Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

Contents
  1. Depressão pós-parto: sintomas e como superar
  2. O que é depressão pós parto?
  3. Quais os sintomas de depressão pós-parto?
  4. Quanto tempo duram os sintomas?
  5. O que causa depressão pós-parto?
  6. Quanto tempo depois do parto pode aparecer a depressão pós-parto?
  7. Não invalidar ou diminuir o sentimento da mulher   
  8. Mostrar apoio durante a gestação e após o parto       
  9. Indicar a procura de um profissional       
  10. Qual a diferença entre baby blues e depressão pós-parto?
  11. Como superar a tristeza pós-parto?
  12. Depressão puerperal é mais frequente no nascimento do primeiro filho ou acontece também nas outras gestações? 
  13. Como saber se os sintomas fazem parte de um quadro patológico? 
  14. Quais fatores de risco que aumentam a chance de ter depressão pós-parto?
  15. Existe um exame para diagnosticar depressão pós-parto?
  16. Existe relação entre a amamentação e a prevenção da depressão pós-parto?
  17. O que a mãe pode fazer quando está com depressão pós-parto para não prejudicar a criança recém-nascida?
  18. Existem formas de prevenir a depressão pós-parto?
  19. Depressão pós-parto tardia existe?
  20. Tristeza Materna e Depressão pós-parto. Quais as diferenças?
  21. Tristeza materna ou baby blues?
  22. Depressão pós-parto
  23. Fatores de risco da depressão pós-parto
  24. Importância da Psicoterapia na depressão pós-parto
  25. Depressão Pós-Parto
  26. O que é depressãopós-parto?
  27. A depressãopós-parto é comum?
  28. Quanto tempo dura adepressão pós-parto?
  29. Depressão pós-partoe “baby blues” são a mesma coisa?
  30. Sinais e sintomasda depressão Pós-Parto
  31. Causas e fatores derisco
  32. Como lidar com adepressão pós-parto
  33. Como apoiar um entequerido com depressão pós-parto
  34. Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?
  35. Por que me sinto tão triste?
  36. Alguns sintomas
  37. Não há que preocupar-se
  38. CONSELHOS PARA A MÃE …
  39. … E PARA O PAI
  40. PARA AMBOS …

Depressão pós-parto: sintomas e como superar

Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

Entenda o que é a depressão pós-parto, transtorno que afeta 1 a cada 4 mulheres. Saiba seus sintomas e como prevenir.
 

O que é depressão pós parto?

A depressão pós-parto é uma doença que acomete mulheres após o parto.

Essa condição é definida como uma profunda tristeza que pode trazer consequências tanto para mãe como o bebê, pois há comprometimento do vínculo entre eles, que pode inclusive não ocorrer.
 

Quais os sintomas de depressão pós-parto?

A depressão pós-parto pode passar despercebida ou ser menosprezada, o que é um grande risco.  

Alguns sintomas que sugerem um quadro depressivo e devem ser valorizados:

  • Falta de interesse por atividades diárias que anteriormente eram prazerosas.
  • Perda ou ganho de peso rápido;
  • Insônia ou excesso de sono
  • Cansaço extremo;
  • Ansiedade e excesso de preocupação;
  • sentimento de menos valia.
  • Sentimento de culpa;
  • Tristeza profunda;
  • Dificuldade para se concentrar e tomar decisões;
  • Vontade de prejudicar ou fazer mal ao bebê ou a si própria  

Quanto tempo duram os sintomas?

A duração dos sintomas pode ser variável, podendo iniciar logo após o nascimento até meses depois. Na presença de qualquer sinal ou sintoma, o tratamento adequado deve ser iniciado o quanto antes, sempre com acompanhamento profissional.
 

O que causa depressão pós-parto?

A depressão pós-parto pode ter causas relacionadas a fatores físicos, hormonais, emocionais, estilo de vida ou estar ligado transtornos psiquiátricos prévios.

Outras causas são:

  • Depressão e ansiedade já diagnosticadas ou subestimadas;
  • Falta de apoio da família ou do parceiro;
  • Vício em drogas e álcool;
  • Isolamento;
  • Privação de sono

Quanto tempo depois do parto pode aparecer a depressão pós-parto?

Os sintomas da depressão pós-parto geralmente aparecem nas 3 primeiras semanas após o parto, mas pode variar muito de mulher para mulher, podendo ocorrer meses após o parto.
 

Não invalidar ou diminuir o sentimento da mulher   

Não é a hora de julgar, e sim demonstrar que está tudo bem, que ela tem uma rede de apoio e que o que ela está sentindo importa.       

Mostrar apoio durante a gestação e após o parto       

É um momento muito delicado. A nova mamãe precisa de apoio durante a gestação e após o nascimento do bebê. É importante que ela reconheça sua rede de apoio, tendo a certeza que estarão presentes quando ela precisar.       

Indicar a procura de um profissional       

Uma forma de ajudar é com a sugestão da ajuda de um profissional, que poderá iniciar o tratamento adequado. Apoiá-la e acompanhá-la a uma consulta demonstra interesse e suporte.

Qual a diferença entre baby blues e depressão pós-parto?

Muitos confundem o baby blues com a depressão pós-parto, mas são condições diferentes. Baby blues ocorre logo após o parto e se caracteriza por um estado brando de tristeza, melancolia e alterações de humor.  É frequente porém auto limitada, ou seja, dura em torno de 2 semanas com melhora completa dos sintomas sem a necessidade de tratamento. 

A depressão pós-parto tem sintomas mais intensos e de longa duração e, na maioria dos casos, necessita de tratamento profissional.
 

Como superar a tristeza pós-parto?

Superar essa tristeza é essencial para saúde da mãe e para o relacionamento entre ela e o bebê. A seguir conheça alguns fatores que podem ajudar:

  • Consulte um profissional;
  • Procure apoio familiar ou de algum amigo;
  • Se distraia com atividades de lazer;
  • Repouse;
  • Fortaleça sua autoestima;
  • Reconheça as mudanças que ocorreram e tente aceitá-las.  

Depressão puerperal é mais frequente no nascimento do primeiro filho ou acontece também nas outras gestações? 

A depressão pós-parto pode acontecer em qualquer gestação. Mulheres que apresentaram depressão pós parto em uma gestação têm maior chance de recorrência nas gestações posteriores.  
 

Como saber se os sintomas fazem parte de um quadro patológico? 

Para saber se os sintomas fazem parte de um quadro patológico é necessário o diagnóstico por um profissional.
 

Quais fatores de risco que aumentam a chance de ter depressão pós-parto?

Existem alguns fatores de risco que podem aumentar a chance de ter depressão pós-parto, são eles: falta de apoio da família e amigos; estresse; falta de planejamento da gravidez; depressão já diagnosticada anteriormente e histórico de transtornos mentais na família.
 

Existe um exame para diagnosticar depressão pós-parto?

Não existe um exame para diagnóstico, apenas a avaliação clínica em que um médico pode diagnosticar o transtorno. 
 

Existe relação entre a amamentação e a prevenção da depressão pós-parto?

Não há relação da amamentação a prevenção, pelo contrário, a depressão pós-parto pode contribuir para redução da prática do aleitamento. 
 

O que a mãe pode fazer quando está com depressão pós-parto para não prejudicar a criança recém-nascida?

A mãe pode procurar ajuda de alguém de confiança (familiares e amigos) ou contratar alguém que possa ajudá-la no cuidado com a criança. Porém, o tratamento medicamentoso e psicoterapêutico devem ser iniciados o quanto antes, pois o vínculo entre mãe e bebe é precioso e deve ser estabelecido.         
 

Existem formas de prevenir a depressão pós-parto?

De forma ampla o que pode ser feito para prevenir a depressão pós-parto é cuidar da saúde mental, evitando se isolar, ter pessoas ao seu lado para te apoiar durante a gestação e após o parto. 

Depressão pós-parto tardia existe?

A depressão pós-parto ocorre nas primeiras semanas de gestação podendo durar meses. Os sintomas podem ser leves no começo e irem se agravando com o tempo, assim o diagnóstico pode ser tardio.

Источник: https://sergiofranco.com.br/saude/depressao-pos-parto

Tristeza Materna e Depressão pós-parto. Quais as diferenças?

Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

1 de agosto de 2016

  |  Tempo de leitura: 6 minutos

Observo que há muitos esclarecimentos necessários sobre a depressão pós parto. Entretanto, o primeiro passo é diferenciar a depressão pós-parto da tristeza materna, também conhecida como baby blues ou blues puerperal.

O nascimento de um bebê mobiliza muitas coisas não só no físico da mulher. Mobiliza também no emocional e no ambiente em que vive. Durante a gestação, a mãe provavelmente se preparou para receber o bebê.

Isso inclui mudanças que envolvem o corpo, como hábitos físicos e alimentares, preparação do seio para o aleitamento materno. Além de mudanças no ambiente para receber o bebê e do preparo interno (psicológico) para a chegada da criança.

O período que se sucede ao parto é propício para que a mulher vivencie várias questões. Em primeiro lugar, ocorre uma queda drástica nos hormônios progesterona e estrogênio. Isto pode interferir no físico e também no emocional da mulher.

Inevitavelmente acontece uma mudança cotidiana que pode ser causadora de estresse. Essa queda interfere no seu estilo de vida e até no seu ritmo de sono. Seu universo está completamente voltado para recém-nascido, que necessita de cuidados exclusivos dia e noite.

Ao mesmo tempo, a experiência da maternidade poderá mobilizar questões psíquicas muito primitivas e até inconscientes, que talvez fujam à sua compreensão. Essa fase pode ser vivenciada em muitos casos, como uma turbulência de sentimentos, emoções e expectativas que podem provocar uma instabilidade emocional.

Tristeza materna ou baby blues?

A tristeza materna, também conhecida como baby blues ou blues puerperal, pode atingir até 80% das parturientes.  Diferentemente da depressão pós-parto, não é considerada doença.

É considerada benigna, pois não incapacita a mãe de prestar os cuidados ao bebê e em geral não provoca prejuízos na rotina diária.

É como se fosse um momento de transição e preparo para uma nova fase, que necessita de adaptação.

Os sintomas de baby blues incluem:

  • Mudanças de humor
  • Ansiedade
  • Irritabilidade
  • Sentir-se sobrecarregado
  • Choro
  • Concentração reduzida
  • Problemas de apetite
  • Problemas para dormir
  • Tristeza sem motivo aparente.

Entretanto, tais sintomas costumam aparecer logo nos primeiros dias após o nascimento do bebê. Eles podem durar por volta de uma ou até duas semanas, devendo desaparecer espontaneamente.

Depressão pós-parto

Já a depressão pós-parto é uma condição diferente, que deve ser olhada com especial atenção. Necessita ser tratada justamente por ser classificada como doença.  Atinge cerca de 10 a 20% das mães e tem se tornado cada vez mais motivo de discussão e preocupação nas diversas áreas da saúde.

Na depressão pós-parto, o humor deprimido da paciente deve estar presente na maior parte do dia, quase todos os dias, por um período mínimo de 2 semanas. Ela pode apresentar muito desânimo e sofrimento intenso que persiste, com muita tristeza e angústia.

Esses sentimentos não desaparecem espontaneamente, como no caso da tristeza materna. Outros sintomas como ansiedade, alterações do sono, apetite e da libido, oscilações de humor, sensação de incapacidade, culpa e pensamentos suicidas também podem aparecer.

Tentativas de suicídio, delírios e alucinações, assim como situações de risco para o bebê podem estar presentes em casos mais graves. Nesses casos, o diagnóstico pode ser outro, como o de psicose puerperal, doença que felizmente acomete um número muito menor de pacientes.

Segundo o Hospital Israelita Albert Einstein, mulheres que desenvolvem depressão pós-parto possuem maior risco de desenvolver depressão em um outro momento da vida. Se não for tratada, a depressão pode durar vários meses. O tratamento inclui terapia, antidepressivos ou tratamento de reposição hormonal.

É importante a paciente e seus familiares estarem sempre atentos aos sintomas. Eles se manifestam no período pós-parto, sendo que a literatura mostra que podem ocorrer até por volta  1 ano depois.

É preciso procurar ajuda para obter um diagnóstico diferencial, que poderá ser feito por um psicólogocom condições de avaliar inclusive a necessidade de encaminhamento para um psiquiatra a fim de incluir medicamentos no tratamento.

Fatores de risco da depressão pós-parto

Qualquer nova mãe pode experienciar a depressão pós-parto e pode se desenvolver após o nascimento de qualquer filho, não apenas o primeiro. No entanto, o risco aumenta nos seguintes cenários:

  • Histórico de depressão, durante a gravidez ou em outros momentos
  • Tiver transtorno bipolar
  • Teve depressão pós-parto após alguma gravidez anterior
  • Familiares que tiveram depressão ou outros transtornos do humor
  • Passou por eventos estressantes durante o ano passado, como complicações na gravidez, doença ou perda de emprego
  • Bebê apresenta problemas de saúde ou outras necessidades especiais
  • Nascimento de gêmeos, trigêmeos ou outros nascimentos múltiplos
  • Dificuldade em amamentar
  • Problemas conjugais
  • Problemas financeiros
  • Gravidez não foi planejada ou indesejada

Importância da Psicoterapia na depressão pós-parto

Ressalto aqui a importância da psicoterapia para o tratamento da depressão pós-parto. Isso, no entanto, não significa que a intervenção não seja necessária em casos de tristeza materna.

A tristeza faz parte da vida e precisa ser integrada a ela, mas as mães não precisam fazer isso sozinhas.

Contar com ajuda profissional, nesse período de vida tão sublime, delicado e complexo pode fazer toda a diferença para a saúde emocional das mães e seus bebês.

Plataformas como a Vittude podem facilitar a busca por um psicólogo que atenda a requisitos específicos para atender a todos que precisem de acompanhamento. Acesse nosso site e confira você mesmo todas as oportunidades oferecidas!

Artigo revisado em: 04/12/2019

Autora: Cynthia Boscovich

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness. Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

Você também pode me seguir no Instagram @tatianaacpimenta

Источник: https://www.vittude.com/blog/tristeza-materna-depressao-pos-parto/

Depressão Pós-Parto

Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

Você acabou de ter um lindo bebê e esperava estartransbordando de alegria durante esse período. Mas, em vez disso, você se sentedominada por sentimentos como o medo, a dúvida, tristeza e confusão.

Sentir-se sobrecarregada – principalmente nessesprimeiros meses – pode ser totalmente normal: você ganhou um novo membro em suafamília, não está dormindo muito e tem muitas tarefas para dar conta.

Contudo, se seus sentimentos parecerem ser algumaoutra coisa, talvez um pouco mais severos, é possível que você esteja sofrendode depressão pós-parto, ou DPP. Essa condição não é um “defeito”, nem um sinalde fraqueza – ao contrário disso. Ela pode ser considerada uma complicaçãorelacionada a ter filhos.

Continue lendo para entender melhor o que é adepressão pós-parto, alguns dos sinais e sintomas e descobrir alguns mecanismosque poderão ajudá-la a controlar os sintomas, sempre seguindo as orientações deseu médico primeiro.

O que é depressãopós-parto?

Depressão pós-parto é uma condição médica que fazcom que a nova mamãe tenha emoções e pensamentos negativos e intensosconstantemente nos meses que se seguem ao nascimento do bebê.

Alguns dos principais sinais e sintomas da DPPestão listados abaixo.

A depressão pós-parto pode ocorrer após qualquerparto – não necessariamente só o do primeiro filho.

Ela geralmente começa entre a primeira e a terceirasemanas após o nascimento do bebê, mas para algumas mulheres, pode começarmuitos meses depois, ou até um ano após o parto.

A depressãopós-parto é comum?

É mais comum do que se imagina. Uma em cada setemulheres que ganham bebês apresentam essa condição.

Mais ou menos metade das mulheres que sãoposteriormente diagnosticadas com DPP podem começar a ter sintomas durante agravidez.

Portanto, se você sente que tem sintomas de DPP ourecebeu um diagnóstico recentemente, saiba que não está sozinha e que, com otempo, você voltará a se sentir bem novamente.

Quanto tempo dura adepressão pós-parto?

Sua situação pessoal e o plano de tratamento de seumédico influenciarão quanto tempo levará para que você se cure.

Para algumas mulheres, os sintomas podem atingirseu pico após algumas semanas e depois permanecer de forma mais moderada porcerca de 3 a 12 meses.

Ter acesso a um tratamento no início poderáajudá-la a controlar melhor os sintomas e chegar a uma resolução maisrapidamente.

Depressão pós-partoe “baby blues” são a mesma coisa?

Depressão pós-parto não deve ser confundida com“baby blues”. Essa expressão em inglês se refere a sintomas menos severos,como tristeza ou choro, ansiedade ou dificuldade para dormir, que geralmentesurgem alguns dias após o parto e geralmente somem depois de algumas semanas.

Mesmo que os “baby blues” a façam se sentirdesanimada, fique tranquila, pois esses sentimentos logo passarão. A DPP tambémnão deve ser confundida com uma condição rara chamada de psicose pós-parto,cujos sintomas são mais severos, como alucinações.

Sinais e sintomasda depressão Pós-Parto

O primeiro passo é reconhecer se você está com DPP.Os sinais de depressão pós-parto compreendem:

  • Sentir-se deprimida
  • Alterações de humor severas
  • Choro excessivo
  • Dificuldade de criar laços com seu bebê
  • Afastar-se de pessoas queridas
  • Perda de apetite
  • Comer muito mais do que o normal
  • Não conseguir dormir (insônia)
  • Dormir demais
  • Fadiga e perda de energia extremas
  • Menor interesse e prazer em atividades que costumava apreciar
  • Irritabilidade e raiva intensas
  • Medo de não ser uma boa mãe
  • Sentimentos de inutilidade, vergonha, culpa ou inadequação
  • Diminuição da concentração
  • Sentir que não dá conta das tarefas diárias
  • Ansiedade severa e ataques de pânico
  • Pensamentos que envolvam vontade de se ferir ou ferir o bebê
  • Pensamentos recorrentes sobre morte ou suicídio.

Somente depois de falar com seu médico, você poderáresponder se está ou não com depressão pós-parto. No entanto, talvez vocêqueira investigar (e depois informar seu médico) se está sentindo algum dossintomas listados acima e se:

  • Qualquer um dos sintomas esteja durando mais de duas semanas
  • Os sintomas estiverem piorando e não melhorando
  • Você estiver achando difícil cuidar de seu bebê
  • Você estiver achando desafiador concluir tarefas do dia-a-dia

Causas e fatores derisco

Não se sabe exatamente o que causa a depressãopós-parto, mas ela é provavelmente desencadeada por uma combinação de fatoresfísicos e emocionais, que podem compreender:

  • Mudanças hormonais. Uma queda acentuada dos hormônios da gravidez, como o estrogênio e a progesterona, após o nascimento do bebê, pode contribuir com as alterações de humor. Além disso, o nível de outros hormônios produzidos por sua glândula tireoide também pode diminuir, fazendo com que você se sinta cansada, desanimada e deprimida.
  • Privação do sono. Não só se recuperar do parto, mas também cuidar do recém-nascido são fatores que dificultam o descanso tão necessário da nova mamãe. Esse déficit do sono pode se acumular e levar ao desconforto físico e à exaustão, que podem desencadear sintomas de depressão pós-parto.
  • Problemas emocionais. Esse é um período de grandes mudanças na vida de uma mulher. Se sentir sufocada e ansiosa, menos atraente, ter dificuldades para se lembrar de sua identidade antes de ser mãe e sentir que perdeu o controle sobre sua vida também podem ser fatores influenciadores.

Os fatores de risco da depressão pós-parto podemser os seguintes:

  • ter um histórico de depressão, seja durante a gravidez ou em outro momento
  • ter tido depressão pós-parto após gravidez anterior
  • ter um membro em sua família que teve depressão ou outros problemas psicológicos
  • ter vivenciado algo extremamente estressante no ano anterior (mesmo que não seja algo relacionado à gravidez)
  • ter um bebê com problemas de saúde ou outras necessidades especiais
  • ter tido dificuldade na amamentação
  • ter problemas no relacionamento com seu parceiro
  • não ter muitas pessoas a quem pedir apoio
  • preocupações financeiras
  • ter bipolaridade.

Se você teve depressão pós-parto anteriormente,informe seu médico assim que ficar grávida. Ele poderá, então, tomar as seguintesmedidas:

  • Monitorá-la de perto para verificar se há sinais ou sintomas de depressão
  • Dar-lhe um questionário que mede os níveis de depressão e ansiedade durante sua gravidez e após o parto
  • Sugerir que você frequente grupos de apoio, terapia, ou outros, para ajudá-la a lidar com qualquer sintoma de depressão.
  • Recomendar antidepressivos—mesmo durante a gravidez
  • Recomendar psicoterapia imediatamente após o parto.

Como lidar com adepressão pós-parto

Saiba que existem medidas de apoio à depressãopós-parto disponíveis. Seu médico conversará com você sobre as opções detratamento da depressão pós-parto, como psicoterapia (também conhecida comoterapia da fala ou aconselhamento psicológico) e/ou medicamentos, como antidepressivos.

Embora a DPP não seja algo que, no geral, resolva-sesozinha, essas ideias poderão ajudá-la a estabelecer uma base sólida para seutratamento médico e poderão acelerar a recuperação:

  • Mantenha um estilo de vida saudável. Agregue exercícios leves à sua rotina diária. Por exemplo, dê uma caminhada com seu bebê. Tente descansar o suficiente e coma alimentos saudáveis.
  • Tenha expectativas realistas. Você está se ajustando ao novo bebê, então não se pressione para que tudo esteja perfeito.
  • Tenha tempo para si. Peça para alguém para cuidar de seu bebê e tire uma folga. Saia de casa e faça algo relaxante que você goste de fazer.
  • Conecte-se com os outros. Sentir-se isolada pode ser um problema para novas mamães. Fale com pessoas queridas sobre seus sentimentos e fale com outras mães sobre suas experiências.
  • Compartilhe o peso que está sentindo. Sua família e amigos geralmente querem ajudar. Às vezes, basta pedir! Esse tempo lhe dará a chance de respirar, algo que você precisa fazer.
  • Continue com o tratamento. Siga os conselhos de seu médico, mas não pare o tratamento só por que “se sente melhor”, pois isso pode levar a uma recaída.

Como apoiar um entequerido com depressão pós-parto

Pessoas com DPP podem não saber que estãodeprimidas; elas podem não conhecer os sinais e sintomas.

Se você suspeita queuma pessoa querida está com depressão pós-parto, ajude-a a buscar atençãomédica imediatamente.

Tenha em mente que, como parceiro, amigo, ou parente,você não tem o poder de “resolver” a depressão pós-parto, mas você pode estarpresente para a nova mamãe. Abaixo estão algumas dicas que você podeexperimentar:

  • Reafirme que ela vai melhorar
  • Ouça e aceite seus sentimentos; entenda que ela não pode controlar os sentimentos negativos
  • Ofereça-se para cuidar do bebê para que ela tenha espaço para atividades relaxantes, como uma caminhada ou uma massagem, sem culpa
  • Encontre um parente, amigo ou babá para cuidar do bebê por algumas horas, para que ela tenha a oportunidade de dormir
  • Ajude com as tarefas básicas e atividades do dia a dia, para tirar algumas das responsabilidades das costas da nova mamãe.

Se você for o pai do recém-nascido, saiba que que adepressão pós-parto masculina ou paterna também existe. Se sua parceira estiverdeprimida, isso também poderá afetá-lo, pois seu risco de depressão também émais alto nesse período. Se você estiver se sentindo deprimido, experimentealgumas das ideias sugeridas acima e fale com seu médico.

A depressão pós-parto não é sua culpa. Infelizmente, muitas mulheres se sentem culpadas ou envergonhadas por não ter uma razão para se sentirem tão infelizes.

Algumas podem até passar por situações em que seus sentimentos são desrespeitados ou criticados por outras pessoas. Lembre-se, essa é uma condição médica que requer tratamento e é importante não sofrer sozinha.

O apoio existe e quando o turbilhão passar, você com certeza conseguirá curtir seu tempo com seu bebê.

Fonte: Pampers

Источник: https://saudementalatibaia.com.br/blog/depressao-pos-parto/

Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

Tristeza, cansaço e medo depois da gravidez, serão sintomas de uma depressão pós-parto?

“Que nove meses tão bonitos, embora esgotantes e não isentos de dificuldades. A verdade é que todos se portaram muito bem comigo, deram-me todas as atenções e fizeram tudo o que eu gosto … Apesar de o parto me dar um pouco de medo, foi maravilhoso. Finalmente estamos em casa.

Que felicidade! Felicidade? Espera … Por que me sinto tão triste de repente? Não entendo, se estou em casa com o meu marido e o meu bebé, onde eu mais desejava. Agora chora desconsoladamente, que faço? Estará mal? Estou tão cansada, não tinha percibido e o bebé continua a chorar.

Por que estou tão triste?”

Índice

Depois de nove meses a viver na ilusão de estar a formar e a dar vida um novo ser, a ser o centro das atenções e cuidados, mostrando com o maior orgulho uma barriga encantadora … de repente algo muda. A ilusão, segurança e alegria convertem-se, como por magia, numa fugaz memória …

Por que me sinto tão triste?

Depois do parto quase cerca de 80% das novas mães atravessam uma fase onde o cansaço, unido a uma nova responsabilidade, o medo e uma sensação de tristeza gera um grau de stress elevado que pode debilitar a sua resistência física e psicológica.

Trata-se de um estado depressivo transitório, conhecido também como “Baby blue” ou “Maternity Blue” que pode prolongar-se por várias semanas.

É um período que responde à necessidade de adaptar-se a todas as alterações que, juntamente com o bebé, apareceram em força na sua vida.

Alguns sintomas

Ora bem, se essas sensações se prolongam, se a vontade de chorar ocupa grande parte do seu tempo, se o dormir começa a ser uma utopia ou, pelo contrário, se tem mais sono que nunca, se o apetite já não é o que era antes (por excesso ou por defeito), se aparecem sentimentos de inutilidade e culpa, preocupação e irritabilidade, falta de confiança nas habilidades para tomar conta do bebé, então estamos a falar de uma verdadeira depressão pós-parto. Todos estes sintomas manifestam-se com uma intensidade que interfere de forma significativa no dia-a-dia, impedindo que possa tomar adequadamente conta do seu bebé. Origina-se assim um círculo vicioso difícil de romper por si mesma.

Não há que preocupar-se

O mais importante é que não se sinta envergonhada ao ver que a maternidade a afectou desta maneira e tomar consciência de que, ao tratar-se de um estado normal, pode ter crescido o suficiente para ter de solicitar ajuda profissional.

É importante procurar apoio, conselhos e toda a informação necessária para que esta actuação permita que a crise cumpra o seu verdadeiro papel: tornar as mães mais fortes, maduras e preparadas.

Para além disso, conhecer a raiz do problema proporcionará alívio e um certo grau de descanso. 

A maternidade proporciona sentimentos, emoções e experiências muito intensas e gratificantes, mas também um esforço de adaptação, uma disposição e ânimo para enfrentar a nova situação de uma maneira positiva e saudável. Não só por parte dos novos pais, mas também por parte da família.

Aqui tem algumas sugestões para valorizar este período. Se apesar disto a sensação de tristeza se prolongar, não hesite em recorrer a um especialista.

CONSELHOS PARA A MÃE …

– Não pretenda fazer tudo sozinha: as super-mulheres são para o cinema, deixe que o seu marido ou a sua família a ajudem.

– Ajuste os seus momentos de descanso à criança.

– Não se descuide com a sua alimentação e procure que as comidas não exijam muita “cozinha”.

– Compreenda que o centro das atenções agora é o bebé.

– Não se critique, nem tão pouco o seu marido, sejam compreensivos.

– Com o bebé siga o seu instinto em vez das opiniões das pessoas. Isso sim, sempre guiada por um pediatra.

– Descarte a culpabilidade, pois os bebés não trazem manual de instruções.

– Lembre-se, as alterações corporais são transitórias, não definitivas. Continua bonita como sempre.

… E PARA O PAI

– Aumente a sua compreensão e paciência, é um esforço mínimo comparado com o da mãe.

– Não se esqueça de utilizar piropos e dedicar toda a atenção à sua mulher e ao bebé.

– Um beijo, um abraço ou uma carícia fazem milagres.

– Seja o porta-voz da família, isto tendo em conta que a sua mulher está demasiado cansada para fazê-lo.

– Apoie a mãe nas suas decisões.

– Tente organizar as visitas: são inevitáveis, mas podem ser esgotantes.

– Tenha especial atenção para que a falta de descanso não provoque discussões.

– Procure que o bebé obtenha a sua dose de atenção, mas não se esqueça da mãe!

PARA AMBOS …

– Criem turnos, tanto para descansar como para dar atenção ao bebé.

– Não fiquem fechados em casa, tanto o bebé como vós necessitam de respirar ar fresco.

– As relações íntimas voltam à medida que o cansaço desaparece. Pouco a pouco recuperam uma vida própria e desfrutaram de tudo como o faziam antes.

– Não deixem de pedir ajuda à família, mas limite essa mesma ajuda.

Depressão

Definição:

Transtorno do estado de ânimo que se manifesta com uma tristeza profunda imotivada, sentimentos de culpa e ansiedade.

Sintomas:

Tristeza, sentimento de culpa, falta de concentração, impossibilidade absoluta de sentir prazer, cansaço crónico…

Tratamento:

Psicológico ou psiquiátrico segundo o caso.

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Источник: https://www.todopapas.com.pt/pais/psicologia-e-sexualidade/tristeza-cansaco-e-medo-depois-da-gravidez-serao-sintomas-de-uma-depressao-pos-parto-1717

Embarazo saludable
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