Recém-nascido: aprenda qual é a alimentação indicada para o bebé!

Como deve ser feita a introdução alimentar do bebê

Recém-nascido: aprenda qual é a alimentação indicada para o bebé!

A fase de introdução alimentar é vital para o desenvolvimento do paladar e o início de um hábito alimentar diversificado. 

Introdução alimentar é o termo usado para designar a fase em que a alimentação dos bebês começa a incorporar outros alimentos além do leite materno.

Ela deve ser iniciada no sexto mês de vida, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

Até essa idade, o aleitamento materno deve ser exclusivo e não há necessidade de nenhum outro alimento, nem mesmo água, já que o leite da mãe supre também as necessidades de hidratação do bebê.

Aos seis meses, recomenda-se começar a introduzir outros alimentos na dieta, ao mesmo tempo em que, na medida do possível, o aleitamento continue até os 2 anos de idade. Nos casos em que a mãe não pode amamentar por qualquer motivo, pode-se recorrer às fórmulas infantis, mas nessas situações a orientação é procurar a ajuda de um pediatra para saber qual a melhor conduta em cada caso.

Veja também: Bebês não devem tomar suco de frutas antes de 1 ano

A alimentação complementar deve ser introduzida de maneira lenta e gradual. Algumas crianças podem estranhar no início e recusar determinados alimentos, o que é normal, pois trata-se de uma experiência totalmente nova para elas. “Se ela não aceitou, não insista, não force e não agrade. Às vezes, ela recusa, e isso é normal.

É importante que o alimento seja novamente oferecido em outra ocasião”, explica o pediatra e presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), dr. Rubens Feferbaum.

Segundo informações do Ministério da Saúde, é necessário oferecer um alimento de oito a dez vezes, em média, até que a criança o aceite.

O que oferecer

Segundo o pediatra, o ideal é oferecer ao bebê uma alimentação variada e rica em nutrientes, tanto macro (proteínas, carboidratos e gorduras) quanto micro (ferro, zinco e vitaminas). Para tanto, é preciso unir representantes dos quatro grupos alimentares principais: hortaliças e frutas, carnes e ovos, cereais e tubérculos e grãos.

“A composição de todos esses grupos é que vai permitir que a criança tenha energia, proteínas, sais minerais e as vitaminas necessárias para um crescimento adequado”, explica o dr. Rubens. Ele também alerta que até o oitavo mês é preciso introduzir alimentos como ovos, peixes e glúten para criar tolerância e evitar possíveis alergias.

Não se recomenda bater os alimentos no liquidificador para não deixar a comida muito fina nem misturar os grupos, para permitir que a criança experimente novas texturas e sabores e aprenda a mastigar. É fundamental que ela tenha uma discriminação do sabor dos alimentos e movimentos de mastigação

Por outro lado, pelo menos até os 2 anos é importante evitar itens como frituras, enlatados, salsicha, refrigerantes, café, salgadinhos, balas e açúcar adicionado nos alimentos. O sal deve ser usado com moderação, o mínimo possível. Para temperar, a dica é utilizar ingredientes como salsinha e cebolinha, e mesmo nesses casos, sem exagero: o  tempero deve ser leve.

Quando precisar usar óleo, recomendam-se os vegetais, como óleo de canola, soja ou milho, mas também sempre em pequena quantidade. Por fim, priorize sempre alimentos frescos, ou seja, evite congelados e processados.

Hora da refeição

O dr. Feferbaum explica que é necessário ter disciplina nos momentos de refeição e proporcionar um ambiente calmo e tranquilo para a criança comer. “A refeição tem que ser um momento prazeroso.

Não devemos ficar prendendo a atenção deles com telas, desenhos e coisas do tipo. Isso prejudica o horário da alimentação.” Ainda segundo o especialista, não se deve castigar a criança por não comer ou oferecer recompensas por ela “limpar o prato”.

Quando a criança está sem fome, o melhor a fazer é não insistir nem forçá-la.

Rotina alimentar

A introdução alimentar deve começar com a oferta de duas papas de fruta e uma papa de legumes diariamente durante o primeiro mês. A papa de legumes deve conter um alimento de cada grupo alimentar:

  • Hortaliças (folhas verdes, abóbora, beterraba, quiabo, tomate, cenoura etc.)
  • Cereais e tubérculos (arroz, batata-doce, batata, inhame, macarrão, aipim etc.);
  • Carnes e ovos (frango, peixe, boi, pato, vísceras ou miúdos, codorna, ovos etc.);
  • Grãos (feijão, lentilha, soja, ervilha, grão-de-bico etc.).

A alimentação deve ser variada, por isso é interessante oferecer diferentes opções a cada dia. Se um dia a hortaliça foi representada pela cenoura, tente outra no dia seguinte. O mesmo vale para as papas de frutas do mesmo dia: se pela manhã foi abacate, opte por outra à tarde ou à noite.

No início, a consistência da comida deve ser pastosa e ir se solidificando gradativamente. Não é necessário o uso de peneira, basta amassar os alimentos com um garfo. Logo após o primeiro mês de introdução, os pais podem deixar pequenos pedaços sólidos na papa para estimular a mastigação. Perto do primeiro ano de vida, a criança já pode comer a refeição básica da família.

“Não se recomenda bater os alimentos no liquidificador para não deixar a comida muito fina nem misturar os grupos, para permitir que a criança experimente novas texturas e sabores e aprenda a mastigar.

É fundamental que ela tenha uma discriminação do sabor dos alimentos e movimentos de mastigação”, afirma o pediatra.

Ou seja, cada grupo deve ser amassado, mas colocados em porções separadas no prato, sem formar uma papa única.

Além disso, lembre-se de oferecer água filtrada e fervida nos intervalos das refeições. Também é importante oferecer duas frutas diferentes por dia. As refeições podem ser feitas conforme os horários da família, mas é preciso respeitar o apetite da criança e saber diferenciar sinais de fome de outros desconfortos, como sede ou sono, por exemplo.

Veja o esquema alimentar recomendado pelo Ministério da Saúde para crianças amamentadas:

Veja o esquema alimentar recomendado pelo Ministério da Saúde para crianças não amamentadas:*

* Atenção: No caso de crianças que não são amamentadas, o ideal é buscar orientação médica para tirar dúvidas e saber quando dar início à introdução alimentar de forma personalizada.

Источник: https://drauziovarella.uol.com.br/pediatria/como-deve-ser-feita-a-introducao-alimentar-do-bebe/

O manual da alimentação dos bebês

Recém-nascido: aprenda qual é a alimentação indicada para o bebé!

Não há amor mais sincero do que o amor à comida, segundo o dramaturgo irlandês Bernard Shaw (1856-1950). E uma cartilha lançada pela Unicef, o braço das Nações Unidas voltado à infância, pode ajudar os pais a despertarem esse sentimento nos filhos, sem complicações. São dez recomendações para a alimentação dos pequenos até os 2 anos de idade.

“É um período em que se formam hábitos que vão acompanhá-los pela vida toda. Portanto, uma ótima oportunidade de estimular o gosto pela comida saudável“, explica a médica Cristina Albuquerque, chefe de Saúde, HIV/Aids e Desenvolvimento Infantil da Unicef Brasil.

Além de fornecer os nutrientes para o crescimento e o desenvolvimento dos órgãos, a alimentação adequada previne a obesidade. Pois saiba que aqueles bebês rechonchudos, exibidos com orgulho pelas mamães de outrora, hoje são motivo de preocupação. Os índices de excesso de peso na infância dispararam.

Um estudo da Federação Mundial de Obesidade estima que o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão com quilos a mais deve pular de 220 milhões para 268 milhões em menos de uma década.

“O sobrepeso é porta de entrada para diabetes tipo 2, hipertensão e acúmulo de gordura no fígado, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, a principal causa de morte no mundo”, explica Cristina.

A refeição é também ocasião de aprender com os adultos a saborear os alimentos, trocar experiências, interagir… “Estudos populacionais mostram que famílias que comem juntas têm um padrão alimentar melhor”, conta o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por isso vale a pena fazer dela um momento agradável de convivência em vez de se limitar a enfiar colheradas goela abaixo enquanto a criança se entretém com o tablet, o celular ou a TV.

Confira agora os dez passos para formar uma geração saudável e bem nutrida.

1. Amamentação até os 6 meses

E aqui falamos em aleitamento exclusivo. O leite materno fornece todos os nutrientes de que o bebê precisa. Dispensa água, chá e suco — inclusive em regiões quentes e áridas.

Não precisa temer aquela história de “leite fraco”. “Mesmo mães de baixo peso produzem, na maior parte das vezes, um líquido adequado às necessidades do bebê”, esclarece Fisberg.

Se o recém-nascido chorar, saiba que é a única forma que ele tem para se comunicar. Não significa sempre que está com fome — pode ser fralda suja, frio, calor, falta de aconchego… Observe se ele está crescendo como o esperado. Se achar que não, peça orientação ao pediatra.

E atenção: a partir do sexto mês, entram outros alimentos, mas a lactação deve ser mantida até os 2 anos.

Para o aleitamento fluir

Confie: não defina horário nem tempo. O bebê sabe quando mamar.

Conforto: há várias posições. Escolha a mais confortável para os dois.

Intercale: na próxima mamada, comece com o seio que não esvaziou na última.

Cuide-se: quem dá de mamar deve beber muita água e comer de maneira equilibrada.

Veja mais: Como preparar os seios para a amamentação

2. Não ofereça açúcar

Nem um pouquinho! Assim se evitam cáries e, claro, o excesso de peso.

A sensação de prazer provocada pelo consumo de doce ativa locais do cérebro relacionados à recompensa, concluíram pesquisadores da Universidade Yale (EUA), do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do ABC. Daí a vontade de repetir.

E o hábito adquirido na infância é mais difícil de reverter no futuro. “Fora isso, o doce compete com frutas e outros alimentos menos calóricos”, adverte Cristina.

O mel também está desaconselhado: é ultradoce e pode conter uma bactéria que ataca nervos e músculos. E o sistema imunológico do bebê ainda é imaturo para combatê-la.

3. Apresente novos alimentos aos 6 meses

Comece no almoço, com itens frescos preparados com pouco azeite e sal: arroz, feijão, raízes, verduras, legumes, carnes e ovo. Nos lanches da manhã e da tarde, vá de fruta. No sétimo mês, é a vez de liberar o jantar. A partir do oitavo, dê a comida da família — se não tiver muito tempero, sal e gordura.

Deixe o bebê explorar o prato com a colher ou as mãos para sentir sabores, texturas e calor. Desencane da sujeira, tá? Lembre-se de dar água várias vezes ao dia para manter a hidratação.

O bebê e a comida da família

O pequeno vai seguir o exemplo dos pais e irmãos à mesa. Eis um bom motivo para melhorar o cardápio de todos. “O que não é saudável para o bebê não é também para a família”, afirma a endocrinologista e expert em obesidade infantil Zuleika Halpern, de São Paulo.

4. Espere a criança ter fome de comida de verdade

Se o filho rejeita o almoço, muitos pais acabam permitindo a bolacha, o salgadinho e outras tranqueiras. Só que substituir a refeição não é uma boa estratégia.

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O melhor é esperar. Segundo a cartilha, em geral, duas horas sem comer ou beber são suficientes para a fome aparecer.

Contudo, não se recomenda oferecer no meio da tarde aquele prato que foi recusado mais cedo. Cristina indica leite, fruta, enfim, algo saudável que cai bem nesse período do dia.

Não force a barra

Bebês costumam comer pouco. Aquele papo de “Só mais uma colherinha” ou insistir no prato vazio a qualquer custo pode levar a criança a perder a noção de saciedade e comer além do limite. “Aí, sobe o risco de obesidade”, alerta Zuleika.

5. Invista no colorido dos vegetais

Um prato cheio de cor fornece nutrientes diferentes e agrada os olhos. Vale levar a criança à feira para mostrar a variedade e motivá-la a experimentar.

Todo alimento que nasce na terra ou dá em árvores é saudável, porém não estranhe se ela rejeitar algum. “Apresente no mínimo de dez a 12 vezes, mudando o preparo ou o tempero, antes de excluir do cardápio”, sugere Fisberg.

Se ainda recusar ou, pior, vomitar, tente outro item do mesmo grupo. O bebê tem direito a não gostar de tudo.

Desligue as telas

Diante de TV, tablet e celular, a criança nem presta atenção na comida. Isso já faz engordar — fora o sedentarismo. Há indícios de que o excesso de telas mexe com o cérebro. Elas só devem entrar na vida dos pequenos após os 2 anos — no máximo duas horas ao dia.

6. Ofereça grãos, raízes, verduras e frutas

Praticamente não existe alimento in natura que não possa ser introduzido após o sexto mês. “Depende mais do tempero e da forma de apresentação para o bebê se adaptar”, instrui Fisberg.

Os últimos a entrarem no menu são os que têm maior potencial de causar alergia, caso dos frutos do mar. O peixe vai logo de cara. Já embutidos, frituras e macarrão instantâneo, por exemplo, são contraindicados por concentrarem gordura, sal, corantes e conservantes demais, além de poucos nutrientes.

O prato ideal

Escolha um alimento de cada grupo

Carboidratos: Tem arroz, mandioca, batata, cará, macarrão, fubá e inhame.

Proteínas: Peixe, carne (boi ou porco), frango, ovo, feijão, lentilha…

Vitaminas e fibras: Aposte nos vegetais: couve, tomate, cenoura, beterraba etc.

7. Estimule o bebê a mastigar

Isso ajuda a formar os dentes e a desenvolver a fala. Os alimentos devem ser cozidos e amassados com o garfo — as carnes, desfiadas. Não os misture para que o bebê possa provar cada um.

As chances de engasgar são mínimas: mesmo sem dentes, ele morde, só não corta. “Dê porções pequenas e ponha no canto da boca”, ensina Fisberg. “Ele vai jogar o alimento de um lado para outro, o que é útil, porque a digestão começa ali.”

8. Não dê bolachas e afins antes dos 2 anos

Biscoitos recheados, sucos de caixinha, salgadinhos, gelatina e refrigerantes não devem ser oferecidos porque colaboram para a obesidade, além de estarem lotados de aditivos. “O melhor é nem ter essas coisas dentro de casa”, orienta Zuleika.

Quanto àquele comentário do tempo de nossas avós “Mas a criança vai passar vontade e ficar doente!”, ignore. Se ela estiver de olho em um doce, bote uma fruta à disposição.

9. Não se esqueça da higiene

Lavar bem as mãos, os utensílios e os alimentos do bebê evita a contaminação por germes que provocam diarreia e infecções. “A água deve ser filtrada ou fervida e entregue de preferência no copo, entre os lanches e as refeições”, recomenda Cristina. Não tem melhor líquido para matar a sede.

Em vez do suco, priorize a fruta in natura, que concentra boas doses de fibras, substâncias bem-vindas ao intestino.

10. Estimule a vida ativa

Não adianta comer legal e ser sedentário. Por isso a Unicef indica movimentação.

Nessa fase, o bebê curte engatinhar e explorar o ambiente, o que aprimora a coordenação. Incentive-o a buscar um brinquedo e a empilhar objetos, a brincar de esconde-esconde, jogar bola e dançar. Invente atividades no quintal, no parquinho e na piscina.

Assim, ele se mexe e interage com os outros. A busca por saúde pode (e deve) ser divertida.

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Источник: https://saude.abril.com.br/alimentacao/o-manual-da-alimentacao-dos-bebes/

Como aliviar cólicas em bebê recém nascido

Recém-nascido: aprenda qual é a alimentação indicada para o bebé!

Apesar de deixar as mamães preocupadas e sem conseguir dormir, as cólicas em bebê recém nascido são completamente normais nos primeiros meses de vida. Afinal, o sistema digestivo dos recém nascidos ainda está se habituando com o leite materno ou fórmula, além da flora intestinal não estar completamente formada.

Esses espasmos nada mais são do que uma adaptação necessária para que o corpo dos bebês aprendam a lidar com o volume de alimento ingerido e também com os gases.

E embora existam especialistas que não acreditam que a cólica em bebês tenha alguma relação com a alimentação feita pela mãe que amamenta, alimentos como o feijão devem ser evitados para não agravar o problema.

confira no texto abaixo como aliviar os sintomas das cólicas em bebê recém nascido

Confira no artigo a seguir algumas dicas de como aliviar as cólicas nos bebês e aprenda a identificá-la.

Como identificar as cólicas em bebê recém nascido?

Os principais sinais de que o bebê pode estar sentindo cólicas são:

  • choro agudo;
  • o bebê já se alimento, está com a fralda limpa e não está nem com calor ou frio;
  • o bebê se contorce e levanta as pernas em direção ao abdômen;
  • a barriguinha fica endurecida e inchada;
  • o bebê solta gases.;
  • o rosto fica avermelhado;
  • normalmente o bebê fica mais agitado durante o período da noite;
  • as mãos do bebê ficam fechadas.

Por quanto tempo duram as cólicas em bebê recém nascido?

Normalmente a dor abdominal tende a durar uma média de três meses, já que é o tempo que o organismo do pequeno leva para amadurecer o mecanismo de digestão.

É no terceiro mês após o nascimento que o bebê completa o ciclo de 12 meses desde a fecundação, contando o período de vida intrauterina, e é após esse período que ele deixa de ser um recém-nascido.

Durante o quarto mês de vida, a flora intestinal já está formada e o intestino se entende melhor com o cérebro, amenizando as cólicas que comumente deixam de existir nessa fase.

Caso as cólicas ainda persistam por mais tempo do que os três meses, é importante buscar ajuda médica para investigar o que pode estar causando o problema, já que alguns bebês podem sofrer com refluxo ou alergia à proteína de leite de vaca, que acaba passando do leite materno para o pequeno.

Além disso, oferecer fórmulas infantis que não sejam apropriadas para bebês também costuma causar cólicas.

1- Faça uma massagem na barriguinha do bebê

Ao identificar a cólica, faça uma massagem na barriga do bebê com movimentos circulares sempre no sentido horário. Use o punho para fazer uma pressão leve e empurrar os gases para baixo enquanto faz círculos.

Você também pode optar por deitar o bebê na cama e dobrar lentamente os joelhinhos para que as coxas pressione levemente a barriga, estendendo novamente e fazendo o movimento diversas vezes. 

Outra alternativa é colocar o bebê de bruços em seus braços e dar pequenos tapinhas na barriga para ajudá-lo a liberar os gases.

colocar o bebê de bruços nos braços e dar leves tapas em sua barriguinha ajuda a aliviar a dor das cólicas

Essas massagens podem ser feitas várias vezes ao dia e não apenas na hora da dor. Dessa forma, você ajuda a prevenir que o problema apareça durante o resto do dia.

2- Dê um banho morno e relaxante

Preparo um banho de aproximadamente 37º e deixe o ambiente o mais silencioso possível. Diminua a luz e converse ou cante para o bebê enquanto imerge o pequeno na água morna.

Uma atmosfera mais cala tranquiliza o bebê e a água morna proporciona uma sensação semelhante à que ele experimentava dentro do útero. Dessa forma,  o bebê tende a relaxar e isso faz com que a cólica diminua.

3- Faça compressas quentes 

Você pode usar o auxílio de uma bolsa térmica ou usar uma fralda passada a ferro e colocá-la ainda quente sobre a barriga da criança.

Caso use a bolsa de gel, certifique-se de que ela está em uma temperatura agradável, e nunca aplique a bolsa diretamente na pele do bebê para evitar queimaduras. Enrole-a em uma fralda ou aplique sobre a roupa do pequeno.

Ao aplicar uma temperatura mais elevada no ventre do bebê, você favorece a vasodilatação, o que facilita o fluxo sanguíneo e relaxa a musculatura, diminuindo a cólica e até mesmo eliminando-a por completo.

Para testar se a temperatura está agradável use o seu pulso, já que a região é mais sensível às temperaturas.

4- Tente um contato pele a pele

Deitar o bebê de bruços sobre o seu peito ou o do pai ajuda com que ele elimine os gases mais facilmente. Se possível, coloque-o em seu peito apenas de fralda, podendo aquecer o ambiente para que ele não sinta frio.

um contato pele a pele pode ajudar a aliviar a dor do pequeno e acalmá-lo durante as crises de cólicas

O contato pele a pele é como uma terapia que oferece aconchego ao pequeno, enquanto o cheiro e a voz materna/paterna transmite calma e segurança.

5- Enrole o bebê em um cueiro ou manta

Envolver o bebê como se fosse um pacotinho faz com que ele se sinta como se ainda estivesse no útero. Isso transmite uma sensação de segurança e aconchego, e diminui a agitação e irritabilidade, podendo até mesmo aliviar os sintomas da cólica.

6- Ande com o bebê pela casa

Distrair o bebê com uma caminhada pela casa segurando-o de bruços com a barriguinha apopaida em suas mãos ajuda-o a sentir-se confortável. Além disso, o contato com o abdômen do bebê aquece a região, diminuindo o desconforto.

7- Ofereça o peito

A maioria dos bebês ficam mais calmos quando estão ingerindo o leite materno, e uma alternativa caso você amamente é oferecer o peito para ele.

A estimulação oral que ocorre durante a sucção proporciona uma fonte de satisfação que ameniza a dor da cólica, além do carinho oferecido pela mãe durante o ato ajudar no alívio do desconforto.

os bebês tendem a ficar mais calmos e relaxados enquanto mamam o leite materno, e essa pode ser uma alternativa para ajudar a aliviar os sintomas da cólica

No entanto, evite oferecer o seio caso a criança tenha acabado de mamar ou se ela recusar o peito repetidamente.

8- Previna os gases

Quando o bebê engole ar enquanto mama, as chances de sentir cólicas é ainda maior, sendo importante fazê-lo arrotar após cada mamada para evitar que se acumule gases e as cólicas piorem.

Além disso, você também deve certificar-se de que o bebê está fazendo a pega correta para que não engula muito ar enquanto mama, e caso seu pequeno tome fórmula, opte por uma mamadeira própria para a prevenção de cólicas.

9- Evite alimentos industrializados

Como dissemos no início do texto, ainda não há uma comprovação de que a alimentação da mamãe realmente interfira nas cólicas.

Porém, é fundamental diminuir o consumo de alimentos industrializados com muitos corantes, estabilizantes e conservantes que podem acabar dificultando a digestão do bebê.

alimentos como o brócolis podem aumentar as cólicas nos pequenos, e devem ser consumidos moderadamente durante a amamentação

Além disso, alimentos como brócolis, feijão, ovo e repolho devem ser consumidos com moderação, já que aumentam a incidência de gases.

Uma dica é ferver o feijão durante 10 minutos antes de cozinhá-lo, escorrer e colocar uma água nova para o cozimento.

10- Acalme-se em um lugar afastado

As cólicas em bebê recém nascido e os choros que a acompanham podem durar horas seguidas. O que muitas mamães não sabem é que ficar nervosa ou tensa com a situação pode agravar a dor do pequeno, que percebe sua impaciência e fica inseguro, sentindo a cólica ainda mais forte.

Antes de perder o controle da situação, o mais recomendado é pedir ajuda e sair de cena. Peça para o pai ou alguém que esteja lhe ajudando ficar com o bebê e saia do ambiente para se recuperar.

Tome um bom banho e coma alguma coisa. Alguns momentos de silêncio e essas atitudes lhe deixarão recomposta e pronta para voltar e cuidar do seu bebê.

11- Use um medicamento receitado pelo pediatra

Em último caso, use o remedinho para cólica do bebê, sempre receitado pelo pediatra. Normalmente, ele receitará um remédio anti flatulência como o Luftal ou analgésico, e é importante seguir apenas a recomendação de um especialista. Isso porque os bebês não podem ingerir qualquer tipo de medicamento, e a quantidade normalmente é baseado no peso do pequeno.

Porém, o mais indicado é usar esse tipo de remédio apenas quando a cólica estiver muito forte, já que não é indicado o uso de medicamentos como forma de prevenção às cólicas.

Depois de conferir como aliviar cólicas em bebês recém nascido, você já pode colocar as nossas dicas em prática para amenizar os sintomas do seu filho. Caso nenhuma dica prática resolva e ele ainda esteja sofrendo com as dores da cólica, pode ser necessário utilizar o medicamento que o pediatra prescreveu.

Colic Calm funciona instantaneamente! Ele só precisa ser dado assim que os sintomas de desconforto infantil tornam-se evidentes. Não existe a a necessidade de doses regulares, e ao contrário de outras fórmulas, não é necessário grandes esperas para que faça efeito sobre os problemas do seu bebê.

Источник: https://blog.farmadelivery.com.br/colicas-em-bebe-recem-nascido.html

La alimentación del recién nacido

Recém-nascido: aprenda qual é a alimentação indicada para o bebé!

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La primera decisión nutricional que debe tomar sobre su hijo recién nacido es cómo alimentarlo. Las siguientes indicaciones sobre el amamantamiento y la alimentación con fórmula lo pueden ayudar a tomar la decisión adecuada para usted y su bebé.

¿Pecho o biberón?

La Academia Americana de Pediatría (AAP) recomienda que los bebés se alimenten exclusivamente de leche materna durante aproximadamente los primeros seis meses de vida. Después de introducir alimentos sólidos en la dieta del bebé, la lactancia materna debe continuar durante el primer año de vida del bebé e incluso durante más tiempo, si así lo desean la madre y el bebé.

Pero no todas las mamás pueden o prefieren amamantar a su bebé.

La decisión entre dar el pecho o el biberón a un bebé se suele basar en lo cómoda que se siente la madre dándole el pecho a su hijo y en su estilo de vida.

En algunos casos, la lactancia materna puede no ser recomendable para la madre y para el bebé. Si tiene preguntas sobre si debería amamantar a su hijo o darle fórmula, hable con su pediatra.

Recuerde que las necesidades emocionales y nutricionales de su bebé quedarán satisfechas independientemente de que usted opte por amamantarlo o por darle el biberón.

Sobre la lactancia materna

Dar el pecho a su recién nacido tiene muchas ventajas. Tal vez lo más importante sea que la leche materna es el alimento perfecto para el sistema digestivo del bebé.

Contiene los nutrientes que necesita un recién nacido y todos sus componentes (lactosa, proteínas -suero y caseína- y grasa) son fáciles de digerir.

Las fórmulas comercializadas para bebés intentan imitar a la leche materna y se le acercan bastante, pero no consiguen reproducir su composición exacta.

Asimismo, la leche materna tiene anticuerpos que ayudan a proteger a los bebés contra muchas enfermedades infecciosas, como las diarreas y las infecciones respiratorias.

Las investigaciones demuestran que los bebés amamantados son menos proclives a desarrollar problemas médicos, como diabetes, hipercolesterolemia (colesterol alto), asma y alergias.

La lactancia materna también puede reducir las probabilidades de que un bebé desarrolle sobrepeso u obesidad más adelante.

La lactancia materna también es muy buena para las madres. Al amamantar, las mamás queman calorías y recuperan más rápido su forma. Amamantar a un bebé también puede proteger a las madres del cáncer de pecho y de ovarios.

Algunas madres comprueban que dar el pecho es más fácil y más rápido que dar el biberón; no hace falta ningún tipo preparación y es imposible quedarse sin leche materna en el medio de la noche. Además, la lactancia materna es más barata.

Las madres que amamantan a sus bebés necesiten comer más y tal vez deseen comprar sujetadores y almohadillas para lactancia, y una bomba de extracción de leche u otro equipo.

Pero estos gastos suelen ser menores que el precio de la leche de fórmula para bebés.

Dar el pecho a un bebé satisface distintas necesidades emocionales, tanto de la madre como del bebé: el contacto piel a piel entre ambos favorece la conexión emocional y el hecho de proporcionar una alimentación completa al bebé puede ayudar a una madre primeriza a ganar confianza en su capacidad para cuidar de su recién nacido.

Limitaciones de la lactancia materna

Con todas las ventajas de la lactancia materna, ¿por qué no todas las madres optan por amamantar a sus bebés?

Dar el pecho requiere de un importante compromiso por parte de la madre. Algunas mujeres que acaban de tener un bebé se sienten demasiado atadas por el hecho de tener que amamantar a sus recién nacidos.

Como la leche materna se digiere con gran facilidad, los bebés amamantados tienden a alimentarse más a menudo que los que ingieren leche de fórmula. Esto significa que los bebés pueden pedir que los amamanten cada 2 o 3 horas durante las primeras semanas de vida.

Aunque pueda resultar agotador para la madre, al cabo de muy poco tiempo, los bebés pedirán el pecho con menos frecuencia y dormirán más por la noche.

Algunas madres necesitan volver a trabajar fuera de casa o separarse de sus bebés de vez en cuando por otros motivos. Algunas de estas madres optan por alimentar a sus bebés con leche de fórmula para que otro cuidador les pueda dar el biberón.

Las madres que deciden seguir alimentando a sus bebés con leche materna pueden utilizar una bomba de extracción de leche para recoger su propia leche, que otro cuidador dará al bebé con un biberón.

Esto permite que los bebés sigan disfrutando de las ventajas de la leche materna aunque no los puedan amamantar.

Otros integrantes de la familia (principalmente los padres) tal vez deseen compartir la tarea de alimentar al bebé. Mientras la madre amamanta al bebé, el padre o los hermanos pueden querer estar cerca. Ayudar a la madre a ponerse cómoda o facilitarle una toallita para que eructe el bebé cuando la necesite, les permitirá formar parte de esa experiencia.

Una vez que esté bien establecida la lactancia materna, otros miembros de la familia podrán colaborar, dándole al bebé biberones de leche materna previamente extraída cuando la madre necesite descansar.

A veces, las mujeres se sienten avergonzadas o preocupadas por la lactancia materna. Estos sentimientos suelen desaparecer en cuanto consiguen dominar el procedimiento de dar el pecho al bebé.

Suele ayudar pedir consejo a otras mujeres que hayan vivido la misma experiencia.

La mayoría de los hospitales y centros de maternidad ofrecen formación precisa sobre las técnicas de lactancia materna a las madres primerizas.

Su pediatra o su enfermero pueden responder a sus preguntas o bien ponerla en contacto con un asesor en lactancia materna o con un grupo de apoyo.

En algunos casos, la salud de la madre puede afectar su posibilidad de amamantar al bebé. Por ejemplo, las madres que están haciendo quimioterapia para el cáncer y las que están infectadas por el virus de la inmunodeficiencia humana (VIH, el virus que causa el SIDA) no deben amamantar.

Si usted padece alguna afección médica o toma medicamentos con regularidad, o si usted o su bebé se enferman, hable con su médico sobre si es adecuado amamantar al bebé. Si debe dejar de amamantar al bebé durante un tiempo, continúe extrayéndose leche para mantener su producción.

En algunas situaciones, tal vez no sea posible amamantar al bebé; por ejemplo, cuando el bebé está enfermo o cuando es prematuro. Las madres deben hablar con el médico de sus hijos sobre cómo extraer y conservar la leche materna. Incluso si el bebé no puede succionar del pecho, es posible que le puedan administrar leche materna mediante una sonda o con un biberón.

A veces, las madres con pezones invertidos pueden tener dificultades para amamantar. Pero, con la ayuda de un asesor en lactancia, este problema se puede resolver. Del mismo modo, las mujeres que se han sometido a cirugía estética en los senos deberían poder amamantar con éxito. Si tiene alguna preocupación, hable con su médico.

Evite el uso de chupetes o biberones hasta que la lactancia materna esté bien establecida, lo que suele ocurrir después del primer mes de vida. Dárselos al bebé antes de ese momento puede generar una “confusión tetina-pezón” y hacer que el bebé pierda el interés por el pecho materno.

Sobre la alimentación con fórmula

La leche de fórmula comercial es una alternativa nutritiva a la leche materna. La alimentación con biberón ofrece más libertad y más flexibilidad a la madre, y es más fácil saber la cantidad de leche que está recibiendo el bebé.

Como los bebés digieren la leche de fórmula más despacio que la leche materna, los bebés alimentados con biberón suelen hacer menos tomas que los que son amamantados. El biberón facilita la alimentación del bebé en público y permite que el padre y otros miembros de la familia ayuden a alimentarlo, lo que puede ayudar a reforzar los lazos afectivos.

Limitaciones de la alimentación con fórmula

Del mismo modo que la lactancia materna tiene sus propios requisitos, también los tiene la lactancia con fórmula. La alimentación con biberón requiere organización y preparación, en especial si quiere salir con su bebé. Además, la leche de fórmula es bastante cara.

Es importante asegurarse de tener suficiente leche de fórmula a mano, así como biberones limpios y listos para el uso.

A continuación, damos algunas recomendaciones para alimentar a un bebé con fórmula:

  • Siga cuidadosamente las indicaciones de la etiqueta para preparar la fórmula.
  • Los biberones que estén fuera de la nevera durante más de una hora y los restos de fórmula ya preparada que queden en el biberón se deben desechar.
  • Los biberones preparados se pueden conservar en la nevera hasta 24 horas y se pueden calentar con cuidado antes de dárselos al bebé. No es necesario calentar la fórmula, pero la mayoría de los bebés la prefieren así.
  • El biberón se puede calentar sosteniéndolo bajo un chorro de agua corriente caliente o metiéndolo dentro de una cacerola que contenga agua caliente. El biberón (de leche materna o de fórmula) nunca se debe calentar en el microondas. La leche se puede calentar de forma no uniforme, quedando partes calientes que podrían quemar la boca del bebé.

¿Con qué frecuencia comen los recién nacidos?

Su recién nacido hará entre 8 y 12 tomas al día durante las primeras semanas de vida. Al principio, las madres pueden amamantar al bebé de 10 a 15 minutos en cada pecho y luego ir modificando la duración de la toma según sea necesario.

La lactancia debe ser a demanda: es decir, se debe ofrecer el pecho al bebé cuando él tenga hambre, lo que suele ocurrir cada una a tres horas.

A medida que el recién nacido crezca, necesitará mamar con menor frecuencia y pasará más tiempo entre las tomas. Los recién nacidos alimentados con leche de fórmula tomarán entre dos y tres onzas de leche cada dos a cuatro horas.

Los recién nacidos no deben pasar más de cuatro a cinco horas sin ser alimentados.

Los signos que indican que un bebé tiene hambre son los siguientes:

  • mover la cabeza de un lado a otro
  • abrir la boca
  • sacar la lengua
  • meterse las manos y los puños en la boca
  • poner los labios como si fuera a succionar
  • restregarse contra los senos de su madre
  • llorar

No es necesario seguir un horario de alimentación; con el tiempo, usted y su bebé establecerán una rutina.

Los bebés saben (y se lo hacen saber a sus padres) cuándo tienen hambre y cuándo están satisfechos.

Esté atento a las señales de que su hijo está satisfecho (tomar más despacio, soltar el biberón o el pecho, cerrar la boca, alejarse del pecho o el biberón) y deje de alimentarlo cuando las detecte.

Conforme su bebé vaya creciendo, empezará a comer más en cada toma y alargará más los períodos entre tomas. Habrá momentos en que su bebé parecerá más hambriento que de costumbre. Siga alimentándolo a demanda. Si le da el pecho a su bebé, no se preocupe: la lactancia materna estimula la producción de leche, y esta se irá adaptando a las necesidades de su bebé.

¿Cómo puedo saber si mi recién nacido come lo suficiente?

Con frecuencia, a las madres primerizas les preocupa que sus bebés no coman lo suficiente.

Es importante que todos los recién nacidos visiten al pediatra entre 48 y 72 horas después de haber sido dados de alta del hospital.

Durante esta primera visita, el pediatra pesará y revisará al bebé, y resolverá cualquier duda o pregunta que usted y/o su pareja tengan sobre la alimentación del pequeño.

Puede estar seguro de que su bebé está comiendo lo suficiente si parece satisfecho, moja entre seis y ocho pañales diarios, mueve el vientre con regularidad, duerme bien, está alerta cuando está despierto y está aumentando de peso. Si su bebé está molesto, llora, parece tener hambre y no parece estar satisfecho después de alimentarse, es posible que no esté comiendo lo suficiente. Si le preocupa que su bebé no esté comiendo lo suficiente, llame al médico.

Muchos lactantes regurgitan una pequeña cantidad de leche tras las tomas o mientras eructan, pero los bebés no deben vomitar después de las tomas. Si vomita después de cada toma, es posible que tenga una alergia, un problema digestivo o un problema que requiera atención médica. Si a usted le preocupa que su hijo regurgite demasiado, llame al médico.

¿Deben recibir suplementos nutritivos los recién nacidos?

La leche materna tiene la combinación perfecta de vitaminas y hierro de fácil absorción para los recién nacidos. Un bebé sano amamantado por una madre sana no necesita ningún suplemento vitamínico ni nutritivo, con la excepción de la vitamina D.

La AAP recomienda que todos los bebés alimentados con leche materna empiecen a recibir suplementos de vitamina D en los primeros días de vida y que sigan tomándolos hasta que beban suficiente cantidad de leche de fórmula o leche enriquecidas con vitamina D (a partir del año).

La leche de fórmula enriquecida con hierro contiene la combinación adecuada de vitaminas y minerales para un bebé, de modo que los suplementos no suelen ser necesarios. Los lactantes que beben menos de un litro (o aproximadamente un cuarto de galón) de leche de fórmula por día pueden necesitar suplementos de vitamina D.

El agua, el jugo y otros alimentos no suelen ser necesarios durante los primeros 6 meses de vida. La leche materna o de fórmula proporciona todo lo que necesita un bebé desde el punto de vista nutricional hasta que empiece a comer alimentos sólidos. Hable con el pediatra si tiene preguntas sobre cómo alimentar a su recién nacido.

Revisado por: Mary L. Gavin, MD

Fecha de revisión: enero de 2018

Источник: https://kidshealth.org/es/parents/feednewborn-esp.html

Embarazo saludable
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