência ao controle e posse, dentre outros fatores que dificultam confiar na outra pessoa.

Para ela, relações mal-sucedidas anteriormente também podem influenciar. “Relações anteriores em que houve traição ou um relacionamento abusivo e muitos conflitos amorosos também podem contribuir para que o ciúme esteja presente na nova relação”, afirma.  

Na maioria dos casos, ter ciúmes em alguma relação é completamente normal. Porém, quando esse grau de ciúmes é desproporcional, constante e até mesmo sem fundamento, podemos vivenciar o ciúmes obsessivo, que está mais relacionado a necessidade de controle e desconfiança, do que de amor.

O que é ciúmes obsessivo?

Como mencionamos, o ciúmes obsessivo é o tipo de ciúme que se afasta do sentimento de amor e se torna algo abusivo e controlador, podendo ser considerado, inclusive, um transtorno obsessivo.

É no ciúmes obsessivo que pensamentos negativos e muitas vezes sem fundamento invadem a consciência e se tornam recorrentes, a ponto de se tornar um sofrimento.

Essa espiral destrutiva de relacionamento, costuma ter como consequência o rompimento da relação.

A pessoa ciumenta obsessiva não costuma ter uma visão realista do seu próprio comportamento, não enxergando que o limite pessoal está sendo destruído e invadido.

Em geral, o ciumento obsessivo busca evidências a qualquer custo e chance de desmascarar algo que, às vezes, está apenas em sua própria imaginação, não dando ouvidos a argumentos reais e provadores do contrário.  

Ciúmes saudável x obsessivo

Agora você deve estar se perguntando, então qual a diferença entre o ciúmes saudável e o obsessivo?

Como você deve perceber, o ciúmes inerente ao ser humano, ou seja, o saudável, está na esfera apenas do receio e preocupação em se distanciar das pessoas e das relações que criamos.

É um sentimento que não atrapalha, controla ou machuca a vida do outro e nem a de si próprio.

Já o ciúmes obsessivo ou também chamado de ciúmes patológico, pode ser considerado um distúrbio mental, que obceca, causa sofrimento e torna-se um transtorno repleto de hostilidade e impactos negativos entre as pessoas.  

Ciúmes obsessivo diagnóstico

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR, 2002), é um Transtorno Delirante Paranóico centrado na obviedade sem motivo evidente ou justo de que está sendo traído ou enganado pelo parceiro.

Nesse transtorno,  pequenas evidências, como chegar mais tarde em casa, perfumes diferentes ou até mensagens privadas, tornam-se uma justificativa acumulada para o delírio, que pode levar até a medidas extremas com acusações verbais, violência e abuso.  

Causas do ciúmes

As causas do ciúmes podem ser variadas de acordo com as pessoas e as relações, mas sua base é sempre a questão de insegurança, falta de autoconfiança e baixa autoestima.

Essas inseguranças podem ter origens anteriores, como outros relacionamentos amorosos, como comentamos aqui, mas podem ir além, remontando lembranças da infância ou de uma relação entre pais e filhos distante e ausente.

Para esses casos, a pessoa exprime sua necessidade de afeto e carência que vem desde a fase infantil para o seu parceiro ou amigos. Outra causa comum é a insegurança fonte de alguma experiência de humilhação ou trauma.

Sintomas do ciúmes

É difícil nos darmos conta dos sintomas que podem indicar um excesso de ciúmes ou até os sinais de um ciúmes obsessivo, mas em geral há algumas atitudes e sensações mais genéricas:

  • Pensamentos de traição e abandono;
  • Busca constante por pistas ou evidências que indiquem uma traição;
  • Medo excessivo de perder a pessoa, causando até mal-estar físico;
  • Análise constante dos pensamentos, gestos e atitudes do outro;
  • Violação da privacidade;
  • Controle excessivo do dia a dia do outro;
  • Interferência nas relações pessoais e profissionais do outro;
  • Criação de situações imaginárias que levam a conclusões sem sentido;
  • Insônia, agitação, ansiedade e até depressão;
  • Sentimento de solidão e tristeza profunda quando não está junto ao outro.

Ciúmes: tratamento

Você pode achar que ciúmes não tem tratamento ou cura, mas a verdade é que existe sim formas de você administrar melhor esse sentimento e até se livrar dos sintomas obsessivos.

E uma ferramenta que pode nos ajudar, tanto como indivíduo ou como casal, é a psicoterapia. Com a ajuda de um especialista você irá conseguir identificar o que está por trás desse sentimento e irá desenvolver habilidades para superá-lo.

Segundo a especialista Milena Lhano:

A presença de um profissional também é importante porque muitas vezes o ciúme pode ter motivos reais e não só emocionais, ou seja, pode realmente existir traição, indiferença e omissões da outra parte.

“Existem muitos casais que veem o ciúme como prova de amor e forma de preocupação, e usam inclusive a famosa frase ‘Quem ama cuida’.

Nesses casos, quando ambos têm a mesma ideia e o ciúme não é um problema, ele pode ser saudável sim, pois ajuda a manter o relacionamento”, explica Milena.

A terapia, assim como para outras questões da nossa vida, nos ajuda a nos transformar nas pessoas que gostaríamos de nos conhecer.

Ela estimula a inteligência emocional, a autoestima e o autoconhecimento, que são importantes quesitos para estarmos bem, acima de tudo, com nós mesmos.

Para vítimas de ciúmes obsessivo

Se você é uma vítima de uma outra pessoa ciumenta obsessiva, é bom não se intimidar e tentar lutar pelos seus direitos de existir e viver com liberdade e cercada de amor.

É muito importante que você saiba avaliar o grau de obsessão do seu parceiro ou parceira, para que não haja um perigo iminente que possa colocar você e sua integridade moral e física em perigo.

Por isso, procure ajuda, converse com amigos e não se cale diante dessa situação.

Quando você é permissivo e deixa que haja o controle por parte do obsessor, você não ajuda a resolver a situação, ao contrário, só o torna ainda mais agressivo e fora da realidade.

Dicas para não ser tão ciumento

Há também algumas dicas dos especialistas que podem ajudar a controlar e a lidar melhor com o seu ciúmes.

Lembrando, que ter uma ajuda profissional, caso você já tenha se identificado com os sintomas, é ainda a melhor opção para se livrar desse sentimento.

De qualquer forma, vale algumas ações e pensamentos para você começar a trabalhar esse problema dentro de si hoje mesmo:

  • Trabalhe a autoestima: quando estamos felizes conosco, estamos felizes com o mundo. Pessoas com autoestima elevada são mais seguras e cultivam boas relações;
  • Tenha inteligência emocional: a inteligência emocional irá lhe conectar com as suas mais profundas relações com os seus próprios sentimentos, fazendo que não seja uma surpresa constante as suas reações, decepções e sucessos;
  • Tenha pensamentos positivos: deixar-se levar por pensamentos negativos e que só atrapalham a sua vida, podem refletir também nas pessoas com quem você se relaciona. Ter empatia e resiliência para tratar os acontecimentos na vida podem te tornar mais positivo;
  • Converse: abrir o diálogo e deixar clara as suas incertezas e inseguranças, ou a tal famosa D.R. (discutir a relação) pode ser extremamente útil, pois já expõe toda a sua imaginação e realidade para ser conversada abertamente;
  • Pratique atividades físicas e hobbies: nada melhor do que ocupar o tempo com atividades que estimulam nosso corpo e mente. Essa prática, além de ocupar a cabeça, traz benefícios para o corpo e consequentemente para a autoestima;
  • Saiba dizer não, e sim também: limite é a palavra-chave, tanto para você ter para as outras pessoas, como para si. Não se deve fazer tudo que todos pedem, é preciso se conectar com as suas verdadeiras vontades e desejos para ser feliz.

Quer se conhecer, trabalhar o ciúmes e saber como controlar e ressignificar? Conheça os especialistas em saúde emocional do Zenklub e comece a sua jornada rumo ao bem-estar emocional.

Источник: https://zenklub.com.br/blog/amor/ciumes/

Como controlar os ciúmes: 13 dicas de psicólogos

Como tratar os ciúmes?

29 de junho de 2020

  |  Tempo de leitura: 9 minutos

Como controlar os ciúmesno relacionamento é sempre uma questão polêmica. Independente da idade, é comum casais se depararem com esse sentimento polêmico. 

Alguns fatores presentes na sociedade tornam difícil combater os ciúmes. Por exemplo, demonstrações do sentimento ainda costumam ser vistas como gestos românticos quando, na verdade, existem maneiras mais saudáveis de expressar o amor. 

O ciúme é, na verdade, um sinal de insegurança. 

A pessoa extremamente ciumenta ou não confia o suficiente no parceiro ou tem autoestima baixa. Ela procura sabotar qualquer possibilidade do parceiro encontrar outra pessoa porque, na cabeça dela, indivíduos solteiros são ameaça. 

Esta conduta controladora gera brigas e discussões frequentes, desgastando a relação. Além disso, o ciúme exagerado é danoso para o indivíduo que o sente. Esse sentimento estimula a ansiedade, a desconfiança e a raiva. 

Afinal, o que é o ciúme?

Segundo a Psicóloga Sandra Quero, ciúme é um sentimento bem difícil de controlar e que aparece por diversas razões. Pode ser ciúme do namorado, de um amigo ou até do irmão.

⠀⠀Apesar de bem desagradável, ele é um sentimento natural do ser humano, só que, dependendo do caso, pode estar em um nível exagerado, causando um ciúme patológico, que requer a ajuda de um psicólogo.

⠀⠀O ciúme surge como um sinal de alerta, quando acreditamos que algo não está indo bem ou como desejamos.⠀⠀

Pode ser um problema real ou estar presente apenas no imaginário. Só que faz parte do nosso instinto querer eliminar toda e qualquer ameaça que nos tornam inseguros, desprotegidos ou em desvantagem.⠀

Então, como manter o ciúme sobre controle?

Dicas de como controlar os ciúmes

Primeiramente, reflita sobre os fatores que costumam despertar os ciúmes. 

Se você fica enciumado quando o seu parceiro interage com outras pessoas ou atende compromissos sociais sem você, é provável que sofra de ciúme excessivo.

O caso é especialmente complicado quando você sente ciúmes de amigos e familiares, com quem o seu companheiro convive quase diariamente.  

Após fazer esse exercício, será mais fácil identificar quais aspectos do seu comportamento devem ser trabalhados. Em seguida, relacione-os com as nossas dicas de como controlar os ciúmes!

1. Analise a razão dos ciúmes

Questione-se sobre o motivo dos ciúmes. Qual é a situação que despertou o sentimento? Por que você está com ciúmes? Aconteceu algo no passado para você se sentir assim hoje? Se houver, é uma questão que deve ser conversada com seu companheiro. 

A psicóloga Sandra Quero afirma ainda que os ciúmes mais comuns são os que ocorrem no âmbito dos relacionamentos amorosos.

Nestes casos, o desejo exagerado de posse e de exigência egocêntrica próprios de todas as formas de ciúmes é somado à exigência de uma fidelidade mais ou menos acordada e à desmoralização social que pode surgir a partir da infidelidade.⠀

Esta situação de desconfiança contínua gera uma grande tensão emocional na pessoa ciumenta e em seu parceiro. Este último se sente assediado, monitorado e interrogado na maior parte do tempo, geralmente sem motivos.⠀

Se não houver consciência de que o ciúmes pode estar em excesso, é pouco provável que a pessoa vá buscar ajuda. ⠀

O mais provável é que por trás disso existam pensamentos distorcidos acerca do relacionamento amoroso e do comportamento da pessoa amada.

Uma vez recolhida esta informação, é preciso analisá-la. Temos que buscar provas de que o que pensamos é real ou está realmente acontecendo.⠀⠀

Por mais que as pessoas ciumentas tenham uma má fama, a verdade é que elas sofrem e que seu sofrimento é real. Por isso, se este problema condiciona a sua vida em algum grau, não se envergonhe e procure ajuda para controlar os ciúmes.⠀

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2. Deixe as suas intenções claras

Logo no início do relacionamento já deixe as suas intenções claras. Se elas se modificaram ao longo da relação, comunique-as ao parceiro para que não haja desentendimentos no futuro. 

3. Trabalhe a confiança no relacionamento

Você confia no seu parceiro?

Se não conseguir responder ‘sim’, o melhor a fazer é conversar sobre isso. Explane sobre os comportamentos do parceiro que causam desconfiança, mas tenha em mente que não é possível mudar as pessoas.

Tudo o que você pode fazer é expressar os seus sentimentos e observar a reação do seu parceiro. 

Segundo o psicólogo Hélio Malka, o ciúme é um sentimento natural em todo ser capaz de criar vínculos afetivos e funciona como um alarme interno, que pode ser acionado por motivos concretos ou abstratos, imaginários.

Ele está relacionado com o medo de perder a atenção de alguém ou até mesmo perder esse alguém para outro.

Antes de mais nada, reconheça quando você está sendo ciumento, credite que você merece que alguém te ame e que quer ficar só com você. Além disso, aprenda a confiar no outro.

4. Mantenha o diálogo em dia

Esta dica é um complemento das duas anteriores. Além de deixar bem claro o que você procura no relacionamento, converse sempre que se sentir inseguro, após uma discussão, e também compartilhe as coisas boas.

Você precisa sentir que pode se abrir com ele/ela. Caso contrário, o desconforto em dialogar pode indicar um ponto a ser trabalhado.  

5. Eleve a sua autoestima

Quando a autoestima é forte, é impossível acabar com a sua segurança. Além disso, pessoas com autoestima elevada confiam em si mesmas. Conseguem distinguir quais condutas merecem atenção e quais devem ser ignoradas, pois sabem o que é melhor para elas. 

Embora relacionar-se seja saudável e parte da vida, não se pode esquecer quem merece toda a sua atenção: você mesmo. Por isso, trabalhe a sua autoestima para que você possa amar também a pessoa refletida no espelho. 

6. Combata o comportamento controlador

É impossível controlar a liberdade do outro. 

As pessoas são diferentes, portanto, vivem, pensam e agem de forma diferente. Quando você não respeita isso, demonstra quenão confia totalmente no seu parceiro.

Logo, quer controlar todos os seus passos. Mas, pense, você gostaria que alguém fizesse isso com você? 

7. Não viva no passado

Se você já sofreu uma traição, é normal ficar com alguns receios. No entanto, em algum momento, precisará se libertar do passado.

Não traga as inseguranças oriundas de outro relacionamento para a relação atual. Se não conseguiu superar o trauma e sente que é uma constante negativa em sua vida, já pensou em procurar ajuda profissional para curar a ferida? 

8. Racionalize o sentimento

Quando a crise aparecer, veja os ciúmes com os olhos de um cientista. Faz sentido não querer que o parceiro encontre os amigos? Todo mundo sai para se divertir com quem ama e confia, então, qual é o problema? Esta dica é especialmente eficaz para quem sofre com crises recorrentes. 

9. Aprenda a demonstrar o amor de forma diferente

Os ciúmes, ao contrário do que muitos pensam, não são uma expressão de amor. São uma forma de possessão.

Você provavelmente já se deparou com histórias de casais que brigaram em um local público por causa de ciúmes. Esta é a verdadeira face dos ciúmes, desagradável e egocêntrica. Em contraste, o amor é manso, gostoso e leve. 

10. Não se compare com os ex-companheiros

Assim como você não deve cair em devaneios sobre relacionamentos passados, não precisa se comparar com os ex-parceiros da outra pessoa. Afinal, cada um é cada um!

Se o seu parceiro está com você até hoje e lhe trata super bem, é sinal que escolheu ficar com você porque gosta da sua personalidade. 

11. Mantenha uma vida social ativa

Muitas pessoas se envolvem tanto com a relação que negligenciam amigos e familiares assim como deixam de fazer o que amam para viver em função de agradar o parceiro. Essa postura nociva pode se tornar tóxica. Todo mundo precisa de uma vida social ativa.  

12. Fortaleça o seu amor próprio

Mais uma vez, reforça-se a importância de amar a si mesmo acima de tudo. Não se trata de narcisismo ou egocentrismo, mas, sim, de respeito consigo mesmo. Lembre-se todos os dias de como você é importante para este mundo e não permita que ninguém lhe diga o contrário. 

13. Busque terapia

Segundo a psicóloga e psicanalista Giselle Ladeia, Freud dividia o ciúme em três níveis: competitivo/normal, o projetado e o delirante.

Dessa forma, cada nível possui um grau diferente de intensidade e de mecanismos emocionais envolvidos, podendo inclusive ter um caráter doentio nas condições mais graves.

Para Freud, o ciúme é composto, principalmente, pelo pesar e sofrimento causado pelo pensamento de perder o objeto amado, e da ferida narcísica, de sentimentos de inimizade contra o rival bem-sucedido e de maior ou menor quantidade de autocrítica.

Nesse sentido, há vários sofrimentos implicados, como por exemplo: a perda do objeto amado, que gera a dor do luto. Há também a dor narcísica, o defrontar-se com a ideia de que não se é tão indispensável para o amado como se pensava (filhos mais velhos, por exemplo, com a chegada do irmão mais novo, é bastante comum!).

Para Freud, não há quem já não o tenha sentido ciúmes!

O ciúme se torna patológico quando o indivíduo elabora seus conflitos. A psicoterapia é uma ferramenta que auxilia no processo de elaboração dos conflitos internos que impactam nossas formas de relacionar!

A terapia de casal pode ser uma alternativa para relacionamentos sufocados pelo ciúmes. Conforme o sentimento aumenta, pode ser difícil extingui-lo totalmente.

Da mesma forma, a terapia pode ajudar você, como indivíduo, a encontrar a autoconfiança necessária para, enfim, aprender como controlar os ciúmes.

Vittude está aqui para ajudar a libertá-lo dos ciúmes! Conte conosco para encontrar o profissional certo para tratar essa questão e, ainda, devolver o amor leve e gostoso ao seu relacionamento.

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness. Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

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Источник: https://www.vittude.com/blog/como-controlar-os-ciumes/

Ciúmes obsessivo: não se engane é uma doença que tem sintomas, causas e tratamento

Como tratar os ciúmes?

O ciúmes é um sentimento que aparece em maior ou menor grau em todos os relacionamentos. Ele tem sua origem no medo de perder a pessoa que amamos. Podemos dizer que na maior parte das vezes é normal.

 No entanto, quando o ciúmes é desproporcional, aparece constantemente ou é infundado, podemos estar lidando com um ciúmes obsessivo. Esse tipo de ciúmes obsessivo está mais relacionado à necessidade de controle e desconfiança do que de amor.

Veja os principais sinais de um ciumento obsessivo e o que fazer para contornar essa situação.

No texto de hoje vamos falar sobre os seguintes tópicos:

  • O que é o ciúmes obsessivo?
  • Ciúmes saudáveis x ciúmes patológicos
  • Características
  • O ciúmes obsessivo, segundo a ciência
  • Síndrome de Otelo
  • Sintomas do ciúmes obsessivo
  • Quais são as causas do ciúmes obsessivo?
  • As conseqüências do ciúmes doentio
  • Tratamento
  • Controlando o ciúmes
  • Se você for vítima de um ciumento obsessivo
  • Se você for uma ciumenta obsessiva
  • Não se engane, é uma doença

O que é o ciúmes obsessivo?

Todo mundo já ficou com ciúmes em algum momento de sua vida, mas quando isso se torna patológico, fora de controle, temos um problema real que pode ser considerado um transtorno obsessivo.

Nestes casos, o pensamento sobre uma possível infidelidade  por parte do parceiro se torna recorrente, invade totalmente a mente da pessoa ciumenta e ela passa a viver com um contínuo sofrimento e dúvida.

O ciúmes obsessivo cria uma espiral destrutiva no relacionamento que leva à sua deterioração e, em muitos casos, ao rompimento. O problema é que a pessoa ciumenta desenvolve uma visão distorcida da realidade e um comportamento obsessivo.

Ela dedica muito de seus esforços e tempo para procurar evidências de possíveis enganos, rejeitando qualquer argumento racional que prove o contrário.

Desta forma, o comportamento do ciumento acaba provocando o que ele mais teme: a perda da pessoa que ama.

Ciúmes saudáveis x ciúmes patológicos

Os ciúmes saudáveis ​​são aqueles em que a preocupação ou medo de perder a pessoa amada não nos faz perder nossa capacidade de raciocinar.

Podemos sentir alguma preocupação, mas isso não faz perder a nossa mente ou nos leva a tirar conclusões irracionais ou até mesmo imaginar situações inexistentes.

A pessoa que sente ciúmes saudável quer que seu parceiro fique ao seu lado, mas não tentará controlá-lo. Além disso, esse ciúmes não causa desconforto no parceiro nem afeta seriamente o relacionamento.

No entanto, o ciúmes patológico vai um passo além, a tal ponto que pode ser classificado como um distúrbio. Esse tipo de ciúmes é infundado e pode obcecar a pessoa que sofre, tornando-se o centro em torno do qual seu mundo gira. Como resultado, eles têm um impacto negativo em seu comportamento e geram hostilidade, autopiedade e profunda insegurança.

Características

O ciúmes quando obsessivo tem como característica fundamental a dúvida permanente e é baseado em suposições (na maioria das vezes absurdas, raciocínio ilógicos) e nenhuma evidência, porque se existissem elementos de prova deixaria de ser patológico. Como exemplo, poderíamos falar sobre o marido que sofre e faz sua esposa sofrer pelo simples fato de que ela se maquia ao sair de casa.

O marido questiona o motivo da maquiagem: “Se ela não está usando maquiagem em casa, por que ela deveria fazer quando sai de casa? Os outros não devem importar, só eu tenho que ser o mais importante para ela. Pelo visto não é assim, porque se eu fosse o mais importante, ela não estaria se enfeitando toda vez que saísse de casa…”. Esses pensamentos são absurdos, irracionais e sem lógica.

A pessoa que experimenta ciúmes obsessivo chega a exigir que seu parceiro não se envolva emocionalmente com ninguém, nem mesmo com seus amigos.

Para evitar que isso aconteça, ele se dedica a observar cada um dos movimentos do parceiro até mesmo impondo regras absurdas.

Essa pressão constante acaba se tornando uma bomba-relógio para o relacionamento porque a outra pessoa se sente presa e sufocada.

O ciúmes obsessivo, segundo a ciência

De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR, 2002), o Transtorno Delirante Paranóico do tipo ciumento é o delírio centrado na convicção, sem motivo justo ou evidente, de que está sendo traído pelo cônjuge ou parceiro romântico.

A crença é injustificada e se baseia em inferências incorretas sustentadas por pequenas “evidências” (por exemplo, manchas nas roupas) as quais são acumuladas e utilizadas para a justificativa do delírio. O sujeito pode tomar medidas extremas para evitar a suposta infidelidade.

Nos delírios, o indivíduo “descobre-se” traído pelo parceiro de forma cruel, acusando-o de manter relações íntimas com outras pessoas.

Síndrome de Otelo

O ciúmes patológico ou obsessivo também é conhecido como “Síndrome de Otelo”, nome inspirado no conto de Shakespeare que se passa na Itália do século XV. O livro narra a história de um general que se convence da infidelidade da esposa. Otelo, o personagem principal da trama, sofre de um ciúme tão intenso que o leva a matar sua esposa Desdêmona.

O ciúmes pode ser influenciado por qualquer coisa, por mínima que seja. Também pode ser influenciado por outras pessoas, assim como Otelo por Yaco na peça de Shakespeare, ou mesmo pela mídia. Tudo o que pode confirmar sua crença será importante.

Sintomas do ciúmes obsessivo

A pessoa que sofre com o ciúmes obsessivo nem sempre está ciente de seu problema, geralmente pensa que suas atitudes são normais. No entanto, o primeiro passo para superar a doença é reconhecer sua existência. Veja aqui alguns dos principais sintomas:

  • Medo excessivo de perder a pessoa amada, a ponto de se sentir mal
  • Pensamentos de traição
  • Analisa meticulosamente o comportamento do parceiro procurando sinais que confirmem uma possível infidelidade
  • Violação de privacidade como por exemplo, olhar para as mensagens ou e-mails do celular sem permissão
  • Controlar em excesso o dia a dia do parceiro
  • Ódio dos amigos e colegas do parceiro
  • Ciúmes sem base real, baseado em situações imaginárias ou conclusões tiradas de pequenos detalhes
  • O ciúmes afeta a vida do ciumento a ponto de não poder dormir ou sofrer quando a pessoa amada não está ao lado
  • O pensamento de uma possível infidelidade ou abandono impede que viva plenamente
  • Busca de pistas que revelem uma possível traição
  • Ligações e mensagens frequentes para descobrir o que o outro está fazendo. Quando não responde, imagina que está traindo com outra pessoa

Quais são as causas do ciúme obsessivo?

As causas do ciúme patológico variam de uma pessoa para outra, embora em sua base geralmente seja uma grande insegurança, baixa autoestima e falta de autoconfiança. A pessoa não acredita que é digna de amor, portanto, qualquer detalhe, um olhar ou um atraso, é suficiente para inflamar o ciúme.

Em muitos casos, essa insegurança pode remontar à infância, geralmente devido a pais que estavam emocionalmente ausentes e que não atendiam às necessidades de proteção e afeto da criança. Em outros casos, a insegurança pode ser causada por uma experiência traumática ou humilhação experimentada em um relacionamento anterior.

Personalidade

Também há casos em que, por trás do ciúme patológico, há certas características de personalidade, como a necessidade de ter controle e a tendência de exagerar na realidade.

São pessoas com uma grande capacidade de fazer uma tempestade em um copo de água. Elas também tendem a ter poucas habilidades sociais, então acham que se o seu parceiro os deixar, eles não poderão ser felizes ou encontrar outra pessoa que os ame.

Na verdade, o ciúme de um casal geralmente esconde dependência emocional.

Na base do ciúme doentio também estão certas crenças, como pensar que o relacionamento é uma possessão e, portanto, só pode demonstrar amor por ele. Em outros casos, o ciúme esconde uma preocupação obsessiva com a imagem social. A pessoa acredita que, se o parceiro o trai, ele será motivo de chacota. Para evitar essa situação, desenvolve uma atitude de controle.

As consequências do ciúme doentio

Quando o ciúme é irracional, torna-se uma patologia. A pessoa vive perseguida por seus medos, inseguranças e suspeitas.

A ideia de que seu parceiro pode enganá-la ou deixá-la coloca em um estado de vigilância, em busca de sinais que confirmem seus piores medos. Os ciumentos têm medos e crenças sobre a infidelidade sexual de seu parceiro.

Essas crenças são psicóticas e não baseadas na razão. Essas pessoas vão acusar, espionar, investigar, perseguir e ameaçar, a fim de impedir o que acreditam estar acontecendo.

Embora os parceiros possam inicialmente tentar apaziguar o indivíduo ciumento ao tranquilizar, discutir, explicar ou mesmo restringir suas próprias atividades, isso se torna cada vez mais difícil, já que o ciúme é cada vez menos racional.

Quando se torna perigoso

Um parceiro ciumento pode começar a acusar o seu parceiro de dormir com outras pessoas e pode enviar e-mails ou cartas para amigos, familiares ou empregadores que façam acusações explícitas, com detalhes constrangedores e humilhantes.

Infelizmente, o comportamento irracional pode não parar com e-mails e cartas. Esses indivíduos podem se tornar perigosos porque acreditam em suas acusações com convicção absoluta e estão além da razão. Ameaças e atos de violência podem ocorrer.

Normalmente, esse comportamento levará ao fim do relacionamento, bem como ordens de restrição e outras tentativas de impedir o crescente assédio. Nos piores cenários, pode acabar em violência, pois os indivíduos psicóticos podem prejudicar ou matar aqueles que acreditam estar agindo contra eles. Em suas mentes, isso seria homicídio justificável.

Tratamento

É essencial procurar ajuda profissional, não apenas para salvar o relacionamento, mas para superar definitivamente a desordem. Mesmo que no futuro um novo relacionamento comece, o problema ainda estará lá.

Quem sofre desse tipo de problema geralmente não procura ajuda psiquiátrica porque não tem a percepção de que suas crenças e comportamentos não são racionais. Se ele vai para o tratamento, geralmente é involuntário.

Para obter ajuda com o ciúme patológico, é essencial entrar em contato com um psicólogo, um psiquiatra ou até mesmo um sexólogo. Em alguns casos, uma terapia que inclua ambos os membros do casal pode oferecer grandes benefícios. Um profissional de saúde poderá fazer uma avaliação completa para determinar as causas e, assim, indicar o melhor tratamento.

Controlando o ciúme

Chega um ponto em que o controle obsessivo é insuportável para a outra pessoa, de modo que o ciúme acaba prejudicando irremediavelmente o relacionamento.

A sensação de ser observado e controlado faz com que, mais cedo ou mais tarde, o parceiro mude de comportamento e seja menos carinhoso e afetuoso, afastando-se primeiro emocionalmente e depois fisicamente.

A falta de confiança destrói qualquer possibilidade de diálogo e sufoca a outra pessoa.

Se você for vítima de um ciumento obsessivo

Se você se encontrar em um relacionamento com alguém que é irracionalmente ciumento, é melhor pensar bem se vale a pena. Também é extremamente importante avaliar seu perigo potencial e tomar medidas para se proteger.

Evite dar as explicações sobre tudo o que você faz, não permita que o seu parceiro comande a sua vida. Quando você dá a ele o controle, está alimentando as crenças e imaginações e contribuindo para que elas se tornem reais para ele.

Se você for uma ciumenta obsessiva

Não obedecer aos pensamentos ciumentos: deixar-se levar pela euforia do momento é o estopim que aciona toda a lista de atitudes “loucas” que uma pessoa pode fazer. Se algum pensamento negativo cruzar sua mente, pare e não aja se você não tiver 100% de certeza.

Confesse

Direta e indiretamente, discuta o assunto com seu parceiro. Não vale a pena admitir para si mesmo se você continuar a negar aos outros. Revele seus verdadeiros sentimentos e converse sobre o que está te angustiando: o que esperar de seu parceiro, os planos para o futuro próximo e distante. Isso fará com que você se sinta mais confiante sobre o que pode acontecer e seus sentimentos.

Extravase sua ansiedade através de outras atividades

Ciúme é também um sinal de estresse, ansiedade e atividade. Use essa energia para fazer as coisas que você gosta, praticar um novo hobby, manter-se ocupado e trabalhar para sua projeção como pessoa, tanto no profissional quanto no trabalho.

Estabeleça limites

Reconheça junto com seu namorado/marido quais são as coisas que o incomodam e se tantas objeções realmente têm justificativa. Depois de determinar os limites, esteja aberta ao que ele lhe pede.

Não peça explicações desnecessárias e pare de questioná-los por tudo que fazem. Compartilhe, fale sobre o seu dia, mas não peça cada detalhe para saber um pouco mais.

Pedir um tempo

Não tenha medo desta palavra. Um tempo separado não significa acabar para sempre o relacionamento. Estar sozinho não apenas refresca o relacionamento, ele permite que você analise as consequências de suas ações e veja se você exagerou ou não em certas situações.

Não se engane, ciume obsessivo é uma doença.

Não seu engane, o ciúme obsessivo é uma doença. Para erradicar o ciúme obsessivo, o primeiro passo  é simples simples: aceitar que sofre de tal desordem.

Não use desculpas como “meu sexto sentido não falha” ou o popular “é melhor prevenir do que remediar”.

Somente quando você ou seu parceiro estiverem cientes do problema serão capazes de resolver seus conflitos internos e  trazer a harmonia de volta ao seu relacionamento.

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Источник: https://www.mulheresbemresolvidas.com.br/ciumes-obsessivo/

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