Pode a menstruação ser confundida com um aborto espontâneo?

Nidação, um sagramento normal ou preciso ter medo?

Pode a menstruação ser confundida com um aborto espontâneo?

Você sabe o que é nidação? Talvez você já tenha ouvido falar sobre o sinal de Hatmann que tem tudo a ver também. Neste texto você encontrará tudo o que precisa saber sobre nidação.

Afinal, o que é nidação?

Nidação, na verdade, é o nome do processo de fixação do embrião na parede uterina.

Este processo ocorre normalmente entre 5 e 7 dias, segundo os autores Arnaldo SchizziCambiaghi e Daniella SpilborghsCastellotti no texto “O processo reprodutivo normal”. Geralmente é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas.

Mas em alguns casos um sangramento escuro, parecido com o da menstruação é notado. Por causa das semelhanças entre os dois fluidos, muitas mulheres que estão tentando engravidar ficam com medo de ser um aborto espontâneo.

Mas não se preocupe! Este sangramento decorrente da nidação não é sinal de aborto. Muito pelo contrário, revela que o embrião está se fixando no útero, o que é muito importante para uma gravidez. Além deste fluido escuro, existem outros sintomas que raramente aparecem, tais como:

  • Cólicas abdominais de intensidade fraca
  • Pontadas de dores no baixo ventre

O processo da nidação

Explicando mais detalhadamente, o processo de nidação é quando o embrião é implantado na parede uterina. Mas para chegar ao útero o embrião precisa “viajar” da tuba uterina até o interior do útero. Esta “jornada” costuma demorar cerca de 4 a 15 dias depois da fecundação.

A fixação pode ocorrer em qualquer parte do útero, no entanto a alocação na parte inferior pode causar alguns agravamentos na gestação.Pois pode desenvolver uma placenta prévia, que por sua vez pode causar hemorragia durante a gravidez ou mesmo durante o parto.

Após todas estas etapas, o embrião passa a produzir HCG (Hormônio Coriônico Gonadotrófico) que vai impedir o retorno do corpo amarelo, estabilizando assim, a produção de estrógeno e progesterona.

Nem tudo é nidação

Por conta da nidação ter um aspecto semelhante a outros sangramentos femininos, ocorre muita confusão na hora da identificação por parte das mulheres. O período em que o sangramento apareceu e a sua intensidade são características importantes para a diferenciação.

Menstruação escura

Segundo a doutora Nicole Geovana que atua na área de medicina da família e comunidade, o sangramento da menstruação ocorre no início de um novo ciclo, enquanto o do processo nidativo é mais para o meio deste.

Já sobre a intensidade, o sangramento menstrual é intenso e dura entre 3 e 7 dias e o sangramento nidativo é mais curto e o volume de sangue é menor. Caso o volume de sangue seja alto, é importante comunicar o seu médico ginecologista.

Deslocamento do saco gestacional

A ginecologista e obstetra, Erica Mantelli levantou alguns outros possíveis motivos para um sagramento, um deles é o deslocamento do saco gestacional.

A doutora Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa, da área de ginecologia infanto puberal, explica que que este tipo de deslocamento ocorre em sacos gestacionais saudáveis que sofreram um hematoma entre o saco gestacional e a parede do útero.

Neste caso, existe uma possibilidade real de aborto, portanto é muito importante estar atenta aos sintomas para relatar corretamente ao seu médico. E os sintomas são:

  • Cólica abdominal fraca ou intensa;
  • Sagramento marrom ou vermelho vivo.

Importante lembrar que o diagnóstico só é definido com a ultrassonografia

Sangramento de escape

Outro sangramento que acaba confundindo as mulheres é o sangramento de escape. Este tipo de sangramento normalmente é associado ao uso de anticoncepcional e ao início da gravidez. Ele é diferente do sangramento menstrual pois sua cor é menos viva e dura apenas alguns dias.

Um fato interessante levantado pela doutora Nicole Geovana é que mulheres fumantes são mais propensas a terem este tipo de sangramento. O doutor Charles Schwambach explica que a diferenciação do sangramento de escape para o sangramento de nidação não pode ser feita. A identificação de um e de outro é feito com base nos resultados.

Se uma gestação se iniciar é uma nidação e se não, foi apenas um sangramento de escape e neste caso, não necessita de intervenção médica, pois a resolução dele é espontânea.

O que um sangramento pode ser?

Como dito acima, o sangramento da nidação é mais comum no início da gravidez. Porém, é possível ter outros tipo de sangramento, tanto no início quanto em outras fases da gravidez. Alguns motivos para um sangramentos citados pela doutora Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa são:

  • Mudanças hormonais;
  • Pequena descamação da parede uterina, provocada pela implementação do óvulo;
  • Deslocamento do saco gestacional;
  • Infecções ginecológicas;
  • Sensibilidade após relações sexuais;
  • Gestação ectópica, que é quando o bebê se desenvolve fora do útero. Neste caso, pode haver dor e sangramento. Normalmente é diagnosticado no início da gravidez.
  • Aborto espontâneo
  • A partir do terceiro semestre, já no fim da gestação, é preciso muita atenção, pois pode indicar o começo do trabalho de parto.

Por fim, é necessário ressaltar a importância de se avisar o seu médico em qualquer caso de sangramento. Pois, mesmo que não seja nada de muito grave, quem vai identificar isso de maneira certeira é o profissional e não nós mesmos.

Fatores que podem prejudicar a nidação

Existem alguns fatores que podem prejudicar a nidação e portanto dificultar uma mulher de engravidar. Aqui estão alguns destes fatores:

  • Endométrio não trilaminar: endométrio é o nome dado à mucosa na parde uterina, e como o está escrito, tem três camadas. Ou seja, quando a mucosa não apresenta estas três camadas, pode prejudicar a nidação, pois é dificulta a implantação do embrião.
  • Síndrome de asherman: quando o endométrio tem menos de 6mm, a implantação do embrião é prejudicado.
  • Endometriose: é quando o endométrio é maior do que o recomendável. Ela não impede uma gravidez, mas dificulta a fixação do embrião.
  • Útero bicorno: este é o nome dado a uma deformação no útero causado por uma membrana que provoca a separação do órgão parcial ou total, dividindo-o. Assim, a chance de abortos espontâneos e partos prematuros é aumentado.
  • Útero septado: é quando o útero é dividido por uma membrana chamada septo e que é formada por um processo anormal de maturação do sistema reprodutor.

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Источник: https://lavembebe.com.br/blog/nidacao-um-sagramento-normal-ou-preciso-ter-medo/

Cómo saber si estoy abortando o menstruando

Pode a menstruação ser confundida com um aborto espontâneo?

Hay mujeres que piensan que pueden estar embarazadas pero sufren un sangrado vaginal, en estos casos la mujer puede tener mucha dificultad en identificar si ese sangrado es tan sólo la menstruación atrasada que bajó o un aborto espontáneo, sobretodo si éste sangrado ocurrió hasta 4 semanas después de la fecha probable en que debía bajar la regla.

Por lo que la mejor forma de saberlo es realizarse una prueba de embarazo de la farmacia tan pronto como la menstruación se retrase.

De esta forma, si da positivo y la mujer presenta un sangrado en las semanas a seguir es más probable que haya ocurrido un aborto espontáneo.

Sin embargo, si la prueba es negativa el sangrado sólo representa que la menstruación estaba retrasada. Vea cómo hacer la prueba de embarazo correctamente.

Algunas diferencias que pueden ayudar a la mujer a identificar si ha tenido un aborto espontáneo o una menstruación retrasada que bajó son:

Menstruación atrasadaAborto espontáneo o natural
ColorSangrado ligeramente marrón rojizo, semejante a las menstruaciones anteriores.Sangrado ligeramente marrón, que cambia a rosa o rojo vivo. Puede tener inclusive olor fétido.
CantidadPuede ser absorbida por la toalla sanitaria o tampón higiénico.Difícil de contener en la toalla sanitaria, ensuciando la ropa interior y la ropa.
Presencia de coágulosPueden surgir pequeños coágulos en la toalla sanitaria.Liberación de coágulos más grandes y tejido color ceniza. En algunos casos puede ser posible identificar el saco amniótico. 
Dolor y calambresDolor y calambres tolerables en el vientre, muslos y espalda, que mejoran con la menstruación.Dolor muy intenso que surge repentinamente, seguido de sangrado abundante.
FiebreEs un síntoma raro de menstruaciónPuede surgir en varios casos de aborto, debido a la inflamación del útero. 

Sin embargo, las señales de la menstruación varían mucho de una mujer a otra, por lo que algunas mujeres pueden presentar poco dolor durante el período, mientras otras sienten fuertes cólicos y sangran abundantemente, haciendo más difícil identificar si es menstruación o aborto. 

Por lo que lo más recomendable es consultar el ginecólogo siempre que surge la menstruación con características diferentes de las anteriores, especialmente cuando existe sospecha de ser un aborto.

Exámenes que ayudan a identificar la causa

Aunque el examen de embarazo de la farmacia pueda, en algunos casos, ayudar a identificar si es un aborto o una menstruación retrasada, la única forma de confirmar el diagnóstico es consultando al ginecólogo para que sea realizado un ultrasonido transvaginal o un examen de sangre para evaluar la cantidad de hormona gonadotropina coriónica humana en sangre, la cual es una hormona que se genera durante el embarazo. 

Examen de beta hCG cuantitativo:

El examen beta hCG debe ser realizado, por lo menos, en dos días diferentes para evaluar si los valores de esta hormona en la sangre están disminuyendo. En caso que esto ocurre, es señal que la mujer sufrió un aborto.

Sin embargo, si los valores aumentan, significa que todavía puede estar embarazada y que el sangrado fue apenas provocado por el embrión al implantarse en la pared uterina o por otra causa, siendo recomendado hacer una ecografía transvaginal. 

Si los valores se mantienen iguales e inferiores a 5 mIU / ml, es probable que no haya existido embarazo y, por lo tanto, el sangrado es sólo una menstruación retrasada.

Ultrasonido transvaginal:

Este tipo de ultrasonido permite obtener una imagen del interior del útero y de las otras estructuras reproductivas de la mujer como las trompas y los ovarios. Por lo que con este examen es posible identificar si existe algún embrión que se desarrolla en el útero, además de evaluar otros problemas que pueden haber causado el sangrado como un embarazo ectópico, por ejemplo.

En casos más raros, el ultrasonido puede indicar que la mujer no posee embrión ni cualquier otro cambio en el útero, incluso cuando los valores de beta-hCG están alterados. En estos casos, la mujer puede estar embarazada y, por lo tanto, se aconseja repetir el examen alrededor de 2 semanas más tarde, para evaluar si ya es posible identificar el embrión.

Qué hacer en caso que se sospeche de un aborto

En la mayoría de los casos, el aborto ocurre en las primeras semanas de gestación y, por lo tanto, el sangrado dura sólo 2 o 3 días y los síntomas mejoran en ese período, no siendo necesario acudir al ginecólogo.

Sin embargo, cuando el dolor es muy fuerte o el sangrado es muy intenso, provocando síntomas como cansancio y mareo, por ejemplo, se aconseja acudir inmediatamente al ginecólogo o al hospital para iniciar el tratamiento adecuado, que puede incluir sólo el uso de medicamentos para aliviar los dolores o una pequeña cirugía de emergencia para detener la hemorragia. Conozca más sobre los síntomas de aborto.

Además de esto, cuando la mujer cree que ha tenido más de 2 abortos espontáneos es importante consultar al ginecólogo para identificar si hay algún problema como endometriosis, que está causando los abortos y que necesita ser tratado.

Источник: https://www.tuasaude.com/es/senales-de-aborto-o-menstruacion/

Prolactina alterada: quais as consequências para a gravidez?

Pode a menstruação ser confundida com um aborto espontâneo?

A prolactina, também chamada pela sigla “PRL”, é um hormônio produzido pela glândula hipófise, que fica localizada na parte inferior do cérebro. Uma das principais funções da prolactina é estimular a produção de leite pelas glândulas mamárias, para que ocorra a amamentação após o parto. Por esta razão, recebeu o nome popular de “hormônio do leite”.

Além disso, fora do período gestacional, a prolactina também controla outros hormônios femininos. Nesse sentido, ela está envolvida na regulação da menstruação e da ovulação.

Vale lembrar que a hipófise, além de produzir a prolactina, é ainda responsável pela produção de outros hormônios que determinam funções importantes do organismo, como as gônadas, supra renais e tireoide.

Sendo assim, recomenda-se verificar os níveis de prolactina e suas respectivas alterações, como um balizador da hipófise.

Dessa maneira, se a prolactina estiver alterada, o médico poderá investigar uma série de complicações no organismo que podem, inclusive, afetar a fertilidade feminina e masculina.

De acordo com a literatura médica, o aumento da produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, doença que pode atingir tanto mulheres quanto homens em idade adulta fértil (entre 20 a 50 anos).

Nesse sentido, nas mulheres, pode causar alteração menstrual e infertilidade. Já nos homens, gera impotência sexual por prejudicar a produção de testosterona, além de aumentar as mamas (ginecomastia).

Sintomas:

Quando a prolactina está alta, vários sinais e sintomas podem atingir os pacientes. Confira os principais: 

Causas:

Muitos fatores podem levar uma pessoa a apresentar alteração na produção de prolactina. As causas podem ser fisiológicas, farmacológicas e patológicas:

  • Fisiológica: o próprio organismo, por necessidade, aumenta a liberação de prolactina no sono, no stress físico e psicológico, na gravidez, durante a amamentação e no orgasmo sexual;
  • Farmacológica: a alta da prolactina também pode se relacionar ao uso de algum medicamento. Assim, qualquer droga que modifique a liberação da dopamina induz a alterações da prolactina. 

Além disso, alguns medicamentos que têm a possibilidade de interferir são: antipsicóticos, antieméticos (reguladores da motilidade gástrica), metoclopramida e domperidona. Os anti-hipertensivos, antiácidos, opioides (estimuladores da secreção de dopamina), alguns antidepressivos e estrógenos (hormônios sexuais) também estão nessa lista.

  • Patológica: outra causa do aumento do hormônio é quando envolve alterações no bom funcionamento do organismo, como:
    • Lesões do Hipotálamo ou da Haste Hipofisária: a dopamina tem a capacidade de inibição da secreção de prolactina. Sendo assim, quando há problema na liberação dela, a produção de prolactina não tem controle, e a hipófise secreta o hormônio em maiores quantidades;
    • Tumores secretores de Prolactina: tumores do tipo Prolactinomas são produtores de Prolactina;
    • Demais lesões da hipófise: massas tumorais que não estejam relacionadas com tumores secretores de prolactina também podem induzir o aumento do hormônio, pois eles comprimem a haste hipofisária. Portanto, diminuem a comunicação inibitória da dopamina e a hipófise.
    • Demais Causas: hipotiroidismo, síndrome dos ovários policísticos, estimulação periférica neurogênica, falência renal ou cirrose hepática. 

Confira, no quadro abaixo, as principais causas da Hiperprolactinemia:

O exame de prolactina é fundamental para verificar como andam os níveis do hormônio no corpo. 

Nesse sentido, acontece por meio de coleta de sangue, e o resultado sai, aproximadamente, em um dia. Contudo, os valores de referência da prolactina podem variar de acordo com o laboratório e o método de análise realizado. De forma geral, os níveis são:

Quando a prolactina está acima de 100 ng/mL, a causa mais comum é o uso de remédios ou a presença de micro tumores. Por outro lado, quando os valores estão acima de 250 ng/mL, provavelmente, se trata de um tumor maior.

Além disso, para realizar o exame, é importante estar atento a algumas recomendações, como:

A prolactina elevada ocorre em aproximadamente 0.5% da população geral. Nesse sentido, pode causar infertilidade por promover alterações na produção dos hormônios FSH (folículo-estimulante) e LH (hormônio luteinizante). Eles são responsáveis pela estimulação das gônadas (testículo e ovários).

Isto ocorre pois a prolactina tem também a função de inibir a secreção destes hormônios. Sendo assim, se a prolactina estiver alta e fora da normalidade, resulta na diminuição do LH e do FSH. Nesse sentido, a deficiência dos hormônios sexuais pode gerar diminuição do desejo sexual (libido), impotência, infertilidade, menstruação irregular ou ausência de menstruação. 

Em muitos casos, a alteração da prolactina pode acontecer por meio de medicamentos. Caso o nível do hormônio seja estabilizado, a paciente consegue retomar a função ovariana, assim como a menstruação e a fertilidade.

Nos casos mais graves, quando identifica-se um tumor maior na hipófise (adenoma), o tratamento é cirúrgico e, na maioria das vezes, o problema é solucionado.

Nesse sentido, se a paciente com histórico de hiperprolactinemia engravidar, o acompanhamento pré-natal deverá ser mais cuidadoso do que o normal, já que, durante a gravidez, a mulher tem muitas alterações hormonais.

Entretanto, se a paciente passar por ambos os tratamentos e mesmo assim não conseguir engravidar, é possível que a causa da infertilidade relacione-se a outra condição. Desta forma, ela deve recorrer a um especialista em reprodução assistida que vai avaliar o caso, e possivelmente sugerir um tratamento de fertilização in vitro.

Tratando as alterações de prolactina com tranquilidade

Como já abordamos anteriormente, a alteração da prolactina deve-se a vários fatores e, de uma maneira geral, há tratamento para todos. Nesse sentido, nos casos onde a hiperprolactinemia é causada pelo uso de remédios, é preciso avaliar com o médico a possibilidade de trocar o medicamento por outro que não interfira na produção de prolactina. 

Quando a causa é um adenoma (tumor na hipófise), deve-se realizar o tratamento com medicamentos, como Cabergolina e Bromocriptina, que normalmente reduzem o seu tamanho. Apenas em casos mais raros pode ser necessário fazer cirurgia e/ou radioterapia. Entretanto, a indicação destes tratamentos só são para tumores agressivos ou malignos.

Dessa forma, vale lembrar aos casais que possuem o desejo de ter um filho que iniciem o tratamento com antecedência. Alguns até conseguem engravidar com níveis de prolactina entre 50 a 60 ng/mL.

Porém, pode ser preciso baixar ainda mais esses valores com o uso de remédios ou através de outros tratamentos.

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Источник: https://www.nilofrantz.com.br/tudo-sobre-prolactina/

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