Placenta anterior baixa

Placenta prévia: sintomas, tratamentos e causas

Placenta anterior baixa

A placenta prévia é a implantação da placenta na porção mais baixa da cavidade uterina, recobrindo o orifício interno do colo do útero (canal do parto) ou perto deste. A placenta é uma estrutura que fornece alimentos e oxigênio ao bebê, além de remover os resíduos no sangue do feto.

Durante a gravidez, a placenta se move conforme o útero se estende e cresce. No geral, a placenta está mais baixa no início da gravidez, mas tende a se movimentar para cima conforme a gravidez progride.

No terceiro trimestre, a placenta deve estar perto do topo do útero, de modo que o colo do útero tenha um caminho claro para o parto.

Se a placenta está muito próxima ao orifício interno do colo uterino ou então implantada parcialmente ou totalmente sobre ele, essa é uma condição conhecida como placenta prévia ou placenta baixa, e pode aumentar o risco de hemorragia grave antes ou durante o parto.

Gravidez: passo a passo para uma gestação saudável

Tipos

Existem quatro tipos de placenta prévia. O tipo de placenta prévia define o tratamento mais indicado e se a mãe deve fazer uma cesárea ou poderá optar pelo parto normal. É importante ressaltar que todos os tipos de placenta prévia podem causar hemorragia intensa em algum momento, implicando na necessidade de cesárea de emergência.

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A placenta cobre parcialmente a abertura do colo do útero. Nesse caso, o parto vaginal ainda é possível, mas depende do quanto a placenta está cobrindo a abertura uterina. Se necessário, será feita cesárea.

Este tipo começa no início da gravidez, com a placenta já localizada mais baixo do que o normal. Entretanto, o canal não fica obstruído, havendo a possibilidade de realizar parto vaginal.

A placenta prévia marginal acontece quando a parte inferior na placenta encosta nas margens do orifício interno do colo uterino. Qualquer sobreposição durante o parto pode causar pequenos sangramentos. No entanto, partos vaginais são normalmente seguros.

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Este é o tipo mais grave, com a placenta cobrindo a totalidade do orifício interno do colo do útero. A cesárea é recomendada e, em casos graves, o bebê pode precisar nascer prematuramente.

Causas

Quando ocorre a fecundação do óvulo, este apresenta 2 regiões distintas, uma que vai dar origem ao embrião e a outra que dará origem à placenta.

Normalmente, a placentação ocorre na região corporal ou perto do fundo da cavidade uterina, portanto longe do orifício interno do colo uterino.

Em alguns casos, essa implantação se dá na porção mais baixa da cavidade uterina, o que pode predispor à ocorrência da placenta de inserção baixa ou mesmo à placenta prévia.

Não se sabe exatamente o que causa a placenta prévia. No entanto, os tipos persistentes de placenta prévia têm sido associados com:

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  • Cicatrizes do revestimento do útero, como aquelas formadas em cirurgias
  • Placentas grandes, como aquelas formadas em gestações múltiplas
  • Mulheres que tem 35 anos ou mais durante a gravidez
  • Histórico pessoal de placenta prévia.

Fatores de risco

O de placenta prévia é maior em pessoas que fizeram cirurgias anteriores envolvendo o útero, tais como:

  • Cesárea
  • Remoção de mioma uterino
  • Dilatação e curetagem.

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A placenta prévia também é mais comum entre as mulheres que:

  • Já fizeram um parto anteriormente
  • Sofreram com placenta prévia em gravidez anterior
  • Estão gerando mais de um feto
  • Tem 35 anos ou mais
  • Fumam
  • Usam cocaína.

Sintomas de Placenta prévia

É comum a placenta prévia não apresentar nenhum sintoma, sendo diagnosticada em exames de rotina. No entanto, podem acontecer alguns sinais de alerta, como:

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  • Cólicas
  • Sangramento que inicia, para e começa de novo dias ou semanas mais tarde
  • Sangramento após relação sexual
  • Sangramento na gravidez, principalmente na segunda metade.

Buscando ajuda médica

Chame o seu médico ou busque atendimento de emergência imediatamente se você:

  • Experimenta sangramento vaginal intenso durante o primeiro trimestre de gestação
  • Tem qualquer sangramento vaginal no segundo ou terceiro trimestre.

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Na consulta médica

Se você já esteve grávida há mais de 12 semanas e desenvolve sangramento vaginal, marque uma consulta com seu/sua ginecologista. Ele ou ela pode recomendar cuidados médicos urgentes dependendo dos sintomas, histórico de saúde pessoal e período da gravidez. Caso você desconfie de algum problema, marque uma consulta e exponha sua preocupação.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

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O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando ocorreu o sangramento vaginal?
  • Ele ocorreu mais de uma vez?
  • Qual a intensidade do sangramento?
  • Ele é acompanhado de dor ou contrações?
  • Você já fez cirurgias uterinas, cesárea, remoção de miomas ou dilatação e curetagem?
  • Você fuma? Quanto?
  • Quão longe você mora do hospital?
  • Quanto tempo levaria para chegar ao hospital em caso de emergência, incluindo o tempo para organizar o cuidado de crianças e transporte?
  • Você tem alguém por perto que pudesse cuidar de você se precisar de repouso?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para placenta prévia, algumas perguntas básicas incluem:

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  • Eu tenho placenta prévia?
  • Qual tratamento você recomenda?
  • Quais cuidados preciso seguir durante o resto da minha gravidez?
  • Devo fazer alguma restrição? Por quanto tempo?
  • Devo prestar atenção em quais sinais ou sintomas?
  • Poderei fazer um parto vaginal?
  • Essa condição aumenta o risco de complicações em uma gravidez futura?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Placenta prévia

A maioria dos casos de placenta prévia é diagnosticada no segundo trimestre de gravidez, durante uma ultrassonografia de rotina. Mas pode ser que a placenta prévia seja diagnosticada após um sangramento vaginal durante a gestação, que exigirá uma ultrassonografia para investigação. Em algumas situações, a placenta prévia só é descoberta em um sangramento durante ou próximo ao parto.

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Um exame pélvico não será feito a menos que seja necessária uma cesárea de emergência. Um exame pélvico pode prejudicar a placenta e provocar um sangramento mais intenso.

Tratamento de Placenta prévia

O tipo de tratamento irá depender:

  • Da quantidade de sangramento
  • De quanto o problema está afetando a sua saúde e a saúde do seu bebê
  • Do quão perto está a data do parto.

Se a placenta prévia é descoberta no início da gestação, as chances de melhorar por conta própria são altas. A posição da placenta pode mudar à medida que o útero cresce. Assim, até ao final da gravidez, a placenta pode estar no lugar correto.

Caso o diagnóstico aconteça após a vigésima semana de gravidez e não há sangramento, serão necessários alguns cuidados para evitar uma visita de emergência ao hospital:

  • Evite todas as atividades extenuantes, como corrida ou levantamento de peso
  • Não faça sexo, nem coloque nada em sua vagina
  • Procure ajuda médica de emergência se houver algum sangramento vaginal.

Se há algum sangramento, pode ser necessária internação. Se a data prevista para o parto está próxima, pode ser feita uma cesárea de emergência, uma vez que o parto vaginal poderia perturbar a placenta e causar hemorragia grave.

Se o sangramento pode ser retardado ou interrompido, a equipe médica pode atrasar o parto e acompanhar você e seu bebê de perto. O médico pode fazer:

  • Monitoramento cardíaco fetal para verificar a condição do seu bebê
  • Amniocentese para saber se os pulmões do bebê estão totalmente “amadurecidos”.

Você pode precisar de:

  • Uma transfusão de sangue, se perder muito sangue
  • Medicamentos esteroides, se você não está perto de sua data provável de parto. Os remédios ajudam a acelerar o desenvolvimento dos pulmões e preparar seu bebê para o parto
  • Manobras para retardar ou parar as contrações se você estiver em trabalho de parto prematuro.

Convivendo/ Prognóstico

Coletar informações sobre o seu estado pode ajudar a reduzir o medo. Fale com seu médico ou médica, faça alguma pesquisa e se conecte com outras mulheres que já tiveram placenta prévia.

A placenta prévia pode impedir a realização do parto normal. Lembre-se que a saúde do seu bebê e sua saúde é mais importante do que o tipo de parto ou sua vontade de ter um parto vaginal.

Como você precisará ficar em repouso, tente aproveitar esse tempo para planejar a chegada do bebê. Leia mais sobre os cuidados com o recém-nascido ou use esse tempo para organizar suas finanças, álbuns de fotos antigas ou recuperar o atraso nos estudos.

Faça coisas que alegram, como ler um bom livro ou ouvir uma música que você ama. Chame seus amigos para uma visita ou peça ajuda para seu parceiro(a) acerca das tarefas de casa, caso elas sejam feitas por você.

Complicações possíveis

Se você tiver placenta prévia, precisará de acompanhamento para reduzir o risco de complicações, como:

  • Sangramento vaginal grave, que pode ocorrer durante o trabalho de parto ou nas primeiras horas após o parto
  • Parto prematuro, uma vez que hemorragias graves podem requerer cesárea de emergência.

Referências

Jurandir Passos, ginecologista do laboratório Atalaia em Goiás – CRM 60633

Royal College of Obstetricians and Gynecologists

American Congress of Obstetricians and Gynecologists

Источник: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/placenta-previa

Los tipos de placenta previa

Placenta anterior baixa

A través de la placenta, tu hijo se alimenta, respira y elimina sus desechos. Además, forma una barrera que impide el paso de algunos microorganismos y sustancias nocivas para tu bebé. El papel de la placenta es vital. También su posición en el útero. Veamos por qué.

¿Qué es la placenta previa?

Cuando el óvulo es fecundado, recorre la trompa de Falopio y suele implantarse en el “techo” del útero. Allí la placenta dispone de espacio para crecer sin problemas.

En cambio, a veces lo hace en la parte baja o lateral de la cavidad uterina, en zonas muy próximas al cuello del útero, llegando incluso a obstruirlo. Este fenómeno se conoce como placenta previa, la más común y fácilmente detectable de las patologías placentarias.

La placenta previa se puede diagnosticar con una ecografía en cualquier momento de la gestación, aunque no tiene un valor definitivo hasta el tercer trimestre.

¿Tiene solución?

Se estima que alrededor del 10% de las embarazadas presenta placenta previa al inicio de la gestación y, sin embargo, al llegar al tercer trimestre este porcentaje se ve reducido al 1%.

Este fenómeno tan común se llama migración placentaria y no significa que la placenta cambie de lugar, sino que, a lo largo del embarazo, el segmento inferior del útero crece hasta alcanzar los 20 cm. Este desarrollo logra alejar un poco las placentas bajas del orificio cervical.

Por eso, si te la diagnostican al principio de tu embarazo, no saques conclusiones precipitadas. El médico seguirá su evolución y te dirá las precauciones que debas tomar en cada momento.

Tipos de placenta previa

Lateral o de inserción baja. Está colocada a menos de 10 cm del orificio cervical, es decir, en el segmento inferior del útero, pero sin llegar a tocar la entrada. El parto suele ser vaginal normal.

Marginal. Contacta con el orificio pero no llega a sobrepasarlo. Si la placenta se desplaza al dilatarse el cuello del útero, puedes tener parto vaginal.

Parcial. La placenta cubre parcialmente el orificio. Puede intentarse el parto vaginal, pero si se produce una hemorragia es necesaria una cesárea de urgencia.

Total u oclusiva. Como en el dibujo, la placenta cubre por completo el orificio. Suele programarse la cesárea. La colocación de la placenta impide la salida del bebé y cualquier maniobra podría ser peligrosa.

Vigila las pérdidas

Sangrado espontáneo abundante o escaso, de color rojo vivo y sin dolor abdominal, que a veces cesa para reaparecer de nuevo. Es el principal síntoma que te pondrá sobre aviso de una placenta previa. Suele presentarse después de la semana 28-30.

En otros casos, no aparece el sangrado en todo el embarazo, pero no es lo habitual.

La placenta, al estar situada tan baja, corre el riesgo de desprenderse parcialmente por uno de sus bordes de la pared del útero, cuando el segmento inferior de este se estira y comienza a crecer más deprisa, es decir, a partir de la 26-28 semana. Por eso sangra.

No debes alarmarte porque es normal, aunque sí dirigirte de inmediato al hospital, donde te harán una ecografía y vigilarán el estado del bebé y el tuyo ante la pérdida de sangre.

Lo más probable es que el especialista te recomiende realizar reposo hasta el momento del parto, evitar las relaciones sexuales y estar cerca de un centro hospitalario por si se presentase una nueva hemorragia.

Si se desprende antes de tiempo

Algo más grave y excepcional es el desprendimiento prematuro de placenta.

Este grave accidente consiste en la separación de la placenta de su zona de inserción antes del nacimiento del feto, de manera que se interrumpe su aporte de nutrientes y oxígeno y se condiciona su supervivencia.

Este hecho produce una hemorragia, contracciones y dolor abdominal. Los síntomas comienzan de forma brusca y la sangre es oscura y con coágulos. Puede ocurrir por un traumatismo, estados de hipertensión, déficit de ácido fólico o por fumar.

Si observas estos síntomas, acude urgentemente al hospital más cercano. Allí valorarán el grado de desprendimiento. Si es parcial, es posible que con reposo el embarazo llegue a término sin problemas. Si es total, será necesario practicarte una cesárea.

Asesoramiento: Dr. José Mallafré, jefe del Servicio de Obstetricia Clínica de USP Institut Universitari Dexeus y Dra. Mª Antonia Sánchez Oliver, ginecóloga del Servicio de Obstetricia y Ginecología del Hospital Universitario Virgen del Rocío, de Sevilla (con la supervisión del Dr. Castro, jefe de Perinatología de dicho hospital).

Vanesa Lleó

Источник: https://www.guiadelnino.com/embarazo/pruebas-en-el-embarazo/los-tipos-de-placenta-previa

Placenta Anterior, Posterior e Fúndica – O Que Significa?

Placenta anterior baixa

A placenta é um o único órgão provisório do corpo humano que fica alojado no corpo feminino por um período único e exclusivo como a gravidez. Além desse fato curioso, ele é de extrema importância, não para a mamãe, mas sim para o bebê que cresce dentro do útero materno.

Aparência da Placenta

Com aspecto semelhante ao fígado, a placenta que é cheia de veias e vasos que são irrigados pelo sangue da mamãe. Ela é a responsável por levar os nutrientes necessários para a formação e também a oxigenação do feto.

O bebê não respira dentro do ventre, todo oxigênio que o bebê consome é fornecido pela placenta  através do cordão umbilical, oxigênio fornecido pelo organismo da mãe. Mas um órgão tão importante pode trazer algumas duvidas para as mamães quando examinado pelo médico durante o pré natal.

Vamos neste post explicar algumas definições que são citadas nos laudos ultrassonográficos e que podem ou não significar um sinal de alerta. Com vocês: placenta anterior, placenta posterior e placenta baixa.

Para entender melhor, devemos lembrar que a gestação é acomodada no útero que é, depois da pele, o segundo órgão humano que mais tem capacidade de expansão. Ele é capaz de crescer cerca de 100 vezes o seu tamanho. Nele durante a gestação, é acomodado o bebê e a placenta que através do cordão umbilical, leva ao bebê tudo que é preciso para o seu desenvolvimento.

Placenta anterior

A placenta anterior é a localização na parede da frente do útero. Por isso, é denominada anterior, que é anterior ao útero e próxima da barriga da gestante. A placenta anterior pode ser localizada na direita ou esquerda no útero, mas sempre na parte da frente.

Placenta posterior

A placenta posterior, assim como a anterior é denominada pela localização da posição de fixação da placenta no útero. Ao contrário da placenta anterior, a posterior é fixada na parede próxima às costas da gestante. Também é possível que a placenta esteja fixada à direita ou esquerda do útero.

Placenta Fúndica

A placenta fúndica é localizada no topo do útero da mãe. Ela se localiza no alto mais próximo às trompas e de longe, é o melhor local para a fixação da placenta.

Placenta baixa

A placenta baixa dentre todas as opções é a única que pode significar algum problema na gravidez, porém, problema este apenas para o parto e não para a gestação em si.

Como ela se localiza fixada próximo, se não em cima do colo do útero, pode impedir que o bebê pudesse nascer por via de parto normal. Mesmo que a mulher tenha dilatação, se a placenta baixa for completa, impede a passagem do bebê pelo colo do útero.

A placenta baixa pode ter localização anterior ou posterior dentro do útero, porém sempre abaixo do que deveria, no topo do útero em crescimento. Você pode saber mais sobre a placenta baixa neste post do site.

Aspectos da Placenta Anterior, Placenta Posterior e Fúndica

É importante lembrar, que a localização da placenta é determinada pelo local onde o zigoto (embrião) se fixa após a fecundação. O melhor local para a fixação do bebê, é a parte baixa e mais macia do endométrio.

posições da placenta intra útero

A fixação determinará se a placenta será baixa, posterior ou anterior. Também é possível determinar graus da placenta, quanto menor, melhor estará e mais saudável também é.

Se a sua placenta estiver em grau zero ou 1, significa que ela ainda é bastante jovem à partir do grau 2 está amadurecendo e o grau 3 significa que está envelhecida, mas ainda é capaz de manter a gravidez saudável.

Portanto de a gravidez vai bem e o pré natal é bem acompanhado não há com o que se preocupar.

É possível que o útero acomode mais de uma placenta ao mesmo tempo, neste caso a gravidez será gemelar e nem todas as placentas terão a mesma acomodação dentro do útero. Se forem mais de 2 bebês, então, é possível que tenham todas as posições citadas aqui neste texto, simultaneamente.

Falando nisso, também vale lembrar que a placenta pode não se fixar no mesmo lugar para uma mesma mulher em gravidezes diferentes. Então se teve placenta baixa na primeira gestação, não é um precedente preocupante para a segunda gestação, neste caso a máxima de que cada gravidez é única é realmente verdadeira.

Veja também: Cordão Umbilical e Umbigo do Bebê – Sua Função Dentro do Útero

Fotos: Magnus Manske

Источник: https://www.famivita.pt/placenta-anterior/

Placenta previa: qué es, síntomas, tratamiento y riesgos

Placenta anterior baixa

La placenta previa, también conocida como placenta de inserción baja, se produce cuando la placenta se inserta parcial o totalmente en la zona inferior del útero, pudiendo cubrir la abertura interna del cuello uterino. A pesar de que no en todos los casos causa síntomas, la placenta previa puede producir sangrado vaginal, riesgo de parto prematuro o complicaciones durante el parto.

Generalmente se detecta en el segundo trimestre de gestación, sin embargo no se considera un problema serio en esta fase, ya que conforme el útero crece, se desplaza hacia arriba permitiendo que la abertura del cuello del útero se libere para el momento del parto. Sin embargo, en algunos casos, puede persistir, confirmándose por medio de ultrasonido en el tercer trimestre, alrededor de la semana 32 de gestación.

El tratamiento es prescrito por el obstetra, y en caso de placenta previa con poco sangrado se indica permanecer en reposo y evitar el contacto íntimo. Sin embargo, cuando esta presenta sangrado intenso, puede ser necesario permanecer internada para la evaluación fetal y materna constante.

Principales síntomas

Los síntomas de placenta previa son más frecuentes a partir del 3er trimestre del embarazo e incluyen sangrado vaginal, normalmente sin dolor, de color rojo vivo.

Ante la presencia de estos síntomas, la embarazada debe acudir inmediatamente al hospital para ser evaluada por un obstetra y que se le realice un ultrasonido para verificar la localización de la placenta, ya que estos síntomas pueden confundirse con el desprendimiento de placenta. Conozca más sobre cómo se produce el desprendimiento de placenta y qué hacer en esta situación.

El diagnóstico de la placenta previa se realiza a través de un ultrasonido.

Cuando se encuentra alguna irregularidad de este tipo en la placenta al inicio del embarazo, se llama placenta de inserción baja, y es probable que la placenta se posiciones correctamente después de la semana 30 de gestación.

En gestantes que no presentan síntomas, la placenta previa es descubierta por ultrasonido en el 3er trimestre, el cual forma parte de los exámenes prenatales.

Tipos de placenta previa

De acuerdo a su localización en el útero, la placenta previa puede clasificarse en diferentes tipos:

  • Total: la placenta cubre por completo la abertura del cuello uterino;
  • Parcial: la placenta cubre parcialmente la abertura interna del cuello del útero;
  • Marginal o lateral: la placenta alcanza se posiciona en la abertura interna del cuello uterino, pero no la cubre;
  • Inserción baja: la placenta se localiza en la parte inferior del útero, pero no alcanza la abertura interna del cuello del útero.

La placenta previa es más frecuente en mujeres embarazadas de gemelos, multíparas, que tienen cicatrices uterinas anteriores, más de 35 años de edad o que tienen antecedente de placenta previa. Conozca más sobre la placenta y los problemas que puede desarrollar en el embarazo.

Cómo se realiza el tratamiento

El tratamiento de la placenta previa debe ser orientado por el obstetra y puede ser realizado en el hospital o en casa, dependiendo de la edad gestacional y el sangrado vaginal que presente la embarazada. Generalmente, el tratamiento incluye reposo y adopción de cuidados como:

  • Evitar realizar esfuerzos y permanecer mucho tiempo de pie, procurando estar la mayor parte del tiempo sentada o acostada, de preferencia, con las piernas elevadas;
  • Dejar de trabajar, teniendo que permanecer en casa;
  • Evitar el contacto íntimo.

Cuando el sangrado es intenso, la mujer podrá requerir de internamiento en el hospital y de transfusiones de sangre o incluso de una cesárea de emergencia.

En casos más graves el médico podrá también prescribir medicamentos para acelerar el desarrollo de los órganos del bebé, así com medicamentos para evitar el parto prematuro y para que el embarazo se mantenga por lo menos hasta la semana 36 de gestación.

Riesgos de la placenta previa

El principal riesgo de la placenta previa es el parto prematuro y la hemorragia, lo que repercute en la salud de la madre y el bebé.

Además, la placenta previa también puede causar acretismo placentario, que es cuando la placenta se adhiere a la pared del útero, dificultando su salida al momento del parto.

Esta complicación puede poner en riesgo la vida de la madre. Existen 3 tipos de acretismo placentario:

  • Placenta acreta: cuando la placenta está adherida a la pared del útero de forma leve;
  • Placenta increta: la placenta está adherida más profundo que la acreta;
  • Placenta percreta: es el caso más grave, cuando la placenta se encuentra adherida aún más profundo que la increta.

El acretismo placentario es más común en mujeres con antecedente de cesárea debido a placenta previa, y muchas veces su gravedad sólo se descubre al momento del parto.

Riesgos durante el parto

El parto natural es seguro cuando la placenta se localiza por lo menos a 2 cm de distancia de la abertura del cuello uterino. Sin embargo, em caso de que haya sangrado importante, es necesario realizar una cesárea, ya que la abertura del cuello del útero impide el paso del bebé pudiendo provocar hemorragia materna durante el parto.

Además, puede ser necesario que el bebé nazca antes de la fecha probable de parto, ya que la placenta puede desprenderse y comprometer el paso de oxígeno al bebé.

Источник: https://www.tuasaude.com/es/placenta-previa/

Placenta Previa – Símptomes i hemorràgia – Nen 2021

Placenta anterior baixa

Placenta previa – també escrit praevia – significa 'placenta primer'.

És una afecció poc freqüent que es produeix al voltant del 0, 5% dels embarassos.

En lloc d'implantar-se a la paret uterina, la placenta s'implanta parcialment o totalment per sobre del coll uterí -que pot bloquejar la descendència del bebè a la vagina per néixer.

Tanmateix, no es tracta de cap mena de tristesa ni de tristesa si se li diagnostica una placenta prèvia o una placenta baixa.

Si teniu una placenta baixa a les 18-20 setmanes, encara és molt aviat per saber què podria passar en la majoria dels casos.

En el seu tercer trimestre (fins a les 36 setmanes), la part inferior de l'úter fa que la major part creixi i estiqui, prenent la placenta amb ella.

No «migra» cap amunt, però estant lligat a la paret uterina, es transporta cap amunt. En només el 0, 5% dels casos, la placenta no es mou amb l'úter.

Un ultrasò a finals del tercer trimestre li donarà a vostè i al seu cuidador una millor imatge sobre el que està passant realment i si és realment preocupant.

Encara que la causa de la placenta previa és sovint desconeguda, és menys freqüent en els primers embarassos. La placenta previa es pot trobar en embarassos múltiples com a conseqüència d'una àrea superficial més gran de la placenta. També pot ser de cicatriu en el revestiment del seu úter, que pot ser d'una cesària o cureta anterior.

Alguns estudis han demostrat recentment que aquells que utilitzen tecnologies de reproducció assistida poden tenir un major risc de placenta prèvia.

La implantació tardana de l'ou fecundat pot fer que l'òvul s'estableixi més avall en l'úter, en lloc de la seva concepció a l'ovulació. En aquest cas, l'òvul s'acostuma a elevar a la cavitat uterina.

També s'ha suggerit que els especialistes en fertilitat poguessin introduir embrions menors a l'úter, per aconseguir majors taxes d'èxit.

Tenint en compte que la quantitat de cesàries i els procediments d'ART augmenten, això pot provocar una incidència creixent de placenta prèvia. S'han detectat els següents altres problemes per augmentar el risc de placenta prèvia:

  • Si vostè té una placenta gran o anormal (per exemple, bessons)
  • Si ha tingut una cesària anterior o una cirurgia uterina
  • Si ets fumador o utilitza drogues il·legals
  • Si teniu més de 35 anys d'edat
  • Si heu tingut molts embarassos anteriors

Símptomes de Placenta Previa

Els símptomes inclouen sagnat vermell sobtat, indolor, i brillant, generalment cap al final del segon trimestre fins al tercer trimestre. Pot experimentar algun calambre.

El sagnat pot aturar-se per si mateix, però podeu experimentar més sagnat abans d'arribar a la vostra data de venciment estimada. La pèrdua de sang pot ser bastant pesada, per la qual cosa és important buscar atenció mèdica immediatament.

D'altra banda, algunes dones no tindran cap sagnat fins que entren a la feina.

Cal recordar que és la mare la sang que es perd, no els nadons. Com més centralmente se situa la placenta sobre el coll uterí, com més aviat es produeix l'hemorràgia i com més es perd la quantitat de sang. El motiu principal de la mortalitat infantil amb placenta previa és on el bebè ha nascut prematurament, abans de les 36 setmanes d'embaràs.

Tenint en compte que hi ha diverses causes de sagnat durant l'embaràs, aquest símptoma no és un diagnòstic precís de la placenta praevia, es necessitaran altres proves diagnòstiques per confirmar si no s'ha diagnosticat prèviament. Per exemple, un abrupte placentari també produeix una pèrdua de sang brusca, brillant, vermella i pesada.

Quin és el tractament de Placenta Previa?

Si teniu placenta prèvia, és probable que hàgiu de donar a llum al vostre fill per cesària segons el grau o grau de placenta prèvia. És possible que pugueu néixer vaginalment si teniu una placenta prèvia de grau 1 o 2 (menor placenta prèvia), però si teniu els graus 3 o 4 (major placenta prèvia), serà necessària una cesària.

Això no es reservarà immediatament, si no entra a mà d'obra abans de la mà, és probable que hagueu reservat al voltant de les 38 setmanes quan el vostre nadó estigui més madur. Si entra a la feina abans d'això, necessitarà una cesària d'emergència.

Un grau 4 de placenta prèvia sovint serà l'ingrés a l'hospital a la primera sagnia i es quedarà com a pacient internat fins al naixement.

Algunes dones poden pensar en una alteració de la secció c. No ser capaç de donar a llum al nadó vaginalment pot deixar que algunes dones se senti que el seu naixement serà un fracàs per part seva. Tanmateix, donar a la teva cita a la teva cita no és un fracàs; és la manera més segura (i de vegades l'única manera) de portar el teu bebè al món.

Si teniu problemes per fer front a les vostres emocions, és important buscar l'ajuda d'un psicòleg perinat, especialitzat en problemes pre i postnatals. També pot ser útil unir-se a alguns grups de suport per a la curació de la secció c. Consulteu els llocs web Birthrites i Birthtalk per obtenir més informació.

Què puc fer si em diagnostiquen amb Placenta Previa?

Malauradament, no hi ha res que puguis fer per canviar la posició de la placenta. Per tant, hi ha poques coses que pots fer per ajudar a la situació.

Assegureu-vos que els nivells de ferro són adequats, per evitar l'anèmia. Un suplement de ferro eficaç i de qualitat és essencial per mantenir les seves botigues de ferro reforçades.

Parleu amb el teu naturopat per a una marca efectiva, però suau.

Durant l'embaràs, són més propensos al restrenyiment, i alguns suplements de ferro poden augmentar les probabilitats de tenir constipació.

Si heu experimentat hemorràgies, és possible que se't demani que rebi el llit, a casa o a l'hospital, depenent de la teva situació.

Источник: https://ca.prima-assol.com/placenta-previa-symptoms-and-bleeding-15241

Placenta Prévia: causas, sintomas e tratamento

Placenta anterior baixa

Dizemos que a gestante tem placenta prévia, ou placenta de inserção baixa, quando a sua placenta está posicionada em um local que provoca obstrução total ou parcial do colo do útero, que é efetivamente por onde o bebê precisa passar na hora do parto vaginal. A placenta prévia é, portanto, nada mais do que uma obstrução da saída do útero provocada por uma placenta mal localizada.

Duas são as complicações mais relevantes das gestantes que têm placenta prévia: a obstrução à saída do bebê na hora do parto e o risco de sangramento (até 80% das gestantes com essa condição apresentam sangramento vaginal indolor).

Neste artigo vamos explicar o que é a placenta prévia, quais são os seus sintomas, suas complicações e as opções de tratamento.

Após a conclusão desse texto, não deixe de ler também sobre os principais sinais e sintomas de alerta durante a gravidez: 10 SINAIS QUE PODEM INDICAR PROBLEMAS NA GRAVIDEZ.

O que é a placenta?

A placenta é um órgão materno-fetal, que só existe durante a gravidez. Sua função é prover oxigênio e nutrientes para o feto, através da troca de sangue com a mãe, e produzir hormônios que são importantes para a manutenção da gravidez.

Placenta e cordão umbilical

A placenta possui duas faces, uma que fica inserida à parede do útero, ligada a centenas de vasos sanguíneos maternos, e outra voltada para o feto, que é onde conecta-se o cordão umbilical. Desta forma, este órgão age como uma comunicação entre a circulação sanguínea da mãe e do feto.

A placenta começa a se formar já nos primeiros dias após a implantação do embrião ao útero. A formação da circulação materno-fetal costuma estar completa ao redor da 12ª semana de gestação. Isso não significa, porém, que a placenta não continue crescendo ao longo de toda a gravidez. No terceiro trimestre, o órgão chega a atingir, em média, 22 cm de diâmetro e 0,5 kg de peso.

Após o nascimento do bebê, a placenta perde a sua utilidade  e acaba sendo expulsa minutos depois do parto.

O que é a placenta prévia?

A placenta pode se aderir à qualquer parte do útero. Na maioria das gestações, a placenta localiza-se na parte posterior alta, que é uma região oposta ao colo do útero, que é por onde o feto deverá sair em caso de parto normal.

Dizemos que a gestante tem placenta prévia quando a placenta apresenta uma inserção baixa, obstruindo a saída do colo do útero de forma total ou parcial.

Na verdade, a placenta não fica fixa em uma localização única durante toda a gravidez. Conforme o útero e a própria placenta crescem, a sua posição costuma mudar. Uma gestante pode ter placenta prévia durante as fases iniciais da gravidez, mas chegar ao terceiro trimestre com a placenta localizada mais acima, sem risco de obstruir a saída do útero.

Contudo, quanto mais tempo a placenta permanece com implantação baixa, maior é o risco dela estar obstruindo a saída do útero no final da gravidez, de tal forma que:

  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 15ª e 19ª semanas de gestação, apenas 12% permanecem como placenta prévia até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 20ª e 23ª semanas de gestação, apenas 34% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que apresentam inserção baixa entre a 24ª e 27ª semanas de gestação, 49% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que ainda apresentam inserção baixa entre a 28ª e 31ª semanas de gestação, 62% permanecem como PP até o momento do parto.
  • Dentre as placentas que ainda apresentam inserção baixa entre a 32ª e 35ª semanas de gestação, 73% permanecem como PP até o momento do parto.

Portanto, um diagnóstico de placenta prévia no início do 2º trimestre de gestação tem um significado diferente do diagnóstico de placenta prévia ao final do 3º trimestre.

Enquanto a maioria das mulheres com implantação baixa da placenta no inicio da gravidez não terão placenta prévia ao final, apenas uma minoria delas com inserção baixa no terceiro trimestre chegarão ao parto com a saída do útero livre.

Tipos

Os tipos de placenta prévia são divididos de acordo com o grau de obstrução à saída do útero. Historicamente, a placenta prévia era dividida em 4 categorias:

  1. Placenta baixa → A placenta apresenta inserção baixa, mas não chega a encobrir a saída do útero
  2. Placenta prévia marginal → A borda da placenta chega a encostar na abertura do colo do útero, mas não chega a obstruí-lo.
  3. Placenta prévia parcial → A placenta cobre parcialmente a saída do útero.
  4. Placenta prévia total → A placenta cobre totalmente a saída do útero.

Atualmente, porém, a classificação da placenta prévia foi reduzida para apenas 2 categorias, que acabam por ditar a forma de parto a ser escolhida (explicamos mais à frente):

  • Placenta previa minor ou placenta de inserção baixa → são os casos em que há obstrução parcial da saída do útero, havendo um distância de até 2 cm entre a borda da placenta e o orifício interno do colo uterino.
  • Placenta previa completa ou major →  Obstrução total do orifício interno do colo do útero.

Fatores de risco

Não sabemos exatamente o porquê de algumas mulheres desenvolverem placenta prévia. Sabemos, porém, que alguns fatores facilitam a sua ocorrência. Estes são chamados fatores de risco; os principais são:

Sintomas

De 1 e 6% das grávidas apresentam placenta prévia entre a 10ª e 20ª semana de gestação. O diagnóstico é habitualmente feito através da ultrassonografia obstétrica (leia: ULTRASSOM NA GRAVIDEZ). A maioria destas mulheres é assintomática, e em 90% dos casos, a placenta deixa de ser prévia espontaneamente conforme o útero vai crescendo.

Os sintomas da placenta prévia costumam surgir nas grávidas que chegam à segunda metade da gravidez ainda com uma placenta com inserção baixa. Nestes casos, até 80% das gestantes apresentam pelo menos um episódio de sangramento vaginal indolor.

Entre as mulheres que sangram, 30% têm o primeiro episódio antes da 30ª semana, 30% entre a 31ª e a 36ª semana e outros 30% entre a 36ª semana e o momento parto.

Apenas 10% das grávidas com placenta prévia não apresentam sangramento vaginal durante a gravidez.

O sangramento vaginal provocado pela placenta prévia costuma ser vermelho vivo. O volume de sangue perdido varia de pequeno a grande. Em geral, o sangramento para espontaneamente, sem a necessidade de nenhum tratamento específico. No entanto, quase sempre ele retorna dias ou semanas depois.

Complicações

A principal complicação da placenta prévia é a hemorragia, que pode surgir antes, durante ou após o parto. A perda de sangue pode ser volumosa e colocar a vida da gestante e do feto em risco.

As gestantes que têm placenta prévia são mais propensas a ter uma placenta que implanta-se muito profundamente ao útero e acaba por não descolar facilmente na hora do parto. Esse tipo de placenta é chamada de placenta acreta. O risco de sangramento maciço é alto e pode exigir uma histerectomia (remoção cirúrgica do útero) para controlá-lo.

Tratamento

O tratamento da placenta prévia depende de alguns fatores, sendo os mais importantes:

  • Se a paciente tem sangramentos abundantes ou com grande frequência.
  • A idade gestacional.
  • O tipo de placenta prévia.

Gestantes assintomáticas ou com sangramento discreto

Nestes casos, indica-se repouso e abstenção sexual. O parto é geralmente induzido na 37ª semana.

A via do parto depende do tipo de placenta prévia. Placenta prévia completa ou placenta com obstrução incompleta, mas cuja borda está a menos de 2 cm do orifício de saída do colo do útero, são indicações para parto cesariano.

Por outra lado, grávidas cuja borda da placenta está a mais de 2 cm do orifício de saída do colo uterino podem ser submetidas ao parto vaginal, pois o risco de sangramento é baixo.

Se durante o parto, porém, houver hemorragia, a via deve ser alterada para cesariana.

Gestantes com sangramento vaginal moderado a grande

Nestes casos, a gestante deve ser internada e tratada com transfusões sanguíneas. Se a gravidez já tiver 36 semanas, uma cesariana costuma ser realizada.

Caso a gravidez tenha menos de 35 semanas, o tratamento inicial costuma ser conservador, havendo interrupção da gravidez por cesariana apenas se o sangramento não parar ou se o bebê começar a apresentar sinais de sofrimento.

Referências

Источник: https://www.mdsaude.com/gravidez/placenta-previa/

Embarazo saludable
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