Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

9 técnicas de estudo para crianças

Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

As técnicas de estudo para crianças são atividades específicas e sistematizadas que geralmente são internalizadas para adquirir conhecimento de maneira mais simples, o que certamente ajudará as crianças com seus resultados acadêmicos.

O processo de conscientização acerca das necessidades da criança no processo de aprendizagem fez surgir diferentes técnicas de estudo para ajudá-las a se desenvolverem nesta etapa.

Felizmente, considera-se que o conhecimento deve ser transmitido de maneiras diferentes e sempre levando em consideração o estágio de desenvolvimento de cada criança.

Da mesma forma, devem ser consideradas suas características individuais, que variam desde sua personalidade até ao contexto, entre outros aspectos, a fim de poder aplicar as técnicas de estudo que produzam melhores resultados no processo de ensino dessa criança.

9 técnicas para estudar

Vamos apresentar a seguir 11 técnicas de estudo para crianças que pais ou professores podem usar para ajudá-las a encontrar aquela que melhor se adapte às suas necessidades.

É importante saber que as técnicas de estudo podem ser usadas uma após a outra, como se fosse um esquema, ou podem ser tomadas individualmente:

A leitura

Para ser assimilado, um texto deve ser lido com antecedência. Para isso, são propostos dois tipos de leitura: a leitura exploratória ou pré-leitura. Esta primeira leitura é rápida. Aproxima a criança do texto ou narração.

Após a primeira leitura, é feita uma leitura compreensiva. É aconselhável pausar em cada parágrafo e elaborar uma pequena compreensão oral sobre o que foi lido no parágrafo anterior. Dessa forma, a compreensão do texto será internalizada.

Geralmente, a técnica de sublinhado é aprendida passo a passo. O ideal é que, depois de realizar o passo anterior de leitura, se identifique mentalmente a ideia principal e se responda à seguinte pergunta: o que esse texto quis nos dizer?

Partindo dessa pergunta, seu filho pode sublinhar o mais importante do texto ou parágrafo para uma melhor compreensão ou uma posterior análise.

Fazer anotações

Esta etapa consiste em realizar um desenvolvimento próprio do sublinhado. É importante e útil que seu filho escreva um texto com suas próprias palavras, e não literalmente copiando o que o texto diz. Dessa forma, você pode perceber até onde o texto foi assimilado.

Por outro lado, é importante respeitar os termos particulares que não podem ser substituídos. Por exemplo: se o texto é sobre um acontecimento histórico, não é conveniente omitir as datas no resumo.

Elaborar mapas mentais

Os mapas mentais são de muita ajuda particularmente para crianças que possuem memória visual.

No entanto, mesmo que seu filho não tenha esse tipo de memória, os mapas as vezes são muito úteis, pois associam  palavras-chaves através de redes de comunicação que podem ser representadas por setas.

Guias de estudo

Este método é útil quando é necessário incorporar datas ou números. Geralmente é usado extensivamente em matérias como história, química, matemática, geografia e idiomas.

Teste

Os testes servem para confirmar quanto conteúdo seu filho tem assimilado e quando é necessário rever um pouco mais.

São semelhantes às avaliações chamadas questões de múltiplas escolha, nas quais é necessário escolher a resposta correta entre 3 ou mais respostas possíveis.

Utilizar regras mnemônicas

As regras mnemônicas são usadas associando um termo difícil de se assimilar a outro que é conhecido pela criança.

Dessa forma, ancora-se uma nova ideia a outra já existente. Também é muito útil para lembrar palavras ou datas.

Fazer desenhos

Muitas crianças usam suas habilidades de desenho. Este tipo de talento é particularmente útil em matérias como geografia, arte ou história.

Um desenho pode ajudá-las a gerar associações mentais pictográficas.

Gravar as aulas

Aquelas crianças que geralmente adquirem seus conhecimentos através do caminho auditivo geralmente gravam as aulas para, depois, reproduzi-las em casa e gravar novamente com sua própria voz.

O poder desta aprendizagem é muito poderoso e de grande utilidade. Principalmente quando a criança reconhece sua voz na gravação, uma vez que gera um efeito de incorporação do conhecimento muito mais preciso do que escutar uma voz alheia.

Algumas dicas extras

Embora aparentemente não seja uma técnica de estudo, é indispensável ter um espaço limpo e organizado.

Por outro lado, é importante que você saiba que pode usar cada uma dessas técnicas como um esquema que vai desde a primeira até as últimas, o que ajuda a facilitar a aprendizagem do seu filho.

No entanto, como expressado desde o início, existem técnicas que são mais utilizadas por algumas crianças do que por outras, já que isso depende das habilidades naturais de cada uma, de sua personalidade, do estágio evolutivo, do contexto e da matéria.

Imagem da capa em mylittlewalnutphotography.com

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Como ajudar o seu filho a criar hábitos e métodos de estudo

Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

Qualquer criança consegue adquirir tais competências em qualquer idade ou ano de escolaridade. Contudo, no primeiro ciclo torna-se fundamental ajudar a criança a criar e a integrar na sua rotina quotidiana bons hábitos. Sendo que, a partir do segundo ciclo, já com os referidos hábitos consolidados, a prioridade passa a ser a aquisição de bons métodos.

A importância de hábitos e métodos de estudo

É frequente os alunos passarem uma tarde inteira no quarto, sentados à secretária, convictos de que estão a estudar, mas depois têm uma nota reduzida no teste.

Os alunos pensam que estão a estudar, os pais pensam que eles estão a estudar, mas o resultado final do teste foi negativo, não correspondendo às expectativas.

Alunos e pais ficam com a sensação (errada) que o tempo foi passado a estudar, pelo facto de terem permanecido na secretária, em frente aos livros.

Neste sentido, verifica-se que o erro mais frequente destes alunos é passarem o tempo apenas a ler a matéria, a tentarem decorar a matéria, mas sem exercitar, nem compreendê-la verdadeiramente. Tal como não se pode aprender a jogar futebol ou a andar de skate apenas lendo sobre o assunto, sem treinar, também não se deve estudar para um teste sem praticar adequadamente, ou seja, sem que se tenha em consideração a realização de exercícios.

Quando se aprende a estudar, aprende-se a criar bons hábitos de trabalho. Aprende-se a ser persistente, aprende-se a lidar com a frustração, aprende-se a planificar, a trabalhar de forma metódica. Todas estas características são muito importantes tanto para o sucesso académico como para o sucesso profissional.

Os hábitos de estudo referem-se, assim, ao comportamento de estudo, aos horários, à persistência e à autorregulação do comportamento.

Os hábitos devem adquirir-se desde cedo, uma vez que a sua aquisição, por vezes, apresenta-se temporalmente morosa.

Acrescendo a vantagem de que se forem adquiridos precocemente torna-se mais fácil para o aluno ao longo do seu percurso escolar, manter a qualidade desses mesmos hábitos.

Quando nos referimos a hábitos de estudo em crianças, estes devem ser ilustrados na definição de um horário preciso de estudo; no agendamento/calendarização dos testes; na definição/delinear de uma planificação para determinado estudo; no delimitar de um tempo de atenção consecutiva, no qual se pretende que a criança estude, sem interromper a atividade, entre outras atividades/tarefas promotoras de atmosferas positivas para o estudo.

Já os métodos de estudo, dizem respeito a técnicas essenciais para a aquisição e exposição dos conteúdos integrativos das matérias escolares, que se traduzem em tarefas com resumir, sublinhar, memorizar e compreender.

Estes também devem ser adquiridos desde cedo, sendo que numa fase inicial apresentam-se muito simplistas ganhando maior complexidade e exigência a partir da frequência no segundo ciclo de escolaridade, quando o ensino contempla uma nova estruturação, pautada por uma maior diversidade de disciplinas, dispondo de metodologias diferentes inerentes aos perfis dos professores responsáveis por determinada área curricular.

Métodos de estudo

O ato de Estudar, não se apresenta singular no sentido se se circunscrever à execução de uma simples tarefa/atividade, englobando para o efeito, várias fases.

A primeira fase consiste na recolha de informação, no ler e sublinhar adequadamente.

Em fases posteriores, é preciso retirar a informação e resumi-la pelas próprias palavras, exercitar e consolidar algumas informações que exigem memorização (como por exemplo, datas, fórmulas, entre outros conteúdos na mesma índole).

Os métodos mais adequados para cada uma destas etapas variam de aluno para aluno, consoante o seu perfil cognitivo. É importante conhecer-se os pontos mais fortes e os pontos mais fracos do perfil cognitivo da criança.

Por exemplo, uma criança pode ter facilidade ao nível da memória visual, mas dificuldade ao nível da memória auditiva.

Neste caso concreto, é aconselhável e benéfico para a criança resumir a matéria mediante a utilização/construção de esquemas (usando a memória visual – o seu ponto forte), em vez se basear na realização de textos (atividade que tende a privilegiar a memória auditiva – o seu ponto fraco).

Neste sentido, importa realçar que para que um estudo seja considerado produtivo é necessário utilizar as ferramentas adequadas, é preciso variar os métodos e não esquecer os exercícios, pois é através do treino frequente que tendencialmente se aprende a aplicar o que se estudou e a replicar/adaptar a novas situações/contextos.

Deste modo, com vista a auxiliar os alunos no processo de estudo, partilhamos algumas técnicas que consideramos importantes para um bom método de estudo e para a sua respetiva eficácia:

1. Organização do espaço

– Organizar/reservar um espaço físico dedicado ao estudo e às tarefas escolares, sem elementos distráteis.

2. Planificação

– Adquirir um calendário e colocá-lo num local de fácil acesso e visível (por exemplo: a parede do quarto em frente à secretária onde o seu filho estuda).

Nesse calendário o seu filho deverá colocar todos os testes e tarefas escolares que necessitem mais do que um dia de trabalho para se realizarem.

Registe, também, os eventos especiais que levam tempo (como atividades extracurriculares, festas, aniversários, entre outras atividades da mesma índole.).

– Para cada teste e trabalho escolar, verifique de quantos dias necessita para estudar adequadamente. Deverá registar no calendário os dias destinados a essa tarefa.

Em média, um aluno necessita de cerca de três dias de estudo por teste (importa realçar que este período pode ser variável consoante a disciplina/complexidade da matéria e o ano escolar de frequência).

Para a planificação dos dias de estudo para um teste aconselhamos as seguintes orientações: a) deve agendar apenas uma disciplina por dia, durante os dias da semana, e duas, durante os fins-de-semana; b) o último dia de estudo deve ser na véspera do teste; c) o primeiro dia de estudo deve ocorrer uma semana antes da data do teste; d) deve também agendar dias de descanso, festas de aniversário, entre outras atividades passiveis de calendarização prévia (para evitar a fuga às tarefas de estudo).

– Deve agendar um dia fixo da semana para atualizar, em conjunto com o seu filho, o calendário de tarefas, tornando assim esta atividade regular/rotineira;

– Para cada teste e/ou tarefa maior o seu filho deve criar um plano de estudo. O plano de estudo consiste na elaboração de uma checklist de tarefas concretas e verificáveis.

Para cada item deve usar um destes verbos operatórios: sublinhar, exercitar, memorizar, copiar ou escrever. Cada item deve conter apenas uma tarefa. Os itens devem ser distribuídos pelos dias agendados no calendário.

Crie uma lista de verificação com todas as tarefas que tem de realizar para estudar para o teste;

– As tarefas devem ser diretas e pequenas. Abaixo apresentamos alguns exemplos (corretos e incorretos) de indicações de tarefas:

– “na página 35 fazer os exercícios 4,5 e 7 “, tal indicação apresenta-se como uma tarefa bem planeada;

– «estudar a página 35», a referida tarefa não está bem planeada, porque não é suficientemente concreta;

– «ler da página 20 à 60”, a referida indicação também não está bem planeada, porque a tarefa é muito longa, pouco estruturada e tem caráter de longa duração, ou seja, leva muito tempo.

3. Leitura de textos e recolha/seleção de dados

– Ao ler um texto para a escola/estudo, o seu filho deve utilizar sempre um marcador ou um lápis;

– Se para o seu filho for difícil marcar/ sublinhar/ assinalar apenas as informações mais importantes, tente fazer o oposto. Isto é, deixe-o apagar as informações não importantes até que fiquem apenas as palavras mais importantes. Desta forma, em vez de decidir o que é importante, eliminamos o que não é importante.

– Peça-lhe que marque a palavra mais importante ou o conjunto de palavras mais importantes, em alguns casos, numa caixa ou com uma cor diferente. Assim, quando for reler, é mais fácil para o seu filho concentrar-se apenas nas palavras marcadas que representam o assunto.

4. Resumo de informações

– Em vez de pedir ao seu filho para resumir as informações num texto, peça antes, para construir um mapa mental. Um mapa mental é um diagrama para organizar a informação visualmente;

– Na realização do resumo/mapa mental, peça ao seu filho para começar no meio da página, com o conceito central;

– Deixe-o utilizar símbolos/imagens para os conceitos principais. Os símbolos/imagens ao lado das palavras ajudam a processar a informação;

– Deixe-o utilizar várias cores no mapa mental, para estimulação visual e também para codificar ou agrupar a informação;

5. Memorizar informações com pistas visuais

– Peça ao seu filho para resumir as informações mais importantes, aquelas que necessita de memorizar, utilizando apenas desenhos/símbolos. Não escreva palavras. Os desenhos e símbolos servem como pistas visuais para a informação que deve recordar. Quando terminar, deve ter um mapa mental totalmente visual ou quase como uma página de um livro de banda desenhada;

– Treine com o seu filho, até que ele consiga referir/mencionar todas as informações, que deve memorizar, olhando apenas para os desenhos/símbolos, sem recorrer ao texto;

– Esta estratégia ajuda a construir/formar e consolidar ligações/relações mentais entre as novas informações que deve aprender e o conhecimento prévio. Pode ser bastante útil para disciplinas como ciências e história.

6. Memorize a informação interligando-a

– Ajude o seu filho a memorizar a informação necessária, construindo uma história com a mesma;

– Não importa se a história que criou seja irreal ou engraçada, o importante é que cada elemento da mesma esteja logicamente ligado/relacionado com o próximo;

– Esta estratégia apresenta-se como uma forma muito mais rápida de memorizar informações, e torna mais fácil o armazenamento da informação na memória de longo prazo.

7. Criar bons hábitos

– Ajude o seu filho, a planear e acompanhar o seu progresso por escrito. Não só o irá ajudar a ver o seu plano com mais clareza como também irá fortalecer o seu compromisso com o objetivo;

– Se iniciar uma tarefa para o seu filho, for difícil (começar a estudar para um teste, por exemplo), tente fazê-lo por etapas:

Passo 1 – ajude-o a preparar todo o material que vai precisar: abra o livro na página certa, abra o caderno, prepare uma caneta, etc., mas não comece a trabalhar ainda;

Passo 2 – determine, em conjunto, uma altura do dia para iniciar a tarefa. Por exemplo: o seu filho vai começar, logo assim, que chegar a casa da escola ou só depois de lanchar ou de brincar um bocado. Mediante a opção escolhida, é importante respeitá-la e segui-la à risca sem pretextos de evasão.

Источник: https://lifestyle.sapo.pt/familia/pais-e-filhos/artigos/como-ajudar-o-seu-filho-a-criar-habitos-e-metodos-de-estudo

Conheça os métodos de ensino de matemática para crianças

Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

Os pais sempre querem o melhor para seus filhos. Sobretudo quando falamos de percurso escolar e de estudos.

Alguns querem que seus filhos aprendam uma segunda ou terceira língua. Outros procuram especialmente o reforço em matemática, muitas vezes com aulas particulares em casa.

É um método eficaz?

E como! Mas é preciso saber transmitir corretamente todos esses conhecimentos, como o cálculo mental, equações, multiplicações, divisões, subtrações, álgebra, geometria (triângulos, retângulos, quadrados, polígonos circunscritos, retas, paralelas…), e ainda os números decimais!

Claro que você pode obter um suporte junto a jogos educativos online ou com aula de matematica em casa. Mas e o que fazer se seu filho tiver dislexia? Existe diferença na aprendizagem de matemática entre meninas e meninos?

Você vai descobrir todas essas informações aqui no Superprof ou um curso de matematica!

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Todas as crianças podem aprender matemática

Os linguistas estimam que o quanto antes os pais estimularem a aprendizagem de novas línguas nas crianças pequenas, mais ela assimilará os conteúdos. Quanto mais jovem, mais a criança aprenderá como se fosse sua língua materna.

Os brinquedos educativos, jogos coletivos e jogos de memória são perfeitos para estudar a matemática desde pequeno.

E por que também ensinar matemática? Na verdade, os especialistas em matemática dizem a mesma coisa.

Segundo um estudo conduzido pela professora Michele Mazzocco, do Center of Early Education and Development, na Universidade de Minnesota em Minneapolis (EUA), as crianças que estão em idade de ingressar na escola (por volta dos seis anos), já têm extrema facilidade para desenvolver habilidades básicas em matemática.

Elas podem aprender noções de geometria e de simetria quando estiverem brincando com blocos de madeira, ou então podem descobrir conceitos de divisão com jogando com as peças do Lego ou até compartilhando seu lanche com os colegas de turma.

Quando a criança está na idade de entrar na escola (no primeiro ano do fundamental), é importante estimular o uso de jogos interativos para que ela desenvolva habilidades matemáticas: brincadeiras educativas, jogos de memória, de lógica, desenhos para colorir online, jogos coletivos, jogos de carta, jogos de estratégia, jogos de ação, jogos de montagem, massinha de modelar, jogos de ciências, cálculo mental…

Mas será que todas as crianças são capazes de aprender matemática? A verdade é que todas as crianças têm uma curiosidade natural. Um desejo inato de aprender. Se o professor e os pais tiverem um bom estado de espírito e muita motivação, estudar matemática pode se tornar uma tarefa prazerosa.

Para complementar seus estudos, uma das formas de desenvolver e aprimorar o método positivo e motivador de ensino da matemática é por meio das aulas ou curso de matematica online ou presencial.

Ao contrário da aula tradicional dessa disciplina, seja no ensino fundamental ou no ensino médio, essa modalidade traz uma personalização, um ensino sob medida.

O professor particular pode dar aulas diretamente em sua casa e personalizar o ensino de acordo com as necessidades de seu filho: sejam elas as frações, as divisões, equações, números quadrados, enfim.

Tudo é possível! Que tal experimentar?

6 passos para seu filho aprender os cálculos em casa

É possível aprender matemática sozinho?

Verdade seja dita: os pais confiam bastante no ensino tradicional, regular. Além de seguir o percurso oficial de ensino, seu filho tem o acompanhamento de profissionais de qualidade. Mas por que não complementar com estudos em casa?

O primeiro passo é não ter medo de falar sobre o assunto em família. Abordar e estudar esses conceitos vai se tornar aos poucos algo tão natural como os demais assuntos.

Ao introduzir a matemática na rotina familiar, todos na sua casa vão, aos poucos, se sentir mais confortáveis com a disciplina.

E isso vai dar mais confiança às crianças na hora da aprendizagem, afastando inseguranças e medos gerados pelos conceitos que ainda não conhecem.

Isso contribui para que os conceitos todos como abstratos ganhem uma explicação concreta, com exemplos do dia a dia.

Graças aos jogos de memória, educativos e de lógica, você pode estudar vários tópicos fundamentais em matemática: álgebra, geometria, multiplicação, números inteiros, cálculos, adições…

Em qualquer matéria, conteúdo ou disciplina que seu filho estude, é fato que ele sempre vai aprender melhor se houver diversão e jogos envolvidos. Muito mais do que o famoso e inútil método da « decoreba ».

Bom… aqui não estamos estudando muito a matemática tradicional… Mas para aqueles que podem, que tal dar um pulo na Terra do Lego (Legolândia), na Flórida?

Em matemática, hoje, há uma variedade enorme de jogos online, sites especializados, brinquedos educativos e muito mais. Opções não faltam.

Você pode, por exemplo, pedir para seu filho contar o número total de spaghettis numa bacia enquanto você cozinha; ou então pode pedir para que ele meça o tamanho do retângulo que você criou com uma massinha de modelar; pode também aprender e brincar com Lego, fazendo frações, adições, subtrações com as pecinhas.

Enfim, imaginação em casa não faltará! Aprenda a enxergar a matemática no dia a dia. Seu filho aprenderá com você. Isso ajudará a criar um ambiente propício para a aprendizagem da disciplina!

E não deixe de conferir aula de matematica basica!

Dislexia: como estudar cálculos e números

O que fazer quando seu filho tiver dislexia? Devemos ensinar a matemática com os mesmos métodos regulares?

Como talvez você já saiba, a dislexia pode ser definida como uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais. A deficiência também afeta outros aspectos da vida do aluno, como sua memória, sua concentração, ou ainda seu senso de organização. Mas então como fazer para ensinar matemática a crianças disléxicas?

Falamos a princípio de uma abordagem multissensorial, que envolve a audição, o tato, a visão e os movimentos. Por isso é fundamental utilizar fichas ou cartazes onde são registrados os resumos e as palavras-chave dos conteúdos estudados. Indícios visuais ajudam muito os disléxicos a compreender e a decifrar a matemática.

Para essa categoria de deficiência, é muito importante ser paciente e não se precipitar.

É crucial repetir as explicações para ter certeza de que o conteúdo foi bem assimilado. Alternar atividades é também muito importante para que não fique restrito a um só jeito de ensinar. Para ajudar na hora de estruturar e alinhar os estudos, crie modelos de organização:

  • Pastas coloridas para diferenciar os tópicos das aulas de matemática;
  • Respeitar uma agenda ou cronograma diário;
  • Usar um caderno de exercícios ou uma agenda.

Quanto mais você pesquisar e utilizar fontes e materiais de apoio diversificados, mas ricas serão suas aulas. Se possível, converse com os demais professores de seu aluno, compartilhe ideias e materiais. O estudante precisa desse apoio na hora de aprender todas as disciplinas.

Outras dicas também auxiliam no ensino da matemática para disléxicos, como a utilização de cores nas anotações e nos materiais, nos gráficos, nos desenhos, além de elaborar materiais que resumem cada aula de forma concisa…

Não existem receitas ou fórmulas prontas para lidar com a educação de alunos com dislexia. Mas a prática é sempre a melhor solução para que os estudantes progridam nos estudos. Entenda a realidade de seus alunos. A dedicação e o investimento valem muito a pena! Os resultados vão aparecer quando você menos esperar.

Existe uma facilidade natural para os números em função do gênero?

Desde cedo as crianças são educadas por meio de clichês: cores azuis para meninos, bonecas para meninas… Com a matemática, infelizmente, é a mesma coisa!

Vamos, por fim, abordar um assunto delicado: será que existe uma razão biológica que favorece a aprendizagem da matemática por homens ou mulheres? Algumas estatísticas definem o cenário no Brasil e no mundo:

  • Somente 14% das jovens brasileiras que ingressaram a universidade escolheram campos relacionados à ciência, como engenharia, indústria e construção. Por outro lado, 39% de jovens do sexo masculino que ingressaram na universidade optaram por seguir uma dessas áreas;
  • Nos Estados Unidos, um estudo realizado com 7 milhões de alunos revelou que não há nenhuma diferença nas notas de matemática entre os meninos e as meninas, do ensino fundamental ao médio, de 7 a 18 anos de idade.

Mas então, de onde vem esse mito de que os homens são melhores em ciências exatas e as mulheres são melhores em letras?

Estudos comprovam que essa ideia – herança de uma sociedade desigual e talvez sexista – permeia o inconsciente social e faz com que meninos e meninas façam suas escolhas em função desses estigmas. Na verdade, muitas vezes a própria família ou os próprios professores reforçam esses pensamentos.

Por isso é fundamental ter muito cuidado em sala de aula. Sim, é possível reverter a situação! Não só é possível como é preciso, uma vez que as próprias ciências, como a matemática, perdem com a falta de diversidade.

Marília Carvalho, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) que estuda o assunto, afirma que, em sala de aula, medidas simples podem ajudar, como evitar promover diferenças e disputas entre meninos e meninas.

Outras recomendações incluem evitar reforçar a ideia de que a disciplina é extremamente difícil, usar exemplos que não recorram a estereótipos de gênero, não deixar poucos alunos dominarem a aula e mudar periodicamente os grupos de estudantes que trabalham juntos.

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Источник: https://www.superprof.pt/blog/infancia-e-numeros/

Como ajudar meu filho a estudar? Confira 5 dicas!

Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

Notas ruins nas provas, exercícios não concluídos, leituras atrasadas… Essas situações geralmente ocorrem quando o filho não vai bem na escola.

Isso pode acontecer por vários motivos, sejam problemas de ordem emocional, problemas cognitivos ou até mesmo a falta de apoio dos pais no processo de aprendizagem.

Diante dessas situações, os pais sempre se perguntam: afinal, como ajudar meu filho a estudar?

Essa pergunta pode ter uma resposta simples: fomentar a motivação. Esse é um dos elementos mais importantes para o aprendizado de toda criança e adolescente. Por isso é importante os pais incentivarem esse comportamento, auxiliando o filho a ver não apenas a relevância de tirar boas notas, mas também entender a importância que a educação terá para o seu futuro.

Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe este texto e conheça cinco dicas fundamentais para ajudar seu filho a ter um desempenho exemplar na escola. Confira!

1. Mostre que você está disposto a ajudar

O primeiro passo de como ajudar a criança a estudar é se colocar à disposição para o que for necessário. Isso pode ser feito por meio de uma conversa introdutória onde o pai ou a mãe explicam que ninguém é bom em tudo e muitas vezes surgirão dificuldades durante o estudo de algumas matérias e assuntos na vida escolar.

O ideal é que os pais se mostrem interessados na rotina educacional do filho, mas sem pressioná-lo. A postura correta é se colocar como uma pessoa que oferece ajuda. Assim, a criança vai se sentir mais confortável em pedir ajuda para o pai, deixando de lado a ideia ruim de que ela é incapaz de aprender determinado conteúdo.

2. Estude com seu filho

Após ter uma conversa com seu filho sobre ajudar a estudar, é bem provável que a criança peça que você estude com ela.  Nesse momento o pai pode realmente ensinar ao filho a maneira mais adequada para estudar. Por exemplo, pode ser apresentada a técnica de elaborar resumos.

Nessa metodologia, o pai vai explicar para criança que depois da leitura de um tema é interessante fazer uma resumo para sintetizar as ideias e ordená-las.  Por meio da técnica de resumos é possível que a criança consiga diferenciar aquilo que realmente é importante e aprender a sintetizar o que foi aprendido em poucas palavras.

Dessa maneira, o pai pode separar um caderno específico para resumos e sugerir que o filho preencha esse caderno logo após o estudo da matéria. Ensinar o seu filho a fazer bons resumos é fazer com que ele domine uma ferramenta fundamental para a vida acadêmica.

3. Leia junto com seu filho

A leitura é um processo bastante importante para desenvolver habilidades durante o processo de aprendizado e também para conhecer novas culturas.

Por isso seu filho vai bem na escola quando sabe ler de maneira eficiente. E você pode ajudá-lo nisso. Por exemplo, se seu filho ainda está na fase de educação infantil é importante ensiná-lo a amar a leitura.

Isso pode ser feito com a leitura de contos em voz alta na presença da criança.

Mas se o seu filho já está na fase de educação fundamental e provavelmente já sabe ler corretamente, é chegado o momento do pai ensiná-lo a desenvolver uma técnica de leitura mais compreensiva.

Isso quer dizer que a leitura vai priorizar a memorização. Nesse processo é comum sugerir que o filho desenvolva atividades acompanhadas do dicionário e realizar resumos com os dados mais importantes.

Também é possível acompanhar a leitura junto com a criança. Peça que ele comece a ler determinado trecho e depois peça para que ele escute você lendo. Dessa forma, ele desenvolve tanto a habilidade de praticar a leitura oral de maneira correta quanto desenvolve a capacidade de ouvir atentamente e captar informações.

4. Crie um cronograma de estudos

Geralmente a criança procura os pais desesperada, para dizer que tem um trabalho ou uma prova que deve ser feita nos próximos dias.

É o momento em que o pai vai falar da importância de criar e seguir um cronograma de estudos. Ele deve ser baseado na programação do conteúdo estipulado pela escola.

Mas também pode conter outros assuntos, como por exemplo, o estudo de um novo idioma que geralmente não é trabalhado na escola.

Para montar o cronograma, é importante conversar com os educadores a respeito das disciplinas programadas para o bimestre ou semestre.

A partir disso você vai selecionar as horas e os dias para que seu filho estude cada conteúdo.

É importante dizer ao filho que ele deve estudar em determinado horário e depois disso poderá fazer outra atividade, como por exemplo, brincar ou sair com os colegas.

Com o cronograma bem feito é possível que a criança estude um pouco por dia, não acumulando tarefas escolares. Isso faz com que ela tenha maior compromisso sobre a responsabilidade de estudar e fixar melhor o conteúdo aprendido.

Para tornar a criação do cronograma uma tarefa mais divertida e estimulante, você pode criá-lo junto com o seu filho usando um dos modelos de planos de estudos prontos e facilmente personalizáveis do Canva. Com eles, vocês conseguem criar um cronograma semanal ou mensal, de acordo com a necessidade, escolhendo as cores e os elementos do design juntos.

5. Organize um espaço para estudos

A criança pode aprender as melhores técnicas de estudo e ter o melhor material possível, mas de nada vai adiantar se o ambiente onde ela costuma estudar não é adequado.  Por exemplo, se o local for mal iluminado ou a cadeira for inadequada é possível que a criança se sinta expulsa daquele ambiente e com isso não haverá produtividade de estudo.

É necessário organizar um espaço para os estudos. Escolha um local em casa que seja tranquilo, bem iluminado, limpo e organizado. Não deixe nesse espaço equipamentos como televisão e videogame, que podem distrair a atenção da criança.

É necessário que nesse ambiente haja todos os materiais necessários, como os livros e objetos para escrever (canetas e cadernos).  É interessante que o pai construa, juntamente a criança, esse espaço de estudos a fim de que ela tenha o maior envolvimento com o ambiente.

Essas foram algumas dicas de como ajudar seu filho a estudar. O que pode facilitar nesse processo é matricular a criança em boas escolas. Geralmente instituições de ensino de qualidade possuem estrutura pedagógica que identifica dificuldades de aprendizagem e conseguem fomentar a motivação nos estudantes.

E aí, quanto tempo você passa ajudando o seu filho a estudar? Deixe seu comentário neste post!

Источник: https://materiais.teddybear.com.br/2020/02/27/como-ajudar-meu-filho-a-estudar/

Estudar Com Êxito: Dicas para ajudar o seu filho no estudo!

Métodos de estudo para ensinar ao meu filho

Estudar é algo essencial para que os alunos alcancem sucesso escolar. Porém, muitas crianças sentem uma enorme dificuldade ao fazê-lo, ora porque estudam por obrigação, ora porque, apesar do empenho, não têm um método de estudo.

Ajudar os alunos a dominar técnicas de estudo simples e eficazes é essencial para que tenham uma boaaprendizagem. Os hábitos que conduzem ao sucesso escolar podem criar-se no ensino básico e aplicar-se também no secundário ou ensino superior.

Quando uma criança se limita a “marrar” na véspera de um teste, não está verdadeiramente a estudar. Na maioria das vezes, memoriza os conteúdos e não consolida os conhecimentos.

À medida que as crianças evoluem para diferentes níveis de escolaridade, sobretudo quando transitam de ciclo, são obrigadas a assimilar mais conteúdos disciplinares. Se não forem capazes de estudar regularmente e com método, não conseguirão aprender com a mesma facilidade daquelas que já dominam a arte de saber estudar!

Saiba como ajudar o seu filho a aprender a estudar!

Não há poções mágicas! Mas há uma série de dicas que certamente contribuirão para ajudar os miúdos a aprender a estudar.

Esqueçamos a ideia de que as crianças têm de aproveitar todo o tempo livre para se dedicar aos estudos.

Ter vida social e familiar, ir ao cinema ou passear ao fim de semana é extremamente enriquecedor.

É igualmente importante participar em atividades extracurriculares, praticar desporto, ler um bom livro de aventura, ver televisão e até jogar playstation. Deixe-as fazer aquilo de que mais gostam.

Consultámos os livros “Métodos e Técnicas de Estudo” e “Como Estudar Melhor”, de Fernanda Carrilho, e “Ensina o Teu Filho a Estudar”, do autor Renato Paiva.

Ambos alertam para a necessidade das crianças terem estratégiasde estudo que as ajudem a desenvolver as suas capacidades.

Assim, poderão alcançar bons resultados escolares, que serão determinantes, a curto prazo, no seu percurso escolar e, a longo prazo, no seu ingresso no mercado de trabalho.

Na opinião dos autores, estudar é uma tarefa constante, disciplinada e metódica, que deve ter em consideração a pesada carga horária dos alunos e os seus interesses pessoais. Fernanda Carrilho e Renato Paiva referem ainda que, quanto mais cedo as crianças aprenderem a estudar, mais oportunidades terão de explorar os mecanismos que melhor se adequam ao seu estilo de aprendizagem.

Diferentes crianças adaptam-se a distintos métodos de estudo!

Há crianças que são auditivas e aprendem mais facilmente escutando. Outras são visuais e assimilam melhor lendo e observando imagens ou vídeos.

Há ainda aquelas que, por serem cinestésicas, preferem escrever ou realizar algo prático para aprender mais facilmente. É preciso que os pais compreendam que os alunos não estudam todas da mesma maneira.

Só desta forma conseguirão ajudar os seus filhos a aprender a estudar!

Uma vez percebido o estilo favorito da criança, é possível ajudá-la a estudar com eficiência. O método de estudo usado será o mais adequado para ela. Tornar-se-á, por isso, menos moroso e cansativo, mais gratificante, simples e motivador.

Ainda assim, é preciso que as crianças e os pais tenham consciência de que existem diferentes momentos de aprendizagem: o estudo de acompanhamento da matéria e o estudo de preparação para uma avaliação.

Se um estudante tiver por hábito ir acompanhando a matéria à medida que esta é lecionada, o momento que antecede os testes será de consolidação de conhecimentos e de revisão. Quando assim é, as crianças sentem-se menos ansiosas no momento da avaliação, estão mais preparadas para os testes-surpresa e lidam melhor com a pressão.

Cinco dicas para aprender a estudar

1. Estipular um horário de estudo, no qual estejam previstas pausas para descanso, para refeições equilibradas e variadas e para a realização de atividades de caráter lúdico.

2. Proporcionar um ambiente com boas condições de estudo. O espaço tem de ser bem iluminado e arejado, com uma secretária ampla e uma cadeira confortável. O aluno deve ter acesso ao material que necessita e evitar elementos de distração, como a televisão e o telemóvel.

3. Ajudar o aluno a estudar por etapas, na proporção 20-40-40. Na primeira, ler e compreender os conteúdos.

Na segunda, sublinhar à medida que lê, tirar apontamentos e fazer resumos, esquemas ou gravações das leituras em voz alta. Na terceira, fazer exercícios diversificados e repeti-los, se necessário.

Resolver enigmas, adivinhas, palavras-cruzadas e charadas também pode contribuir para a compreensão e apreensão dos conteúdos.

4. Planear a vida familiar em função do calendário escolar. Os pais devem mostrar-se positivos e confiantes nos momentos em que as crianças solicitam apoio no estudo.

5. Conversar às refeições sobre as atividades escolares e colocar questões aos filhos sobre os novos conteúdos aprendidos nas aulas, os trabalhos de casa e as dúvidas que estes sentiram.

Источник: https://noticias.externatochampagnat.pt/wordpress/2017/10/estudar-exito-dicas-ajudar-filho-estudo/

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